01 ECONOMICS. ECONOMIA. CLICK PARA ACESSAR SUBPÁGINAS

INTRODUÇÃO À ECONOMIA, INTRODUCTION TO ECONOMICS. PROF. DR. DARCY CARVALHO. SÃO PAULO. FEAUSP. BRAZIL [20/02/2019]

For the purpose of our course many books and tutorials are available in the internet, most in English, but also in Spanish, French, German and Portuguese. Excelentes, concisas ou amplas exposições de conceitos de economia podem ser encontradas nas páginas da internet. O  site  Economics Concepts.com   é recomendado pela sua objetividade e concisão.  http://economicsconcepts.com/law_of_demand.htm 

Há boas apresentações de Microeconomia na Wikipédia e em páginas de universidades. Algumas editoras vem disponibilizando obras importantes na forma de livros eletronicos gratuitos. em darcycarvalho creator do archive org encontram-se também obras importantes que podem ser baixadas sem despesa para um pendrive.

MAIS ABAIXO INDICAREMOS ALGUMAS OBRAS QUE PODERÃO SER USADAS NO DECORRER DO CURSO. VER TAMBÉM FUNDAMENTOS DE ECONOMIA: LEITURAS E EXERCÍCIOS. LINK  À ESQUERDA , ABAIXO.

ECONOMIA É A CIÊNCIA DA ESCASSEZ. SE TUDO EXISTISSE EM ABUNDÂNCIA NÃO HAVERIA NECESSIDADE DA ECONOMIA. SÃO INFINITAS, PORÉM, AS NECESSIDADES DA HUMANIDADE E ESCASSOS OS BENS CAPAZES DE SATISFAZÊ-LAS. BENS ECONÔMICOS SÃO OS BENS [OU SERVIÇOS] CAPAZES DE SATISFAZER NECESSIDADES HUMANAS. OS BENS ECONÔMICOS SÃO ESCASSOS POR DEPENDEREM DE RECURSOS ESCASSOS QUE ENTRAM NA SUA PRODUÇÃO. DIANTE DA ESCASSEZ, ESCOLHAS SÃO NECESSÁRIAS POR PARTE DOS AGENTES ECONÔMICOS, FAMÍLIAS, EMPRESAS, GOVERNO E RESTO DO MUNDO.COMPETE À ECONOMIA RACIONALIZAR E EXPLICAR O COMPORTAMENTO DESSES AGENTES NA SUA TOMADA DE DECISÕES, COM RELAÇÃO A QUE, COMO, QUANTO , ONDE , E PARA QUEM PRODUZIR.

Tipos de recursos escassos. A economia no geral trata da afectação das coisas com valor e disponíveis em quantidade limitada, que são denominadas por recursos escassos. Em termos tipológicos, podemos considerar quatro grandes classes de recursos escassos:

Recursos naturais – São formados pelo solo agrícola, água, variedades de sementes, raças de animais, diversidadegenética das sementes e dos animais, paisagens, ar puro, recursos pesqueiros, animais selvagens, exposição solar, etc.

Recursos humanos – Consiste na capacidade dos indivíduos em fornecer trabalho e depende, entre outros factores,da idade e da robustez física. Pode ser indiferenciado, especializado, escolarizado, criativo, etc. Capital humano: Também podemos falar de capital humano como o stock de conhecimento dos trabalhadores que faz aumentar a sua produtividade, que apesar de ser um recurso humano obriga a aplicar outros recursos para o aumentar. Recursos de empreendedorismo – São ideias de novos negócios, de novos produtos, de novas formas de criar mais riqueza, de novos processos produtivos mais eficientes. Apesar de ser realizada por homens, separa-se dos recursos humanos pela sua grande importância no desenvolvimento e crescimento económico e por depender mais de capacidades particulares dos indivíduos que do tempo de trabalho devotado a este tipo de actividades. 

Recursos de capital – São as máquinas, edifícios, estradas, barragens, solo, portos, etc. [ INTRODUÇÃO À ECONOMIA por Vieira, Pedro Cosme Costa.

DISCIPLINA FUNDAMENTOS DE MICROECONOMIA PARA EDUCAÇÃO FÍSICA

O curso transmite  conceitos básicos de microeconomia, oferta, demanda, elasticidades e mercados, necessários para a análise de problemas econômicos nas áreas da produção, consumo e formação de preços. Enfoca o funcionamento dos mercados em concorrência perfeita, monopólios, oligopólios, e concorrência monopolística. Estes conceitos elementares têm ampla aplicação em áreas de economia aplicada. As relações da microeconomia com outras áreas da teoria econômica são enfatizadas.

A AVALIAÇÃO DO CURSO FAR-SE-Á POR TRES PROVAS OBRIGATÓRIAS E UM  ARTIGO ACADÊMICO COM DEZOITO PÁGINAS. A DATA DE REAVALIAÇÃO SERÁ MARCADA PELO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA. COMPARECIMENTO OBRIGATÓRIO: 70 % DAS AULAS. NOTA MÍNIMA PARA APROVAÇÃO 5.0, NOTA MÍNIMA PARA REAVALIAÇÃO 3.5 .

Contents: 01, 02, 03, 04, 05,

TEXTOS BÁSICOS E LEITURAS COMPLEMENTARES

TEXTOS BÁSICOS: Os textos indicados abaixo são apenas referências, uma vez que as áreas  básicas da economia , a  microeconomia ,  a macroeconomia e a  economia internacional estão suficientemente descritas em qualquer livro de introdução à economia, em qualquer idioma. O estudo do sistema econômico mundial, ou seja o exame do inter-relacionamento das economias do mundo  e o desenvolvimento econômico são áreas de política econômica aplicada  ricas em exemplos e casos de microeconomia  e de macroeconomia, disciplinas cujos conteúdos básicos serão  referidos no curso. A internet constituirá fonte inesgotável de material sobre nossa própria economia, sobre as economias do mundo. bem como  sobre assuntos teóricos e políticas econômicas, nacionais e internacionais, donde se podem extrair temas para o trabalho final.

1 Framework of Microeconomics por Clark Lee Allen

https://archive.org/details/THEFRAMEWORKOFPRICETHEORYBYCLARKLEEALLEN

Os capitulos deste livro irão sendo disponibilizados, durante o curso para que a partir deles o estudante elabore uma síntese dos conceitos básicos e familiarize-se com a forma como os economistas expõem sua disciplina através de gráficos, tabelas, equações e exposições orais. A parte matemática é exposta com exemplos no livro  Matematica elementar para a teoria dos preços:

2 Elementary Mathematics for Price Theory por Clark Lee Allen

https://archive.org/details/ELEMENTARYMATHEMATCSOFPRICETHEORYCLARKLEEALLEN

LEITURAS COMPLEMENTARES:

3 A Moderna Teoria Econômica por Jan Pen [ Uma introdução à macroeconomia]

https://archive.org/details/MODERNATEORIAECONMICAPORJANPEN

Trata-se de uma exposição completa da Ciência Econômica, em linguagem jornalística, tendo como referência economias concretas. O autor é Keynesianista. Excelente leitura.

4 Principios de Teoria Económica por Heinrich von Stackelberg. Uma obra clássica de  teoria econômica, em espanhol, traduzida do alemão. Resume o curso de economia que o autor dispensava a estudantes estrangeiros na Alemanha. Como ocorre com autores alemães, franceses ou italianos, a forma de exposição é profunda e pausada.

https://archive.org/details/STACKELBERGPRINCIPIOSDETEORIAECONMICA

5   INTRODUÇÃO À ECONOMIA – (Vieira, Pedro Cosme Costa). UM TEXTO LUSITANO DE TEORIA ECONÔMICA. UNIVERSIDADE DO PORTO.

http://www.fep.up.pt/docentes/pcosme/trabalhos/22-microeconomia.pdf

6 MICROECONOMIA – Prof.º Mauro Rochlin

http://pt.scribd.com/doc/13423115/Slides-de-Microeconomia

7 CURSO COMPLETO DE MICROECONOMIA : MICROECONOMICS PINDYCK

https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/2963526/mod_resource/content/1/%288th%20Edition%29%20%28The%20Pearson%20Series%20in%20Economics%29%20Robert%20Pindyck%2C%20Daniel%20Rubinfeld-Microeconomics-Prentice%20Hall%20%282012%29.pdf

Em  O Crescimento das Relações Internacionais no Brasil, Fundação Alexandre de Gusmão, encontramos artigos que historiam a evolução econômica do setor externo brasileiro, na época republicana. Leitura interessante para o trabalho escrito.

http://funag.gov.br/loja/download/265-Crescimento_das_Relacoes_Internacionais_no_Brasil_O.pdf

FUNDAMENTOS DE MICROECONOMIA PARA EDUCAÇÃO FÍSICA: PROGRAMA DA DISCIPLINA

As aulas se desenvolvem de acordo com a obra Framework of Price Theory, cujo conteúdo corresponde ao programa do curso. O programa e a bibliografia adicional do curso acham-se publicados no ARCHIVE ORG DARCY CARVALHO CREATOR.  Para localizá-los, proceder assim: I) Utilizar os links fornecidos ou II)  ir ao google searcher : 1) e  escrever: darcy carvalho creator. 2) clicar no link antenor nascentes. 3) na página archive.org: ir para date published e aí localizar  Clark Lee Allen Framework of Price Theory e  Jan Pen Moderna Teoria Económica. Bibliografias adicionais podem ser encontradas com o google search, buscando: <darcy carvalho microeconomics>. < darcy carvalho notas de economia aplicada>

CARACTERÍSTICAS DOS CURSOS DE INTRODUÇÃO À ECONOMIA.  INTRODUCTION TO ECONOMICS.  

Os cursos de economia iniciam-se geralmente com noções básicas sobre os sistemas econômicos  reais ou teóricos ( capitalismo, comunismo e socialismo) e seus objetivos: O que, como, quanto e para quem produzir; agentes econômicos ( famílias, governos, empresas e resto do mundo), suas interações e comportamentos (maximização das utilidades dos bens pelos consumidores e maximização dos lucros pelas empresas); estudo dos mercados de bens ou de fatores produtivos ( terra, capital, trabalho, tecnologia e informação) e sua tipologia ( mercados perfeitos, monopólios, oligopólios, concorrência monopolística  e monopsônios);  o papel do governo no sistema econômico, através da regulação econômica, da política monetária, da imposição tributária direta e indireta, dos subsídios, das despesas públicas e das políticas sociais; a inserção do país na economia mundial e os problemas decorrentes do intercâmbio internacional, moedas internacionais, taxas de câmbio e mercado cambial, balanço de pagamentos, restrições ou facilitações ao comércio exterior pelos governos; equidade na distribuição da renda, crescimento econômico e instabilidade da conjuntura econômica ( inflação, recessão e recuperação do nível de atividade).  Através desta apresentação sumária do contexto econômico introduz-se a metodologia da economia, fundada na formulação de modelos econômicos, que são versões matemáticas simplificadas dos fenômenos econômicos, visando a consecução de previsões econômicas ainda que aproximadas para a sintonização de políticas econômicas necessárias. O dois grandes modelos que pautam o pensamento econômico e a teoria econômica atual são o modelo marshaliano ( microeconomia ) e o modelo keynesiano ( macroeconomia). Um terceiro modelo, o modelo mercantilista, mais antigo que os dois citados, sobrevive nas práticas usuais das políticas econômicas referentes ao comércio exterior, envolvendo equilíbrio do balanço de pagamentos, restrições ao comércio, acumulação de reservas, manipulação cambial.

A MATÉRIA  DADA EM CLASSE PODERÁ  SER REVISADA NO SITE < SEMINARIO DE MICROECONOMIA >, CUJOS LINKS VÃO ABAIXO.  Neste excelente  site vários economistas estudam os diferentes tópicos da Microeconomia  e disponibilizam exercícios. O site é  muito amplo e seu conteúdo  muito adequado aos que iniciam o estudo da Economia: 

1. Teoria do consumidor.    Consumer Theory

  http://pt.slideshare.net/Moruska/seminrio-teoria-do-consumidor

Este primeiro link leva aos outros.

2. Comportamento do consumidor.  Consumer Behaviour

http://pt.slideshare.net/DginaCristina/cap03atividadespindyck

Pindick é um dos grandes textos de Micro

 3. Teoria da utilidade. Teoria da Escolha . Utility Theory. Choices of the consumer

http://pt.slideshare.net/Moruska/seminrio-teoria-do-consumidor-10188787

Curvas de indiferença e reta orçamentaria. Indifference Curves and Budget Lines

4. Teoria elementar do consumo . Consumer theory

http://pt.slideshare.net/Dayaneds/teorias-de-consumo-e-produo

5. As curvas de oferta e Demanda. Supply and demand curves

http://pt.slideshare.net/DginaCristina/cap02-23215835

6. Elasticidades e aplicações. Elasticity of Demand and Supply

OBJETIVOS  

Proporcionar uma introdução à teoria econômica e ao estudo das economias atuais.

Introdução à Economia. 

Visamos elaborar um curso de economia direcionado ao entendimento da conjuntura econômica, ou seja, dos fatos econômicos que diariamente se apresentam na vida dos países, um curso que permita entender a lógica  e as razões das políticas econômicas adotadas pelos governos. 

NOTAS DE ECONOMIA APLICADA

Assuntos conjunturais e tópicos especiais de teoria econômica estarão nas Notas de Economia Aplicada em ordem aleatória. As notas transmitem  mensagens independentes que podem ser lidas em qualquer ordem. Seus conteúdos  pertencem às diversas áreas econômicas: microeconomia, macroeconomia, história econômica  ou ao pensamento econômico, brasileiro ou mundial. Todos os aspectos da Economia [ Economics]  e das economias reais [ Economy,Economies] podem ser estudados autodidaticamente na internet por qualquer adulto informado. 

Teoria e Praxis do Desenvolvimento Econômico e da  Economia Internacional

Na campo  da economia aplicada, duas áreas proporcionam amplas oportunidades de aplicação e verificação dos conceitos básicos da teoria econômica , a área do desenvolvimento econômico e a área do comércio internacional. 

Duas preocupações percorrem o tópico do desenvolvimento econômico: demonstrar a natureza e a necessidade do crescimento  econômico, cuja aceleração constitui um dos quatro objetivos maiores dos governos, ao lado da consecução do pleno emprego, da estabilidade econômica e monetária, e do equilíbrio externo; a segunda, demonstrar que  o crescimento e o desenvolvimento econômicos foram objeto de intensa teorização no século passado, com o emprego de instrumentos matemáticos de fácil  e necessária inteligência. 

As economias dos BRICS,  Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul também serão estudadas no tópico Desenvolvimento Econômico: Teoria e Praxis, na medida em apareçam como  atores em eventos importantes na área internacional. 

Economia Internacional e Geopolítica

O intenso processo de globalização econômica, ou de abertura comercial dos países e o deslocamento do eixo econômico mundial para a Asia reforçam o elo natural entre  Economia Internacional e Geopolítica, que leva em consideração a posição e os fatores geográficos que condicionam o sucesso econômico e o potencial político dos países.

 A intensificação da internacionalização das economias  pode suscitar  o agravamento da instabilidade econômica e a flutuação indesejada  do emprego interno,  afetando regiões e países com intensidades diferentes.  Tópicos de Economia Internacional são  propícios  à discussões e tratamento teórico.

Japan. The Japanese Economy and Economic Development. O Japão sua economia e Desenvolvimento Econômico

O Japão, estudado desde o século XVI, fornece um exemplo notável de desenvolvimento econômico asiático. A economia japonesa atual, dadas a sua evolução demográfica, globalização e crise prolongada, fornece um case study bastante cômodo para explicar conceitos e posturas econômicas. Por estar na Ásia, novo polo econômico do mundo, o Japão dá-nos a oportunidade de comparar sua economia  com as dos  novos atores emergentes naquele continente, Cingapura ou Singapore, Ìndia, Indonésia, China, Coreia e Taiwan.

LEITURA. THE JAPANESE ECONOMY IN 2015. AN OVERVIEW BY THE OCDE. SOURCE: OECD ECONOMIC SURVEYS- JAPAN APRIL 2015. 48 pages. MATERIAL DE CURSO. DISCIPLINA EAE0 110. FUNDAMENTOS DE ECONOMIA. STUDIES ON ECONOMICS AND CONTEMPORARY ECONOMIES. PROF. DR. DARCY CARVALHO. FEAUSP. SÃO PAULO. BRAZIL. 2016.

http://www.oecd.org/eco/surveys/Japan-2015-overview.pdf


Pensamento Econômico Mundial. World Economic Thought. 
Medidas de política econômica e monetária foram adotadas ao longo de toda a história humana, em todas as partes do mundo em que surgiram povos civilizados.,Até Adam Smith no século XVIII, os  estudos de natureza econômica foram parte da formação filosófica e privilégio de estadistas. A partir de  Adam Smith expandem-se  os estudos de Economia Política que chegam até  nossos dias. As idéias de Adam Smith são uma refutação do sistema mercantilista, e sorem grande influência dos economistas liberais franceses, denominados quesnaisianos por orbitarem entorno a François Quesnais, autor do Tableau Économique, primeira formulação matemática do fluxo circular da renda.


BIBLIOGRAFIA GERAL DESTE SITE. THE GENERAL BIBLIOGRAPHY OF THIS SITE IS AVAILABlE AT


Contem obras de economia, geopolítica mundial e  brasileira, e estudos de idiomas relevantes para a área acadêmica.

 ABOUT ECONOMICS.    

 Descrição de um curso introdutório de economia

THE SUBJECT MATTER OF ECONOMICS: Economics is a broad subject. The subject matter of economics appears to be so enormous that one begins to wonder whether studying it is not just another form of an endless work. While it is true that the subject matter of economics is so broad it does not follow that the study of it should become so laborious.  WHAT EXACTLY IS ECONOMICS? The answer is that economics is basically a way of thinking. In the narrow sense of the word it is a way of thinking about those things which are defined as economics activities. In a broader sense, it is a method of thinking about all questions concerning the organisation of society. The scope of the subject, therefore, may sometimes appear as almost unlimited. However, the subject itself – the principles of analysis – is very well defined and well under control. PURPOSE OF  A COURSE IN ECONOMICS. The purpose of a course in Economics is to introduce the student to the fundamentals of economic analysis. This means that what we are concerned with is the study of the way economists  think rather than the extent of what they have said. Courses in economics  highlight just the  analytical points while spending less time on applying those principles to various social issues. BASIC INTRODUCTORY TEXT. Our basic introductory text.  to start our study of economic analysis , or the study of the way economists think, is on-line:  Introduction to economics. A. Witztum. Undergraduate study in Economics, Management, Finance and the Social Sciences. It contains just 86 pages and prepares for the reading of larger texts on Economics and on  various areas of the connected  subjects, Management, Finance and the Social Sciences. NATURE AND SOURCE OF OUR FIRST TEXT ON ECONOMICS. It is an extract from a subject guide for an undergraduate course offered as part of the University of London International Programmes in Economics, Management, Finance and the Social Sciences. Materials for these programmes are developed by academics at the London School of Economics and Political Science (LSE). HOW TO GET THE BOOK. The book can be obtained at

A. Witztum MA, PhD (LSE), Professor of Economics, London Metropolitan University and the London School of Economics and Political Science. This is one of a series of subject guides published by the University for its  International Programmes.
CONTENTS OF THE COURSE 

 01  General Introduction. Economics as a theory.  The fundamental economic problem Specialisation and trade . The role of demand . Rationality Preferences: the relationship individuals have with the world of economic goods . Deriving demand for economic goods .  Market demand . Production and the behaviour of the firm .  Production functions

02 Introduction to economics. The behaviour of the firm . Producer behaviour with respect to output  A numerical example . The firm as an organisation: a note .

 03 Market structures .The basic principle of equilibrium in Economics . The determinants of market structure . The model of perfect competition . The monopolist . Monopolistic competition . A note on strategic behaviour .

04  The market for factors . Capital, labour and distribution . The demand for factors . Supply of labour . Market equilibrium .

05  General equilibrium and welfare economics . Pareto efficiency in an exchange economy .. A note on welfare economics .

06  Externalities and public goods .Externalities and incomplete markets .  Public goods and their efficient provision .

07 Aggregation and the macroeconomic problem .The problem of aggregation .

08 The determinants of output . Say’s Law and general equilibrium . Output and markets .

Market imperfections and unemployment .

09 The goods market in the closed economy . Closed economy without a government .The complete goods market: closed economy without a government.Closed economy with government . The IS representation of the goods market equilibria

10  Money and banking . Introduction . The demand for liquid assets .. The supply of liquid assets . Equilibrium in the liquid assets market . Deriving the LM (the liquid assets market) .  General equilibrium, employment and government policy .The macro notion of general equilibrium .The algebra of macroeconomics’ general equilibrium . The geometry of general equilibrium: IS − LM .Internal debt financing . Borrowing from the central bank (printing money) .

11 Prices, inflation and unemployment  The aggregate demand: yet another representation .The problem with aggregate supply .  A price-level interpretation .

12 The open economy . The national accounts for the open economy . The goods market . Exchange rate determination and the money sector . General equilibrium in an open economy .


INTERMEDIATE   MICROECONOMICS  BY HALL  VARIAN PDF 8TH EDITION
CONTÉM UM CURSO NORMAL DE MICROECONOMIA TAL COMO É ENSINADA NO BRASIL E NO EXTERIOR

Introduction. Economics proceeds by making models of social phenomena, which are simplified representations of reality. In this task, economists are guided by the optimization principle, which states that people typically try to choose what’s best for them, and by the equilibrium principle, which says that prices will adjust until demand and supply are equal.  The demand curve measures how much people wish to demand at each price, and the supply curve measures how much people wish to supply at each price. An equilibrium price is one where the amount demanded equals the amount supplied. The study of how the equilibrium price and quantity change when the underlying conditions change is known as comparative statics. An economic situation is Pareto efficient if there is no way to make some group of people better off without making some other group of people worse off. The concept of Pareto efficiency can be used to evaluate different ways of allocating resources. For the purpose of our course many books and tutorials are available in the internet, most in English, but also in Spanish, French, German and Portuguese.


MICROECONOMIA. Nosso curso estudará o elementos de Microeconoeconomia sem emprego de matemática avançada., apenas geometria e álgebra elementar.No texto abaixo identifique o objeto e os principais conceitos de microeconomia. No livro de Varian e em outros que indicaremos encontrarão a explicação detalhada desses conceitos explicados em palavras, álgebra e gráficos. O texto  de Witztum é bastante limitado mas importante para se ter uma ideia de como se estuda economia na Universidade de Londres.  Na inclusão de tópicos entra na área da Macroeconomia também.
A Microeconomia é definida como um problema de alocação de recursos escassos em relação a uma série possível de fins. Os desdobramentos lógicos desses problemas levam ao estudo do comportamento econômico individual de consumidores, e firmas bem como a distribuição da produção e rendimento entre eles. A Microeconomia é considerada a base da moderna teoria econômica, estudando suas relações fundamentais.

As famílias são consideradas fornecedores de trabalho e capital, e demandantes de bens de consumo. As firmas são consideradas demandantes de trabalho e fatores de produção e fornecedoras de produtos.

Os consumidores maximizam a utilidade a partir de um orçamento determinado. As firmas maximizam lucro a partir de custos e receitas possíveis.

A microeconomia procura analisar o mercado e outros tipos de mecanismos que estabelecem preços relativos entre os produtos e serviços, alocando de modos alternativos os recursos dos quais dispõe determinados indivíduos organizados numa sociedade.

A microeconomia preocupa-se em explicar como é gerado o preço dos produtos finais e dos fatores de produção num equilíbrio, geralmente perfeitamente competitivo. Divide-se em:

Teoria do Consumidor: Estuda as preferências do consumidor analisando o seu comportamento, as suas escolhas, as restrições quanto a valores e a demanda de mercado. A partir dessa teoria se determina a curva de demanda.

Teoria da Firma: Estuda a estrutura econômica de organizações cujo objetivo é maximizar lucros. Organizações que para isso compram fatores de produção e vendem o produto desses fatores de produção para os consumidores. Estuda estruturas de mercado tanto competitivas quanto monopolisticas. A partir dessa teoria se determina a curva de oferta.

Teoria da Produção: Estuda o processo de transformação de fatores adquiridos pela empresa em produtos finais para a venda no mercado. Estuda as relações entre as variações dos fatores de produção e suas conseqüência no produto final. Determina as curvas de custo, que são utilizadas pelas firmas para determinar o volume ótimo de oferta.

A Microeconomia explica também as práticas de mercado, sendo estas divididas em: Monopólio, Monopsónio, Oligopólio, Oligopsónio, Concorrência perfeita e Concorrência monopolística.

Para Paul Krugman e Robin Wells,

"uma das principais questões da microeconomia é a busca da validade da intuição de Adam Smith, saber se os indivíduos na busca dos seus interesses próprios contribuem para promover os interesses da sociedade no seu conjunto"1 .

Efetivamente, o foco de interesse da microeconomia é, antes de tudo, o estudo das escolhas dos agentes económicos, isto é, da forma estes procedem dado um conjunto de diferentes opções, comparando os benefícios e inconvenientes para a prossecição dos seus objetivos ou para a satisfação dos seus interesses - o postulado utilitarista.

 A microeconomia estuda as interações que ocorrem nos mercados em função da informação existente e da regulação estatal. Distingue-se o mercado de um produto ou serviço dos mercados de fatores de produção, capital e trabalho. A teoria compara os agregados da quantidade global demandada pelos compradores e a quantidade fornecida pelos vendedores, o que determina o preço. Constroi modelos que descrevem como o mercado pode conseguir o equilíbrio entre o preço e a quantidade, ou como pode reagir às alterações do mercado ao longo do tempo, que é o que se denomina de mecanismo da oferta e da procura. As estruturas de mercado, como sejam a concorrência perfeita e o monopólio, são analisados em função das suas consequências, em termos de comportamento e da eficiência económica. A análise de um mercado é feita a partir de hipóteses simplificadoras: racionalidade dos agentes, equilíbrio parcial (parte-se do pressuposto de que os outros mercados não são afetados). Uma análise em equilíbrio geral permite avaliar as consequências sobre os outros mercados, e pode permitir compreender as interações e os mecanismos que podem levar a um equilíbrio 2 .

http://pt.wikipedia.org/wiki/Microeconomia

MACROECONOMIA .  Apenas alguns tópicos da Macroeconomia serão estudados para completar a visão do sistema econômico e sua lógica. Macroeconomia (do grego: makrós, grande, amplo, largo e oikonomia / lei ou administração do lar) é uma das divisões da ciência econômica dedicada ao estudo, medida e observação de uma economia regional ou nacional como um todo. A macroeconomia é um dos dois pilares do estudo da economia, sendo o outro a microeconomia. O estudo macroeconômico surgiu como forma de oposição ao sistema mercantilista vigente na Europa, este movimento foi chamado por Keynes de Revolução Clássica. Os dois dogmas mercantilistas atacados pelos clássicos eram, o metalismo (a crença de que a riqueza e o poder de uma nação estava no acúmulo de metais preciosos), e a crença na necessidade de intervenção estatal para direcionar o desenvolvimento do sistema capitalista. O primeiro trabalho clássico foi A riqueza das nações, 1776 de Adam Smith, sendo considerado a partir desta publicação o início ciência econômica. O termo macroeconomia teve origem na década de 1930 a partir da Grande Depressão iniciada em 1929, onde foram intensificadas a urgência do estudo das questões macroeconômicas, sendo a primeira grande obra literária macroeconômica o livro Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda, do economista britânico John Maynard Keynes, dando origem a Revolução Keynesiana que se opôs à ortodoxia da Economia Clássica. A macroeconomia concentra-se no estudo do comportamento agregado de uma economia, ou seja, das principais tendências (a partir de processos microeconômicos) da economia no que concerne principalmente à produção, à geração de renda, ao uso de recursos, ao comportamento dos preços, e ao comércio exterior. Os objetivos da macroeconomia são principalmente: o crescimento da economia, o pleno emprego, a estabilidade de preços e o controlo inflacionário. Um conceito fundamental à macroeconomia é o de sistema econômico, ou seja, uma organização que envolva recursos produtivos e relações inter-industriais.

ELEMENTOS DE TEORIA DO CONSUMIDOR

Teoría del comportamiento del consumidor: conceptos básicos

http://www.escuelamanagement.eu/gestion-estrategica/teoria-del-comportamiento-del-consumidor-conceptos-basicos

¿Cómo actúan las personas cuando están adquiriendo bienes y servicios? ¿A qué responde el comportamiento del consumidor? ¿Por qué opta por unos productos en lugar de otros en su cesta de la compra? ¿Cómo cambian sus decisiones cuando los precios oscilan o su capacidad adquisitiva aumenta? A estas preguntas de respuesta la Teoría del Consumidor, un paradigma de microeconomía que analiza el proceder de los ciudadanos como compradores.

La Teoría del consumidor

Esta corriente, impulsada por autores como Menger, Jevons y Walras o Alfred Marshall, es de vital importancia en la economía y gestión empresarial pues, a partir de ella, podemos observar cómo se produce el comportamiento del consumidor, es decir, sobre qué bases decide el ciudadano la mezcla de bienes que tiene a su disposición para satisfacer sus necesidades y encontrar un equilibrio perfecto.

Según esta teoría, las personas tratan de alcanzar su máximo bienestar a partir del presupuesto que manejan y, por tanto, organizan su riqueza para adquirir un conjunto de bienes que les reporten el mayor grado de satisfacción posible. Dicho de otro modo, los ciudadanos eligen entre la oferta del mercado aquellos productos con los que lograr su nivel óptimo de bienestar dentro de sus posibilidades económicas. Por ejemplo, una persona con 100 euros de presupuesto para ropa decidirá si prefiere comprarse 4 jerséis de 25 euros o solo dos más un pantalón de 50 euros.

Dentro del comportamiento del consumidor existen varios conceptos esenciales que nos ayudan a conocer su forma de actuar:

  • Preferencias y restricciones
  • Función de utilidad
  • Curva de la indiferencia
  • Curva de la demanda

Preferencias y restricciones

Los factores que determinarán el comportamiento del consumidor son las preferencias y restricciones de cada individuo.

En este sentido, las primeras se refieren a qué productos formarían parte de esa cesta ‘perfecta’ o maximizada para el consumidor y se determinan ordenando las cestas de bienes alternativas.

Las restricciones, por su parte, hacen alusión al presupuesto de la persona e identifican el conjunto de cestas posibles o asequibles para el ciudadano.

La función de utilidad

La función de utilidad consiste en asignar un valor numérico a cada cesta de bienes de manera consistente con las preferencias del consumidor, de forma que recopilamos información sobre las preferencias del consumidor.

En este elemento es posible que se produzca una relación decreciente cuando aumenta el consumo: cuanto mayor es el número de productos consumidos, menor es la utilidad o satisfacción percibida por el consumidor. Por ejemplo, siguiendo con el caso textil, la compra de un jersey aportará gran bienestar, pues el comprador no disponía de ninguno para el invierno, pero conforme vaya incorporando nuevas prendas, su satisfacción será menor.

Curva de indiferencia

Este elemento del comportamiento del consumidor muestra las distintas combinaciones de productos que reportan un mismo nivel de utilidad, es decir, las combinaciones que nos colocan en una misma situación de indiferencia. Así, si un individuo reduce la cantidad de X, tendrá que aumentar la de Y para mantener el nivel de utilidad.

Cuando unimos las diferentes curvas de indiferencia obtenemos el mapa de curvas de indiferencia, un conjunto gráfico que describe las preferencias de una persona sobre todas las cestas de bienes posibles. En este caso, podemos observar cómo cuanto mayor es el consumo de los bienes y servicios, mayor es la satisfacción o utilidad de la cesta. Por ejemplo, si en lugar de un jersey y un pantalón, el comprador adquiere dos jerséis y dos pantalones la curva de indiferencia aportará una mayor utilidad.

Ahora bien, como cada persona parte de una restricción presupuestaria concreta, el consumidor tendrá que maximizar sus recursos, ya sea buscando artículos alternativos o renunciando a unos productos en beneficio de otros.

Curva de demanda

Como consecuencia, al estudiar las diferentes curvas de indiferencia se puede obtener la curva de demanda, en la que se aprecia las cantidades de cada bien o servicio en relación con el precio máximo que el sujeto está dispuesto a pagar por cada uno de ellos.

Gracias a esta teoría, la empresa podrá tener una información muy útil para la fijación de tarifas y PVP por parte de las empresas, así como el diseño de estrategias competitivas que permitan ‘empujar’ al ciudadano hacia la compra.

 

PROF. DR. DARCY CARVALHO. SÃO PAULO. SP.  FEAUSP. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. BRASIL. 24/03/2017