04 BIBLIOGRAFIA PARA UMA INTRODUÇÃO À ECONOMIA

TEXTOS QUE COBREM O CONTEÚDO DE UM CURSO ELEMENTAR  E TEXTOS PARA DISSERTAÇÕES. PROF. DR. DARCY CARVALHO. FEA USP.SÃO PAULO. BRAZIL. 2020. DISCIPLINA EAE 0110 FUNDAMENTOS DE MICROECONOMIA PARA EDUCAÇÃO FÍSICA.
 
AVISO IMPORTANTE

Prezados alunos. Conforme combinamos:  às quartas-feiras,  nesta página  < darcy carvalho  04 Bibliografia>  serão indicados os  tópicos de leitura da semana. Deverão ser lidos e resumidos, utilizando-se os arquivos do pé da página.  Os resumos servirão para confirmação de participação  e para  eventual abono  de frequência. Serão entregues todos juntos, no  primeiro dia  de aula, na forma de uma apostila. 

Também já indiquei que o trabalho final deve ser elaborado durante o recesso  e será considerado como Primeira Prova.
 
Dou por concluída a introdução ao estudo do mercado. Iniciaremos nesta semana a teoria da firma que compreende a teoria da produção e a teoria custos de produção. Quanto possível utilizarei  fatos e fenômenos econômicos que se manifestam no decorrer desta pandemia.
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Depois da segunda guerra mundial nenhuma outra ocorrência tinha exposto com tal  evidência a fragilidade geral do sistema econômico mundial, baseado na globalização. Os sistemas econômicos nacionais já não conseguem mais produzir internamente nem as quantidades de insumos médicos, nem os componentes ou insumos dos produtos que exibem como nacionais. 

Sem a China e a Índia a grande indústria farmacéutica dos Estados Unidos não pode produzir remédios e as automobilísticas alemãs, por exemplo,  teem de interromper sua produção por falta de peças, vindas da China. Esta crise, quando passar, exigira completo repensar do até que ponto pode o Ocidente depender da Ásia. 
Se a dependência ocidental começar a ser reduzida, como de fato já começou, com as políticas isolacionistas e mercantilistas do America First do Presidente Trump, isto significará uma catástrofe econômica e humana naquela parte do globo. Quando à dissolução da União Européia, já começou pelo Brexit, a saída do Reino Unido da União Européia,  e também pela sua notória incapacidade da França e da Alemanha  de acudir a Itália e a Espanha.

No Brasil, o presidente da república vem sendo arrasado pela imprensa por alertar que desabastecimento pode ocorrer se um longo lockout tiver que ser mantido por razões médicas. Isto não uma suposição presidencial irresponsável mas uma simples dedução lógica, elementar, que já ocorreu a todos os economistas.
A grande tragédia, consequência da desindustrialização geral do ocidente é a mortalidade excessivamente alta  do pessoal da área médica, que assistimos, ocorrendo em todos os países, por falta de equipamentos médicos e do desconhecimento do inimigo a enfrentar.


Atividades durante o recesso: escrever o trabalho final. Sugestões no pé desta página. 

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2. MÊS DE ABRIL
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ABRIL – Teoria da Firma 

PRIMEIRA AULA. CUSTOS DE PRODUÇÃO. QUANTO PRODUZIR?

O objetivo das empresas é a maximização do lucro, definido como a diferença entre a receita total das vendas RT=P.Q e o custo total da produção CT= custos fixos + custos variáveis.  Lucro total = RT-CT. Isto nos leva a estudar o processo de produção , teoria da produção, e os custos de produção, teoria dos custos.

O estudo dos custos de produção tem a ver com a questão do quanto produzir. A resposta do modelo é que uma empresa deve continuar a produzir enquanto a última unidade produzida acrescentar uma contribuição ao lucro total da empresa. Em microeconomia denominamos produto marginal à última unidade produzida, cuja produção envolve um certo custo, o custo marginal. A resposta acima, do quanto produzir passa a ser: ----uma empresa deve expandir sua produção até que o custo marginal iguale o preço do mercado, isto é, até que a contribuição ao lucro da última unidade produzida seja nula, até que o lucro marginal seja zero. O estudo dos custos de produção em microeconomia, isto é, em teoria, exige a identificação dos custos totais de produção e sua decomposição em custos fixos e custos variáveis. CT= CFT+CVT

Na área da produção vige uma lei geral denominada lei dos rendimentos físicos marginais decrescentes, que vigora enquanto pelo menos um dos fatores de produção for fixo. Os fatores de produção considerados neste modelo microeconômico elementar são o trabalho e o capital. Costuma-se representar o capital por K maiúsculo e o trabalho por L. Uma empresa qualquer no curto prazo tem um certo capital, uma quantidade determinada de meios físicos de produção, ao qual acrescenta trabalho e matérias primas para gerar o produto. A relação matemática entre quantidades de fator utilizada e produto resultante é representada na forma de função de produção  Q= f(K, L).Supondo qu o produto Q pode ser obtido por diferente combinações de K e L, obtemos um ente geométrico denominado isoquanta, que representa todas as formas de obter a mesma quantidade do produto, variando as quantidades de trabalho e capital. No curto prazo o custo relacionado com o capital é fixo, e o custos do trabalho e das matérias primas são variáveis, dependendo   do aumento ou da diminuição da quantidade produzida. Além do custo do capital as empresas tem outros custos fixos, outras despesas, que independem do volume produzido. Neste contexto, à medida que a empresa aumenta o emprego de mão-de-mão de obra, que é um fator variável, sem aumentar o capital, o fator fixo, passa a agir a lei dos rendimentos físicos marginais decrescentes. A contribuição de cada operário adicional certamente aumenta o produto, mas a sua contribuição marginal, o rendimento marginal será cada vez menor. Isto tem uma implicação sobre os custos da produção, para captá-la temos de trabalhar com os custos médios e marginais. CT/Q= CFT/Q+ CVT/Q. 

ESTA AULA CONTINUARÁ NO PDF:  ABRIL – PRIMEIRA AULA. CUSTOS DE PRODUÇÃO ONDE PODEREMOS VISUALIZAR IMAGENS. O QUE AQUI DISSEMOS  É SUFICIENTE PARA IDENTIFICAR O ASSUNTO NOS AUTORES QUE OS ALUNOS CONSULTARÃO PARA REDIGIR SEUS RESUMOS. Os textos abaixo  em URL estão disponíveis on line ou nos Arquivos  no pé desta página.

http://home.ufam.edu.br/enimar/INTRODU%C3%87%C3%83O%20%C3%80%20ECONOMIA/TEORIA%20DOS%20CUSTOS.pdf

https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4288992/mod_resource/content/0/aula05_revisada.pdf

https://www.youtube.com/watch?v=xLSRMt-wWAM

https://www.youtube.com/watch?v=qYKJdooEnwU

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O contexto mundial em primeiro de abril de 2020. -

Dados estatísticos da pandemia de coronavírus.  O coronavírus apareceu no final de 2019, após o surto na China, uma pandemia começou e a infecção se espalhou pelo mundo. O COVID-19 é muito contagioso, muitas pessoas o transferem sem perceber - isso pode levar a um aumento exponencial no número de pessoas infectadas e, em seguida, se as autoridades perderem a epidemia, um aumento acentuado no número de pacientes graves. Nas formas graves da doença, o vírus infecta os pulmões, os pacientes precisam de equipamento de ressuscitação. Quando o número de pacientes excede em muito as capacidades do sistema de saúde, os médicos não conseguem evitar muitas mortes, uma parte significativa da qual teriam conseguido em uma situação diferente. Dados estatísticos da pandemia de coronavírus às 11 horas e 10 minutos, horário de Moscou, quarta-feira, 1 de abril:O número total de portadores registrados de coronavírus no mundo: 861.773 pessoas. Faleceram: 42.361 pessoas. Recuperaram-se: 178 mil e 537 pessoas. Коронавирус появился в конце 2019 года, после вспышки эпидемии в Китае началась пандемия, инфекция распространилась по всему миру. COVID-19 очень заразен, многие люди переносят его не замечая – это может приводить к экспоненциальному росту инфицированных, а следом, если власти упустят развитие эпидемии – к резкому росту числа тяжелых больных. При тяжелой форме течения болезни вирус поражает легкие, пациенты нуждаются в реанимационном оборудовании. Когда число больных сильно превышает возможности системы здравоохранения, врачи оказываются не в силах предотвратить множество смертей, со значительной частью которых в другой ситуации они справились бы.

https://www.svoboda.org/a/30521664.html?utm_source=site&utm_campaign=push

 

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1. FEVEREIRO E MARÇO 2020. TEORIA DO CONSUMIDOR. LEIS DO MERCADO. OFERTA, DEMANDA E ELASTICIDADE 
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TÓPICOS PARA DISCUSSÃO

Comportamento de consumidores e produtores na Russia

O Serviço Federal Antimonopólio da Rússia disse que revelou sinais de conspiração de cartel no mercado para produtores de trigo sarraceno. Se isso puder ser provado, os produtores enfrentarão responsabilidade criminal - prisão até seis anos. As verificações foram feitas contra o aumento dos preços de vários produtos devido à epidemia de coronavírus. Nas notícias da pandemia de coronavírus, a demanda por trigo sarraceno nas lojas aumentou 66%, informou a Nielsen , segundo a Interfax . O estudo disse que os cereais estão associados aos compradores com a preparação para a quarentena. Diante do aumento da demanda, os fornecedores de trigo sarraceno aumentaram os preços no atacado em 15 a 30%, o que levou a um aumento no preço no varejo. No ambiente profissional, isso é explicado por uma queda na produção de cereais na última temporada, um enfraquecimento do rublo e um aumento nos custos de energia, manutenção de equipamentos importados e custos de transporte, escreveu o jornal Vedomosti.
Depois que a vice-primeira-ministra Tatyana Golikova chamou a atenção do presidente russo Putin para o aumento dos preços das máscaras de farmácia, um projeto de lei foi introduzido na Duma para reforçar a regulamentação do mercado. As redes de farmácias alertaram para um possível aumento nos preços dos medicamentos.
Os principais economistas russos exigiram uma quarentena rigorosa na Rússia para impedir a propagação da infecção por coronavírus. A declaração foi publicada no Facebook pelo professor da Universidade de Chicago, Konstantin Sonin, e foi assinada por professores russos na Escola de Economia de Paris, Boston College, Sciences Po, Princeton e Stanford. Os autores do apelo acreditam que os russos perceberão a semana de folga declarada por Vladimir Putin como férias, o que levará à disseminação do COVID-19. "Este erro já foi cometido há um mês na Itália", afirmou o comunicado.

A QUARENTENA E O FLUXO CIRCULAR DA RENDA

Os efeitos danosos da atual situação sanitária do mundo serão superiores aos das duas catástrofes que abalaram o século vinte, a primeira e a segunda guerra mundiais, somados aos genocídios cometidos em nome de religiões e ideologias políticas  de direita e de esquerda. A conjuntura atual exige imediatamente e continuará a exigir por anos a fio medidas de natureza militar, aplicadas exclusivamente em tempo de guerra e iminente perigo de colapso nacional, capituladas na expressão economia de guerra, com vasta literatura e comprovação prática, bem como leva à redescoberta dos ensinamentos keynesianos, esquecidos nos manuais de macroeconomia elementar, depois da adoção geral da ideologia monetarista de Milton Friedman, ainda praticada, inclusive no Brasil na atual administração. A situação da Europa, antes do advento do virus  covid-19, já era crítica, em decorrência da aceitação do globalismo econômico como ideal e das medidas preconizadas e impostas pela Organização Mundial do Comércio, zeladora do livre comércio entre os países. À diferença do que sucedeu nos dois pós-guerras, as estruturas físicas de produção, habitação e transporte permanecem intactas, e o problema se concentra gravemente no estado sanitário da população, que em todos os países se agrava pela indisciplina social generalizada, gerada por ideologias e processos educacionais centrados no indivíduo como medida do mundo.

A quarentena decretada pelos governos para reduzir a velocidade da transmissão do corona virus, economicamente, significa uma ruptura súbita do fluxo circular da renda entre produtores , consumidores e o próprio governo, que ficará privado de arrecadação tributária. Esta medida, que visa confinar a população em seus domicílios, naturalmente, só pode ser mantida por limitado tempo, mesmo com as injeções maciças de renda no setor famílias e no setor produtivo, 2 trilhões de dólares nos Estados Unidos, por exemplo. A renda mínima paga aos consumidores visa meramente assegurar sua sobrevivência, aquela dirigida às empresas visa impedir que quebrem, porque não vendendo produtos não auferem receita, para cobrir seus custos fixos e compromissos bancários. Cessando, porém, completamente a produção de bens e serviços, o procedimento só pode continuar até o esgotamento total dos estoques de bens, e matérias primas que certamente não estavam preparados para longo período sem reposição. Esgotados os estoques de bens ou de matéria prima nacional ou importada naqueles setores que não interromperam sua produção, não adiantará distribuir moeda, em papel ou por meio eletrônico, porque não haverá o que comprar em todo o território nacional, ceteris paribus. O governo brasileiro vai distribuir $600 reais às pessoas afetadas pela crise.

Atividades durante o recesso: escrever o trabalho final. Sugestões no pé desta página. 

Context of the Course

The damaging effects of the current health situation in the world will be greater than those of the two catastrophes that shook the twentieth century, the first and the second world war, in addition to the genocides committed in the name of religions and right and left political ideologies. The current situation demands immediately, and will continue to demand, for years on end, measures of a military nature, applied exclusively in time of war and imminent danger of national collapse, capitulated in the expression war economy, with vast literature and practical evidence. It is leading as well to the rediscovery of Keynesian teachings, forgotten in the elementary macroeconomics manuals, after the general adoption of Milton Friedman's monetarist ideology, still practiced, including in Brazil in the current administration. The situation in Europe, before the advent of the covid-19 virus, was already critical, due to the acceptance of economic globalism as an ideal and the measures advocated and imposed by the World Trade Organization, which oversees free trade between countries. Unlike what happened in the two post-wars, the physical structures of production, housing and transport remain intact, and the problem is seriously concentrated on the health status of the population, which in all countries is aggravated by generalized social indiscipline, generated by years of ideologies and educational processes centered on the individual as a measure of the world. 

O que é Economia?

Economia é o conjunto de atividades desenvolvidas pelos homens visando a produção, distribuição e o consumo  de bens e serviços necessários à sobrevivência e à qualidade de vida. No século passado conviveram lado a lado dois tipos de organizações econômicas, as economias socialistas e as economias capitalistas.Nas economias capitalistas a organização das atividades econômicas tem como instrumentos principais o mercado, a propriedade privada e a moeda, mediante a qual se concretizam a grande maioria das transações econômicas. As economias contemporâneas são abertas, isto é, realizam trocas internacionais de bens, serviços e fatores de produção. A Ciência Econômica é uma ciência social, que estuda o funcionamento das economias capitalistas, sob o pressuposto do comportamento racional do homem econômico, ou seja, da busca da alocação eficiente dos recursos escassos entre inúmeros fins alternativos. Nesse sentido, a Ciência Econômica visa compreender como uma economia, a de um país,  resolve os três problemas econômicos básicos: 1) O quê e quanto produzir? 2) Como produzir? e 3) Para quem produzir? Ou seja, o estudo da eficiência e da equidade. Contudo, no mundo contemporâneo, a sustentabilidade da produção para as gerações futuras se impõem como um quarto problema econômico básico, exigindo que se repense o crescimento econômico e o próprio sentido coletivo do consumo em permanente expansão sem propiciar um verdadeiro bem-estar às sociedade humanas.

Adicionalmente, não se pode desprezar o fato de que a Ciência Econômica é multidisciplinar, na medida em que estuda a produção e consumo da imensa variedade de bens e serviços existentes, os quais envolvem concepções e determinantes inerentes a outras ciências, como as da Agronomia, da Engenharia, do Trabalho, da Educação, da Saúde, da Nutrição, da Política, entre tantas outras. A Matemática, a Geografia, a História e a Geopolítica são também instrumentos essenciais da panóplia do economista. A Ciência Econômica, anteriormente denominada Economia Política, e como tal ensinada durante todo o século XIX, teve e continua a ter diversas correntes e divisões. Atualmente, predomina nas universidades do mundo a chamada Economia Neoclássica. Do ponto de vista da corrente neoclássica, a Economia é estudada em dois níveis: a Microeconomia e a Macroeconomia. A Microeconomia é o ramo da Ciência Econômica que estuda a formação de preços, a principal variável que orienta a alocação de recursos no contexto das economias capitalistas. Discute a funcionalidade do mercado para garantir a  organização e distribuição eficientes dos recursos escassos. Sua unidade de análise são os mercados específicos, examinando o comportamento e a interação dos agentes (consumidores e produtores). A Macroeconomia é o ramo da Ciência Econômica que estuda o comportamento da Economia como um todo, tendo como focos o produto, o emprego, a moeda, e o comércio internacional. É o campo que embasa a atuação do  Estado em suas três funções fundamentais: alocativa, distributiva e estabilizadora. Como ciência a economia tem um método de pensar e uma linguagem própria. A análise econômica aplica-se indistintamente aos vários tipos de organizações econômicas nacionais e internacionais e fundamenta o planteamento, formulação e implantação das políticas econômicas dos governos e dos organismos internacionais. O pensar econômico parte do fato básico de que as necessidades das populações humanas  são infinitas enquanto que a escassez caracteriza  a dotação de recursos dos diferentes países.

Na descrição e análise dos processos econômicos, os economistas utilizam uma terminologia própria, que identifica com precisão os fenômenos, fatos ou situações econômicas que enfocam. Com o desenvolvimento dos meios de comunicação, a terminologia econômica acabou por ser em grande parte incorporada ao vocabulário culto da língua, sendo correntemente utilizada pela mídia, escrita e falada, no acompanhamento da conjuntura econômica, a nível local, nacional ou mundial. Por consequência, parte considerável do conteúdo das atividades dos cursos introdutórios de economia consiste na transmissão do vocabulário técnico econômico, grande parte do qual é de formação recente, neológica e estranha aos léxicos tradicionais da língua. Os empréstimos de termos técnicos aos idiomas internacionais são também numerosos e frequentes, muitas vezes utilizados em suas formas originais de permeio com o vocabulário vernáculo, pela dificuldade de traduzí-los adequadamente no idioma nacional.

https://archive.org/details/AHistoryOfEconomicThoughtWilliamJ.Barber.LondonPenguinBook1967

ECONOMICS. https://www.youtube.com/watch?v=t8PTQFUKzRo

Este site em hebraico contem apresentações de tópicos de microeconomia. Numa delas o professor apresenta o conceito de  elasticidade |E| da demanda, como o quociente entre a taxa de crescimento da quantidade ΔQ/Q dividida pela taxa de crescimento do preço ΔP/P. Conforme o valor de |E|, convirá ou não ao vendedor aumentar ou diminuir o preço de venda do seu produto. |E| mede a intensidade da reação da quantidade vendida em relação as variações no preço. Partindo da definição de Receita Total= RT, como o produto do preço de venda pela quantidade vendida P.Q=RT, o excelente professor explica os conceitos de elasticidade nula, elasticidade infinita e elasticidade unitária. A elasticidade da demanda é sempre negativa, porque o preço e a quantidade variam em sentidos contrários, em conformidade com a lei de demanda. Para facilitar a exposição costuma-se apresentar a elasticidade da demanda  em seu valor absoluto |E|.

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Will the Coronavirus End Globalization as We Know It?

https://www.foreignaffairs.com/articles/2020-03-16/will-coronavirus-end-globalization-we-know-it

The Pandemic Is Exposing Market Vulnerabilities No One Knew Existed

By Henry Farrell and Abraham Newman March 16, 2020

The new coronavirus is shaping up to be an enormous stress test for globalization. As critical supply chains break down, and nations hoard medical supplies and rush to limit travel, the crisis is forcing a major reevaluation of the interconnected global economy. Not only has globalization allowed for the rapid spread of contagious disease but it has fostered deep interdependence between firms and nations that makes them more vulnerable to unexpected shocks. Now, firms and nations alike are discovering just how vulnerable they are.

But the lesson of the new coronavirus is not that globalization failed. The lesson is that globalization is fragile, despite or even because of its benefits. For decades, individual firms’ relentless efforts to eliminate redundancy generated unprecedented wealth. But these efforts also reduced the amount of unused resources—what economists refer to as “slack”—in the global economy as a whole. In normal times, firms often see slack as a measure of idle, or even squandered, productive capacity. But too little slack makes the broader system brittle in times of crisis, eliminating critical fail-safes.

Lack of fail-safe manufacturing alternatives can cause supply chains to break down, as they have in some medical and health-related sectors as a result of the new coronavirus. Producers of vital medical supplies have been overwhelmed by a surge in global demand, pitting countries against one another in a competition for resources. The outcome has been a shift in power dynamics among major world economies, with those that are well prepared to combat the new virus either hoarding resources for themselves or assisting those that are not—and expanding their influence on the global stage as a result.

FRAGILE EFFICIENCY

The conventional wisdom about globalization is that it created a thriving international marketplace, allowing manufacturers to build flexible supply chains by substituting one supplier or component for another as needed. Adam Smith’s The Wealth of Nations became the wealth of the world as businesses took advantage of a globalized division of labor. Specialization produced greater efficiency, which in turn led to growth.  

But globalization also created a complex system of interdependence. Companies embraced global supply chains, giving rise to a tangled web of production networks that wove the world economy together. The components of a given product could now be made in dozens of countries. This drive toward specialization sometimes made substitution difficult, especially for unusual skills or products. And as production went global, countries also became more interdependent, because no country could possibly control all the goods and components its economy needed. National economies were subsumed into a vast global network of suppliers.

The pandemic is exposing the fragility of the globalized system.

The pandemic of the disease caused by the new coronavirus, COVID-19, is exposing the fragility of this globalized system. Some economic sectors—particularly those with a high degree of redundancy and in which production is spread across multiple countries—could weather the crisis relatively well. Others could be pushed close to collapse if the pandemic prevents a single supplier in a single country from producing a critical and widely used component. For example, car manufacturers across western Europe worry about shortages of small electronics because a single manufacturer, MTA Advanced Automotive Solutions, has been forced to suspend production at one of its plants in Italy.

In an earlier age, manufacturers might have built up stockpiles of supplies to protect themselves in a moment like this. But in the age of globalization, many businesses subscribe to Apple CEO Tim Cook’s famous dictum that inventory is “fundamentally evil.” Instead of paying to warehouse the parts that they need to manufacture a given product, these companies rely on “just-in-time” supply chains that function as the name suggests. But in the midst of a global pandemic, just-in-time can easily become too late. Partly as a result of supply chain problems, global production of laptops fell by as much as 50 percent in February, and production of smartphones could fall by 12 percent this coming quarter. Both products are built with components produced by specialized Asian manufacturers.

CRITICAL SHORTAGES

Production bottlenecks like the ones in electronics manufacturing are also hampering the fight against the new coronavirus. Critical medical supplies such as reagents, a key component of the test kits that laboratories use to detect viral RNA, are either running low or out of stock in many countries. Two companies dominate the production of the necessary reagents: the Dutch company Qiagen (recently purchased by the U.S. giant Thermo Fisher Scientific) and Roche laboratories, which is based in Switzerland. Both have been unable to keep up with the extraordinary surge in demand for their products. The shortfall has delayed the production of test kits in the United States, which finds itself having to get in line behind other countries to buy the chemicals it needs.

As the new virus spreads, some governments are giving in to their worst instincts. Even before the COVID-19 outbreak began, Chinese manufacturers made half of the world’s medical masks. These manufacturers ramped up production as a result of the crisis, but the Chinese government effectively bought up the country’s entire supply of masks, while also importing large quantities of masks and respirators from abroad. China certainly needed them, but the result of its buying spree was a supply crunch that hobbled other countries’ response to the disease.

As the new virus spreads, some governments are giving in to their worst instincts.

European countries didn’t behave much better. Russia and Turkey prohibited the export of medical masks and respirators. Germany did the same, even though it is a member of the European Union, which is supposed to have a “single market” with unrestricted free trade among its member states. The French government took the simpler step of seizing all available masks. EU officials complained that such actions undermined solidarity and prevented the EU from adopting a common approach to combating the new virus, but they were simply ignored.

These beggar-thy-neighbor dynamics threaten to escalate as the crisis deepens, choking off global supply chains for urgent medical supplies. The problem is dire for the United States, which has been late to adopt a coherent response to the pandemic and is short on many of the supplies it will need. The United States has a national stockpile of masks, but it hasn’t been replenished since 2009 and contains only a fraction of the number that could be required. Unsurprisingly, President Donald Trump’s trade adviser, Peter Navarro, has used this and other shortages to threaten allies and to justify a further withdrawal from global trade, arguing that the United States needs to “bring home its manufacturing capabilities and supply chains for essential medicines.” As a result, Germany is reportedly worried that the Trump administration will make the aggressive move of completely buying out a new vaccine under development by a German company in order to use it in the United States. Berlin is now considering whether to make a counterbid on the vaccine or ban the U.S. transaction.

VIRAL INFLUENCE

Whereas the Trump administration has used the pandemic to pull back on global integration, China is using the crisis to showcase its willingness to lead. As the first country hit by the new coronavirus, China suffered grievously over the last three months. But now it is beginning to recover, just as the rest of the world is succumbing to the disease. That poses a problem for Chinese manufacturers, many of which are now up and running again but facing weak demand from countries in crisis. But it also gives China an enormous short-term opportunity to influence the behavior of other states. Despite early mistakes that likely cost the lives of thousands of people, Beijing has learned how to fight the new virus, and it has stockpiles of equipment. These are valuable assets—and Beijing has deployed them with skill.    

In early March, Italy called on other EU countries to provide emergency medical equipment as critical shortages forced its doctors to make heartbreaking decisions about which patients to try to save and which to let die. None of them responded. But China did, offering to sell ventilators, masks, protective suits, and swabs. As the China experts Rush Doshi and Julian Gewirtz have argued, Beijing seeks to portray itself as the leader of the global fight against the new coronavirus in order to promote goodwill and expand its influence. 

Beijing seeks to portray itself as the leader of the global fight against the new coronavirus.

This is awkward for the Trump administration, which has been slow to respond to the new virus (and which thinks banning travelers from Europe is the best defense against a disease that is already spreading rapidly on its soil). Far from serving as a global provider of public goods, the United States has few resources that it can offer to other states. To add insult to injury, the United States may soon find itself receiving Chinese charity: the billionaire cofounder of Alibaba, Jack Ma, has offered to donate 500,000 test kits and one million masks.

THE NEW GEOPOLITICS OF GLOBALIZATION

As policymakers around the world struggle to deal with the new coronavirus and its aftermath, they will have to confront the fact that the global economy doesn’t work as they thought it did. Globalization calls for an ever-increasing specialization of labor across countries, a model that creates extraordinary efficiencies but also extraordinary vulnerabilities. Shocks such as the COVID-19 pandemic reveal these vulnerabilities. Single-source providers, or regions of the world that specialize in one particular product, can create unexpected fragility in moments of crisis, causing supply chains to break down. In the coming months, many more of these vulnerabilities will be exposed.

The result may be a shift in global politics. With the health and safety of their citizens at stake, countries may decide to block exports or seize critical supplies, even if doing so hurts their allies and neighbors. Such a retreat from globalization would make generosity an even more powerful tool of influence for states that can afford it. So far, the United States has not been a leader in the global response to the new coronavirus, and it has ceded at least some of that role to China. This pandemic is reshaping the geopolitics of globalization, but the United States isn’t adapting. Instead, it’s sick and hiding under the covers.

More:

Economics Finance Globalization Trade Coronavirus

The Coronavirus Could Reshape Global Order

China Is Maneuvering for International Leadership as the United States Falters

Kurt M. Campbell and Rush Doshi

The Real Pandemic Danger Is Social Collapse

As the Global Economy Comes Apart, Societies May, Too

Branko Milanovic

Will the Coronavirus End Globalization as We Know It?

The Pandemic Is Exposing Market Vulnerabilities No One Knew Existed

Henry Farrell and Abraham Newman

The Coming Coronavirus Recession

And the Uncharted Territory Beyond

Mohamed A. El-Erian

U.S.-Chinese Distrust Is Inviting Dangerous Coronavirus Conspiracy Theories

And Undermining Efforts to Contain the Epidemic

Yanzhong Huang

Related Articles

Chained to Globalization

Why It’s Too Late to Decouple

Henry Farrell and Abraham L. Newman

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Leituras e atividades durante o recesso

1. Aproveite o recesso para a elaboração do trabalho final, que equivale a uma prova. Nos textos disponibilizados neste site podem ser identificados assuntos interessantes em diversas áreas da economia, que poderão ser aproveitados para o trabalho final: um paper acadêmico de pelo menos 15 páginas.

2. Traduzir com o tradutor Google o texto Scope and Method in Economics. Traduza com o mesmo instrumento textos apresentados em italiano. Estas traduções. devidamente editadas e simplificadas , podem ser anexadas às provas.

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COVID19.pdf
(1512k)
Darcy Carvalho,
6 de mar. de 2020 05:49
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Darcy Carvalho,
1 de mar. de 2020 17:00
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Darcy Carvalho,
21 de fev. de 2020 07:21
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Darcy Carvalho,
18 de fev. de 2020 12:57
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Darcy Carvalho,
24 de mar. de 2020 04:13
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Darcy Carvalho,
18 de fev. de 2020 16:58
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Darcy Carvalho,
5 de mar. de 2020 07:58
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Darcy Carvalho,
23 de mar. de 2020 06:16
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Darcy Carvalho,
11 de mar. de 2020 07:26
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Darcy Carvalho,
21 de mar. de 2020 09:01
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Darcy Carvalho,
4 de mar. de 2020 15:16
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Darcy Carvalho,
31 de mar. de 2020 08:27
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Darcy Carvalho,
31 de mar. de 2020 03:03
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Darcy Carvalho,
1 de abr. de 2020 10:23
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Darcy Carvalho,
27 de mar. de 2020 02:40
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Darcy Carvalho,
21 de fev. de 2020 05:11
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Darcy Carvalho,
27 de mar. de 2020 05:24
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Darcy Carvalho,
19 de fev. de 2020 02:06
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Darcy Carvalho,
3 de mar. de 2020 05:16
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Darcy Carvalho,
18 de fev. de 2020 14:04
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Darcy Carvalho,
1 de abr. de 2020 08:08
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Darcy Carvalho,
1 de abr. de 2020 06:49
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Darcy Carvalho,
20 de fev. de 2020 12:57
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