BOTANICAL LATIN O LATIM DA BOTANICA LE LATIN DE LA BOTANIQUE

BOTANICAL LATIN. O LATIM DA BOTÂNICA.  LE LATIN DE LA BOTANIQUE. PROF. DR. DARCY CARVALHO. FEA-USP. SÃO PAULO. BRAZIL. 2020. STUDIES IN MEDIEVAL AND MODERN LATIN. THE GRAMMATICAL 
CHARACTERISTICS OF BOTANICAL LATIN.    

BIBLIOGRAFIA NO PÉ DA PÁGINA 

Botanical Latin is scientific Neo-Latin. In English it is completely described by Stearn's Botanical Latin.

AS CARACTERÍSTICAS GRAMATICAIS  DO LATIM DA BOTÂNICA E DA MEDICINA. 

Species Plantarum I-II-III Caroli Linnaei


LECTORI AEQUO CARL LINNAEUS
Homo sui conscius observat mundum esse omnipotentis theatrum, undique adornatum summis Omnisciae sapientiae miraculis, se vero in hunc, tamquam hospitem introductum, ut hisce deliciis sese delectando magnificentiam domini agnoscat. Indignus profecto is censendus hospes, qui, pecoris instar, tantum gulae inservit, nec magnalia possessoris intueri atque aestimare novit. Hospites ut digni evadamus orbis, opera haec Creatoris scrutari nobis necesse est, quae ita cum nostris commodis combinavit summum Ens, ut eis, unde omnia nostra bona desumimus, carere nulla ratione quaeamus; et quo magis haec intelligimus, eo etiam plura in usum generis humani cedunt. Cognitionem horum ut rite acquiramus, singula distincta Idea et distincto Nomine complecti oportet, quibus sepositis copia rerum nos obruat necesse est, et commercium omne, deficiente communi lingua, cessabit. Scientia naturae inde inter homines nata est, quae comprehendit sub Physica et Chemia Elementa, sub Zoologia, Botanica, Lithologia tria Naturae regna. [...]

Le latin botanique
Le latin botanique n'est pas le latin classique de Virgile. Bien des mots utilisés par les botanistes étaient totalement inconnus de nos ancêtres romains. Ils ont parfois été fabriqués de toute pièce pour donner un nom scientifique à une plante. La règle veut, en effet, que le nom scientifique des plantes soit toujours en latin. En réalité, il s'agit parfois de noms latinisés qui peuvent fort bien provenir du grec, de l'arabe ou de toute autre source, pourvu qu'il ait pris une allure latinisante.


Botanical Latin is a technical language based on Neo-Latin, used for descriptions of botanical taxa. Until 2012, International Code of Botanical Nomenclature mandated Botanical Latin to be used for the descriptions of most new taxa. It is still the only language other than English accepted for descriptions. The names of organisms governed by the Code also have forms based on Latin. Botanical Latin is primarily a written language. It includes taxon names derived from any language or even arbitrarily derived, and consequently there is no single consistent pronunciation system. When speakers of different languages use Botanical Latin in speech, they use pronunciations influenced by their own languages, or, notably in French, there may be variant spellings based on the Latin. There are at least two pronunciation systems used for Latin by English speakers. All of these systems, however, will inevitably be unsustainable across the spectrum of botanical names.

01 O LATIM E A NOMENCLATURA CIENTÍFICA DOS SERES VIVOS

Cito: 'O latim foi escolhido como língua base da nomenclatura científica essencialmente por duas razões: primeiro, porque se trata de uma língua morta, logo é uma língua que não evolui e o significado das palavras não se altera; segundo, porque já existem muitos taxa com nomes em latim, dado que desde a Idade Média que se atribui nomes em latim aos taxa

Sistema de atribuição de um nome científico aos seres vivos e aos diferentes grupos taxonómicos em que são incluídos, de acordo com a regras de nomenclatura. A criação de uma nomenclatura veio uniformizar as designações dadas aos seres vivos, pois cada espécie pode ser conhecida empiricamente por diferentes nomes, consoante o país ou até mesmo a região, criando uma base de denominações reconhecida internacionalmente. A utilização das regras de nomenclatura permitiu uniformizar os nomes das categorias taxonómicas, facilitando a comunicação científica, uma vez que estes nomes passaram a ser os mesmos no mundo inteiro - nomenclatura internacional. Na criação da nomenclatura internacional são utilizadas regras básicas (na descrição seguinte ter em conta, para uma melhor compreeensão, dois seres vivos, o urso polar - exemplo 1 - e o carvalho - exemplo 2):

- A designação dos taxa é feita em latim.. - A designação de espécie é feita num sistema de nomenclatura binominal. Neste sistema, proposto por Lineu, são usadas duas palavras em latim. Uma representa o género a que a espécie pertence, sendo um substantivo escrito com inicial maiúscula.  Exemplo 1: Ursus ,   2: Quercus

A segunda, corresponde ao restritivo ou epíteto específico, sendo, normalmente um adjetivo que é escrito com inicial minúscula, identificando uma espécie dentro do género a que pertence.Exemplo 1: Ursus maritimus,  2: Quercus ilex.  Quando se escreve o nome de uma espécie deve acrescentar-se o nome ou a abreviatura do taxonomista que, pela primeira vez a partir de 1758, atribuiu o nome científico. A data da publicação do nome da espécie também pode ser citada. Neste caso, coloca-se essa informação depois do nome do autor, separada por uma vírgula. Exemplo 1: Ursus maritimus Phipps, 1774.  2: Quercus ilex Linnaeus. - A designação de subespécies é feita num sistema trinominal. Ao nome binomial da espécie segue-se o restritivo ou epíteto subespecífico. Exemplo 1: Ursus maritimus maritimus, 2: Quercus ilex rotundifolia. - A designação dos taxa superiores à espécie é uninominal. Portanto, é formada por uma só palavra, um substantivo escrito com inicial maiúscula.- A denominação do taxon família constrói-se acrescentando uma terminação à raiz do nome de um dos géneros que agrupa.

No reino animal acrescenta-se o sufixo idae e no reino das plantas acrescenta-se o sufixo aceae. No entanto, existem algumas exceções a esta regra. Exemplo 1: Ursidae, 2: Fagaceae. - Os nomes genéricos, específicos e subespecífios devem ser escritos num tipo de letra diferente da do texto corrente. De uma forma geral, utiliza-se o itálico e, nos textos manuscritos, sublinham-se estas designações. Exemplo 1: Ursus maritimus maritimus ou Ursus maritimus maritimus,  2: Quercus ilex rotundifolia ou Quercus ilex rotundifolia. A utilização das regras de nomenclatura permitiu uniformizar os nomes das categorias taxonómicas, facilitando a comunicação científica, uma vez que estes nomes passaram a ser os mesmos no mundo inteiro - nomenclatura internacional.' Source: Nomenclatura.  Infopédia On-line. Porto: Porto Editora 

NOMES BOTÂNICOS RELACIONADOS COM PORTUGAL.

http://www.ciberduvidas.com/pergunta.php?id=32508

Lexicon Recentis Latinitatis. Editum Cura Operis Fundati cui Nomen “Latinitas”. Volumen I et II. In urbe Vaticana: Libraria Editoria Vaticana. A. MMIII. 728 p.   Gonçalo Neves :: 31/03/2014

CARLOS TOLEDO RIZZINI:  Ensaio sobre o Uso do Latim na Botânica.  Latim para Botânicos

O Latim para Botânicos  ou Ensaio sobre o  Uso do Latim na Botânica é o  único livro brasileiro completo sobre o  assunto, tendo sido  premiado pela Academia Brasileira de Letras. Um trabalho de folego que exigiu erudição e cultura. Carlos Toledo Rizzini. Fundação Gonçalo Muniz, Bahia, Brasil. Teve segunda ediçao ampliada. Disponível em ARCHIVE ORG

https://archive.org/details/EnsaioSobreOUsoDoLatimNaBotanica


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A OBRA SPECIES PLANTARUM PUBLICADA PELO PROJETO GUTENBERG

THE < Project Gutenberg EBook of Species Plantarum, by Carolus Linnaeus>  IS HERE REPRODUCED AS MATERIAL FOR LEARNING A SPECIAL KIND OF TECHNICAL MODERN LATIN.

SPECIES PLANTARUM .NOTE ON THE PUBLISHER.

The Project Gutenberg EBook of Species Plantarum, by Carolus Linnaeus. The eBook, as other of the Project  is for the use of anyone anywhere at no cost and with  almost no restrictions whatsoever.  We may copy it, give it away or re-use it under the terms of the Project Gutenberg License included with this eBook or online at www.gutenberg.org. Title: Species Plantarum, Sections I-III. Author: Carolus Linnaeus. Release Date: March 8, 2007 [EBook #20771]. Language: Latin.Character set encoding: UTF-8*** START OF THIS PROJECT GUTENBERG EBOOK SPECIES PLANTARUM ***
Produced by Louise Hope, Juliet Sutherland and the Online. Distributed Proofreading Team at http://www.pgdp.net. (This
file was produced from images generously made available by the Missouri Botanical Garden athttp://www.botanicus.org). This file is gratefully uploaded to the PG collection in honor of Distributed Proofreaders having posted over 10,000 ebooks.

CARL LINNÆUS.  LECTORI ÆQUO.

Homo sui conscius observat MUNDUM esse omnipotentis theatrum, undique adornatum summis Omnisciæ sapientiæ miraculis, se vero in hunc, tamquam Hospitem introductum, ut hisce deliciis sese delectando magnificentiam Domini agnoscat. Indignus profecto is censendus hospes, qui, pecoris instar, tantum gulæ inservit, nec magnalia possessoris intueri atque æstimare novit.
HOSPITES ut digni evadamus orbis, opera hæc Creatoris scrutari nobis necesse est, quæ ita cum nostris commodis combinavit summum Ens, ut eis, unde omnia nostra bona desumimus, carere nulla ratione quæamus; & quo magis hæc intelligimus, eo etjam plura in usum generis humani cedunt.
COGNITIONEM horum ut rite acquiramus, singula distincta Idea & distincto Nomine complecti oportet, quibus sepositis copia rerum nos obruat necesse est, & commercium omne, deficiente communi lingua, cessabit.
SCIENTIA NATURÆ inde inter Homines nata est, quæ comprehendit sub Physica & Chemia Elementa, sub Zoologia, Botanica, Lithologia tria Naturæ regna.
REM HERBARIAM heic libare lubet, quæ quondam paucarum plantarum erat Scientia; hodie vero copia delectorum evasit omnium amplissima.
INVENTORUM recentioris ævi indefessis laboribus notitiam debemus plurium Plantarum, quam omnibus priscorum temporum eruditis, inter quos imprimis nominandi Clusius, Columna, Bauhini, Hermannus, Rheede, Sherardus, Rajus, Plukenetius, Tournefortius, Plumierus, Vaillantius, Dillenius, Gmelinus. &c.
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NOTITIA plantarum constabat quondam Nominibus arbitrariis, memoriæ tabulæ infixis, quam vacillantem Icones sublevabant.
SYSTEMATICORUM sapientia indagavit ordinem qui memoriæ succurreret, & scientiam solidis fundamentis inædificaret, quem debemus Principibus Viris Gesnero, Cæsalpino, Bauhino, Morisono, Hermanno, Tournefortio, Vaillantio, Dillenio, aliisque.
ARIADNEUM hoc filum Systematicorum terminabatur Generibus, quod tentavi ad Species usque extendere, confectis legitimis harum differentiis, ut etjam in hisce sua sibi constaret certitudo, quum omnis vera cognitio cognitione specierum innitatur; hac enim dificiente vacillat & historia, ut in plerisque Peregrinatorum diariis.
SPECIES plantarum ut mihi familiares redderem, peragravi Alpes Lapponicas: totam Sueciam: partem Norvegiæ, Daniæ, Germaniæ, Belgii, Angliæ, Galliæ: perquisivi deinde HORTOS Botanicos: Parisinum, Oxoniensem, Chelsejanum, Hartecampensem, Leidensem, Ultrajectinum, Amstelædamensem, Upsaliensem aliosque: evolvi etjam HERBARIA Burseri, Hermanni, Cliffortii, Burmanni, Gronovii, Royeni, Sloanei, Sherardi, Bobarti, Milleri, Suriani, Tournefortii, Vaillantii, Jussiæi, Bæckii &c. Meo suasu DISCIPULI quondam dilectissimi: P. Kalmius Canadam, F. Hasselquist Ægyptum, P. Osbeck Chinam, P. Lœfling Hispaniam, Montin Lapponiam adire, plantasque lectas mecum communicarunt. E variis terris demum misere Amici BOTANICI semina plantasque siccas non paucas, uti B. Jussieu, Royenus, J. Gesnerus, Wachendorfius, Sibtorpius, Montius, Gleditschius, Krascheninnikoffius, Minuartius, Velezius, nec non O. Munchhausen L. B, S. C. Bielke L. B, J. Rathgeb Equ. Demidoff Nob. Collinson, Torèn, Braad, aliisque. Clifford omnes quas in duplo habuit: Lagerström indiæ orientalis plurimas: Gronovius plerasque Virginicas & Gmelinus Sibericas facile omnes, at Sauvagesius integrum suum thesaurum plantarum dedit, exemplo raro & inaudito, unde factum, ut copiam plantarum obtinuerim non mediocrem.
DIFFERENTIAS Specificas antehac Plantis non paucis imposui in Flora Lapponica, Suecica, Zeylanica, in Horto Cliffortiano, Upsaliensi. Iisdem principiis institere præstantissimi Botanici Gronovius, Royenus, Wachendorff, Gorter, B. Jussiæus, Le Monier, Gvettard, Dalibard, Sauvages, Colden, Hill, inque non paucis Hallerus, Gmelinus aliique, quorum opera plurimæ Species evasere ratæ & evidentes.
NOMINA hæc passim dispersa in gratiam studiosorum consultum duxi colligere, acquisitas dein plantas addere, inque unum Systema reducere; at vero pluribus Speciebus observatis, præstantioribus notis detectis, aptioribus Terminis cusis, debui interdum differentias emendare, antea quamvis optimas.
Characteres essentiales pro NOMINE SPECIFICO constituere non levidense opus est; requirit enim Specierum plurium accuratam cognitionem, harum attentissimam partium indagationem, differentium selectionem, Terminorum denique artis propriam applicationem, ut evadant compendiosissimi tutissimique.
NON VISAS plantas heic omisi, toties elusus ab auctoribus, ne dubia certissimis miscerem; si vero aliquando contigerit non sufficienter inspexisse plantam, vel specimen imperfectum obtinuisse, signo † hoc notavi, ut alii eandem accuratius examinent.
Non nominatas in hoc Libello plantas, si quis ad me mittere velit, eas in proxima editione V. D. recensebo cum honorifica recensione datoris.
NUMERUM plantarum totius orbis longe parciorem esse, quam vulgo creditur, satis certo calculo intellexi, utpote qui vix ac ne vix 10000 attingat.
TRIVIALIA nomina in margine apposui, ut missis ambagibus, uno quamlibet Herbam nomine complecti queamus; hæc vero absque selectu potui, quippe quem alius dies poscit. Caveant autem quam sanctissime omnes sani Botanici, umquam proponere nomen triviale sine sufficienti differentia specifica, ne ruat in pristinam barbariem scientia.
SYNONYNA paucissima in EUROPÆIS plantis adhibui, contentus C. Bauhino & Iconographo præstantiore; in EXOTICIS vero plura, quum difficiliora minusque trita sint.
DESCRIPTIONES tantum in obscuris adhibere necessum fuit, easque sine ambagibus, ut obtinerem compendium tironibus gratum.
LOCA natalia more meo adjeci, inque notissimis Fruticantes ♄, Perennes ♃, Biennes ♂, Annuas ☉ notavi.
GENERA nonnulla nova, nonnulla immutata adhibui, quæ in nova editione Generum plantarum propediem sistere animus est.
ADVERSARIORUM tela nunquam retorsi: acerrima convitia, insimulationes, cavillationes, buccinationes, (præstantiorum longe Virorum, omni ævo, laboris præmia) tranquillo animo sustinui, nec suis auctoribus hæc invideo, si inde ipsis apud vulgus gloria major. Fero hæc, quæ in me ne capillum quidem mutant, & cur non ferrem iniquos, qui a veris Botanicis & quidem consummatissimis, quibus assurgere debent illi, summis cumulatus sum encomiis. Parem deinde adversariis referre gratiam, nec anni ingravescentes, nec munus, quo fungor, nec mei mores patiuntur. Quod mihi superest brevioris ævi, tranquillus utilioribus observationibus impendam. Res naturales enim proprio privilegio munitæ persistunt, ut quemadmodum errores in his commissi a nullo defendi, ita nec veritates observationibus innixæ a toto eruditorum orbe conculcari possint; judices itaque provoco seros Nepotes: Pascitur in vivis livor, post fata quiescit,
Tum suus ex merito quemque tuetur honos. Dabam 1753 d. 2. Maji. Upsaliæ.

CARLOS TOLEDO RIZZINI. Ensaio sobre o Uso do Latim na Botânica.  Latim para Botânicos

https://archive.org/details/EnsaioSobreOUsoDoLatimNaBotanica

O Latim para Botânicos  ou Ensaio sobre o  Uso do Latim na Botânica é o  único livro brasileiro completo sobre o  assunto, tendo sido  premiado pela Academia Brasileira de Letras. Um trabalho de folego que exigiu erudição e cultura. Carlos Toledo Rizzini. Fundação Gonçalo Muniz, Bahia, Brasil. Teve segunda ediçao ampliada. Disponível em ARCHIVE ORG

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27 de jun. de 2020 09:06
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16 de abr. de 2014 05:05
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8 de set. de 2019 07:26
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