NOTAS DE ECONOMIA APLICADA. ACESSAR SUBPÁGINAS

ESTUDOS ECONÔMICOS. NOTAS DE ECONOMIA APLICADA. NOTES ON APPLIED ECONOMICS.
PROF. DR. DARCY CARVALHO, SÃO PAULO, SP, BRASIL
Contents: 01, 02, 03, 04, 05,

01

A IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DO VOCABULÁRIO TÉCNICO DA ECONOMIA

Na descrição e análise dos processos econômicos, os economistas utilizam uma terminologia própria, que identifica com precisão os fenômenos, fatos ou situações econômicas que enfocam. Com o desenvolvimento dos meios de comunicação, a terminologia econômica acabou por ser em grande parte incorporada ao vocabulário culto da língua, sendo correntemente utilizada pela mídia, escrita e falada, no acompanhamento da conjuntura econômica, a nível local, nacional ou mundial.

Por consequência, parte considerável do conteúdo das atividades dos cursos introdutórios de economia consiste na transmissão do vocabulário técnico econômico, grande parte do qual é de formação recente, neológica e estranha aos léxicos tradicionais da língua. Os empréstimos de termos técnicos aos idiomas internacionais são também numerosos e frequentes, muitas vezes utilizados em suas formas originais de permeio com o vocabulário vernáculo, pela dificuldade de traduzí-los adequadamente no idioma nacional.

Este é um fenômeno que ocorre atualmente em todas as línguas do mundo, e não só no português, como consequência da globalização econômica acelerada e da nuclearização da atividade e do pensamento econômicos em torno de algumas economias hegemônicas, cujas línguas se tornam idiomas auxiliares internacionais.

O GLOSSARIO DE TERMOS NEOLÓGICOS DA ECONOMIA Cadernos de Terminologia numero 3, publicado pelo CITRAT - FFLCH/USP, sob a coordenação da Prof. Dra. IEDA MARIA ALVES, São Paulo, 2001,ISBN 85-86087-32-7, constitui uma ótima introdução ao estudo do vocabulário técnico da economia, tendo sido composto a partir de textos econômicos publicados na mídia brasileira.

02 The difference between income and wealth.

To the lay mind, wealth and income often mean more or less the same thing. For economists, the terms are distinct. Wealth is the sum of all your assets less your liabilities and is a stock concept. Income is a flow and refers to what a person  receives  in a given period, say a year. Income and wealth are related. They are related, because income less consumption, that is savings,  is an addition to wealth and wealth creates an entitlement to income in the form of interest, dividends, property rentals and the like, which form a component of income, alongside earnings and transfers (such as social grants).  Charles Simkins

http://hsf.org.za/resource-centre/hsf-briefs/the-distribution-of-income-and-the-distribution-of-wealth-in-south-africa-part-i-the-facts

03 MONETARISMO

Monetarism is a school of economic thought that emphasizes the role of governments in controlling the amount of money in circulation. It is the view within monetary economics that variation in the money supply has major influences on national output in the short run and the price level over longer periods and that objectives of monetary policy are best met by targeting the growth rate of the money supply
Monetarism  focuses on the macroeconomic effects of the supply of money and central banking. Formulated by Milton Friedman, it argues that excessive expansion of the money supply is inherently inflationary, and that monetary authorities should focus solely on maintaining price stability.
This theory draws its roots from two historically antagonistic schools of thought: the hard money policies that dominated monetary thinking in the late 19th century, and the monetary theories of John Maynard Keynes, who, working in the inter-war period during the failure of the restored gold standard, proposed a demand-driven model for money. While Keynes had focused on the value stability of currency, with the resulting panics based on an insufficient money supply leading to alternate currency and collapse, then Friedman focused on price stability, which is the equilibrium between supply and demand for money.
The result was summarized in a historical analysis of monetary policy, Monetary History of the United States 1867–1960, which Friedman coauthored with Anna Schwartz. The book attributed inflation to excess money supply generated by a central bank. It attributed deflationary spirals to the reverse effect of a failure of a central bank to support the money supply during a liquidity crunch. Friedman originally proposed a fixed monetary rule, called Friedman's k-percent rule, where the money supply would be calculated by known macroeconomic and financial factors, targeting a specific level or range of inflation. Under this rule, there would be no leeway for the central reserve bank as money supply increases could be determined "by a computer", and business could anticipate all monetary policy decisions .Source  :        http://en.wikipedia.org/wiki/Monetarism

04 INFLAÇÃO

QUE É INFLAÇÃO? ILUSTRAÇÃO DO CÁLCULO DA INFLAÇÃO

http://www.ecb.int/ecb/educational/hicp/html/index.pt.html

Fonte: Banco Central Europeu

QUE É INFLAÇÃO?

Inflação é um aumento geral dos preços dos bens e serviços duma economia. Trata-se de um aumento geral dos preços e não simplesmente do aumento de alguns preços. Numa economia de mercado, os preços dos bens e serviços podem sempre mudar. Alguns preços sobem, outros descem. Fala-se de inflação quando se verifica um aumento geral dos preços dos bens e serviços e não quando apenas os preços de artigos específicos sobem. O resultado é que se compra menos com um euro. Por outras palavras, um euro vale menos do que anteriormente.

Algumas variações de preços são mais importantes do que outras. No cálculo do aumento médio dos preços, os preços dos produtos em que se gasta mais – tais como a eletricidade – têm mais peso (isto é, uma ponderação maior) do que os dos produtos em que se gasta menos – por exemplo, açúcar ou selos de correio. Pessoas diferentes compram coisas diferentes.

Todas as famílias têm os seus hábitos de consumo próprios: umas possuem automóvel e comem carne, outras utilizam apenas os transportes públicos e são vegetarianas. A ponderação dos vários produtos e serviços na medida da inflação é determinada em função da média da despesa de consumo do conjunto das famílias. Na medição da inflação, têm-se em conta todos os bens e serviços consumidos pelas famílias, incluindo: artigos de consumo diário (como produtos alimentares, jornais e gasolina), bens duradouros (como vestuário, computadores pessoais e máquinas de lavar roupa), serviços (como cabeleireiro, seguros e arrendamento de habitação)

Comparação do preço do cesta de compras de ano para ano. Todos os bens e serviços consumidos pelas famílias ao longo do ano são representados por uma “cesta” de artigos. Cada um dos produtos incluídos na  cesta  tem um preço, que pode variar com o tempo. A taxa de inflação homóloga é o preço da cesta completa num determinado mês comparado com o seu preço no mesmo mês um ano antes. Cf. ILUSTRAÇÃO DO CÁLCULO DA INFLAÇÃO*

ILUSTRAÇÃO DO CÁLCULO DA INFLAÇÃO*

Quantidades adquiridas no ano base

Preço
(ano base)

Preço
(1 ano depois)

Preço
(2 anos depois)

por unidade

total

por unidade

total

por unidade

total

150 pães

€1,50

€225

€1,30

€195

€1,60

€240

100 cafés

€2,40

€240

€2,40

€240

€2,15

€215

12 cortes de cabelo

€20,00

€240

€22,00

€264

€23,00

€276

1 casaco de inverno

€145,00

€145

€176,00

€176

€160,00

€160

Custo total do cabaz

 

€850

 

€875

 

€891

Índice de preços

 

100,0

 

102,9

 

104,8

Taxa de inflação

 

 

 

2,9%

 

1,8%

* A inflação dos preços no consumidor na área do euro é calculada todos os meses pelo Eurostat. O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) compreende, em média, cerca de 700 bens e serviços, refletindo a despesa média das famílias da área do euro com base num cabaz de produtos.  Conjunto completo de produtos incluídos no IHPC e taxas de inflação atuais  (apenas em língua inglesa).

 1. Lista todos os produtos no cabaz e as quantidades consumidas em determinado ano (o qual será o teu “ano base”).

A cesta de bens do  exemplo inclui apenas pão, café, cortes de cabelo e um casaco de inverno.

 2. Calcula a despesa total com cada um dos produtos multiplicando as quantidades adquiridas pelo preço de compra:

150 pães x €1,50 = €225
100 cafés x €2,40 = €240, etc.

 3. Adiciona os totais de todos os produtos para obteres a despesa de consumo total. No ano base, é €850.

 4. Repete os passos 2 e 3 para os anos seguintes.

Analisando o exemplo, podes ver que, um ano depois, alguns preços mudaram. A despesa de consumo total aumentou para €875. Dois anos depois, é €891.

 5. Divide o custo total do cabaz em cada um dos anos subsequentes pelo custo do cabaz no ano base e depois multiplica o resultado por 100.

Um ano depois: €875 ÷ €850 x 100 = 102,9

 6. A taxa de inflação homóloga é a variação percentual de ano para ano.

No exemplo, um ano depois a taxa de inflação é 2,9%. Este valor corresponde ao índice de preços para esse ano menos o índice de preços do ano anterior (102,9 – 100), dividido pelo índice de preços do ano anterior (100) multiplicado por 100. Para o ano seguinte é (104,8 – 102,9) ÷ 102,9 x 100 = 1,8%.

04 CÁLCULO DA INFLAÇÃO NO BRASIL

NOTA DE ECONOMIA APLICADA.   Brasil.  O Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor

1.Descrições - Descrição Sumária e Metodologia de Cálculo

O Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor, conhecido pela sigla SNIPC, consiste em uma combinação de processos destinados a produzir índices de preços ao consumidor. O objetivo é acompanhar a variação de preços de um conjunto de produtos e serviços consumidos pelas famílias de determinadas faixas de renda. O sistema abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além do Distrito Federal e do município de Goiânia. É a partir da agregação dos índices regionais referentes a uma mesma faixa de renda que se obtém o chamado índice nacional.

Os índices mensais resultam, regra geral,da comparação dos preços vigentes nos 30 (trinta) dias do período de referência com os 30 (trinta) do período base. A coleta integral de preços se dá a cada período de 30 (trinta) dias que é segmentado, sem interrupção, em 4 (quatro) subperíodos. Cada um deles contém cerca de 7 (sete) dias com datas definidas através do Calendário Anual de Coleta do SNIPC. Em um subperíodo efetua-se a coleta de uma quarta parte fixa de estabelecimentos. Desta forma, é possível extrair do sistema índices com períodos base e de referência de 30 (trinta) dias ao final de cada conjunto de quatro subperíodos.

Os índices podem ser obtidos para diversas populações-objetivo desde que estejam disponíveis as respectivas estruturas de ponderações correspondentes a famílias de diferentes faixas de rendimento mensal.Do ponto de vista temporal, além dos índices mensais, podem ser calculadas as variações de preços ocorridas em 2 (dois) meses ou mais, a partir das séries históricas produzidas.Ressaltando que o sistema, na forma como é montado, possibilita várias alternativas de cálculo de índices, passamos a descrever, abaixo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-Especial- IPCA-E.

- Descrição Atual

O IPCA-E é calculado de forma contínua e sistemática para as áreas abrangidas pelo sistema.

A população-objetivo do IPCA-E é referente a famílias com rendimentos mensais compreendidos entre 1 (hum) e 40 (quarenta) salários- mínimos e residentes nas áreas urbanas das regiões.Para cada região são utilizadas as informações das seguintes pesquisas básicas: PESQUISA DE ORÇAMENTOS FAMILIARES - POF - realizada no período compreendido entre 01 de outubro de 1995 a 30 de setembro de 1996. Forneceu as estruturas de ponderações das populações-objetivo. PESQUISA DE LOCAIS DE COMPRA - PLC - realizada no período de maio a junho de 1988. Forneceu o cadastro de informantes da pesquisa. PESQUISA DE ESPECIFICAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS - PEPS - realizada na época de implantação de cada uma das regiões para todos os produtos e serviços constantes da estrutura de ponderações.Forneceu o cadastro de produtos e serviços pesquisado, que é atualizado sempre que necessário com o objetivo de acompanhar a dinâmica de mercado.

2. PRINCIPAIS VARIÁVEIS INVESTIGADAS E UNIDADES DE INVESTIGAÇÃO. Os preços obtidos são os efetivamente cobrados ao consumidor. A Pesquisa é realizada em estabelecimentos comerciais,prestadores de serviços, domicílios e concessionárias de serviços públicos.

3. ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA. Regiões Metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além do Distrito Federal e do município de Goiânia.       4. PERIODICIDADE.   Trimestral

5. METODOLOGIA.  O índice é calculado para cada região. A partir dos preços coletados mensalmente, obtém-se, na primeira etapa de síntese, as estimativas dos movimentos de preços referentes a cada produto pesquisado. Tais estimativas são obtidas através do cálculo da média aritmética simples de preços dos locais da amostra do produto que, comparadas em dois meses consecutivos, resultam no relativo das médias.

Agregando-se os relativos dos produtos através da média geométrica é calculada a variação de preços de cada subitem, que se constitui na menor agregação do índice que possui ponderação explícita. A partir daí é aplicada a fórmula Laspeyres, obtendo-se todos os demais níveis de agregação da estrutura-item, subgrupo, grupo e, por fim, o índice geral da região.

Apenas para os produtos sazonais alimentícios: tubérculos, raízes e legumes; hortaliças e verduras; e frutas, é utilizada uma fórmula do tipo Paasche para agregar os subitens até ao nível de item. Daí em diante utiliza-se Laspeyres.

O IPCA-E é calculado a partir dos resultados dos índices regionais, utilizando-se a média aritmética ponderada. A variável de ponderação do IPCA-E é o "rendimento total urbano" (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD/96).

6. ÉPOCA DE COLETA. O período de coleta do IPCA-E estende-se, em geral, do dia 16 do mês anterior ao dia 15 do mês de referência. 7. TEMPO PREVISTO ENTRE COLETA E DIVULGAÇÃO. Até o penúltimo dia útil do trimestre. 8. INÍCIO DA PESQUISA.   Dezembro de 1991. SOURCE:

 http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/precos/ipcae/textoesp.shtm

Faça download do método de cálculo do número indice  IPCA ,  do indice de preços ao consumidor aumentado, na página do IBGE.

05 NOTAS DE ECONOMIA APLICADA:  COMMODITIES.

Produtos uniformes comercializados internacionalmente, sua natureza, importancia e efeitos sobre a economia do país.

Definição.  As  commodities ( mercadorias em inglês) podem ser definidas como produtos , principalmente minérios e gêneros agrícolas,   produzidos em larga escala e comercializados em nível mundial. As commodities são negociadas em bolsas mercadorias, tendo  portanto seus preços  definidos em nível global, pelo mercado internacional. As commodities são produzidas por diferentes produtores mas  possuem características uniformes. São produtos  que podem ser estocados por um determinado período de tempo sem que haja perda de qualidade. As commodities  geralmente matérias-primas , também  podem   passar por processos  industriais, previamente á sua exportação, para facilitar o transporte , como acontece no norte do Brasil com a exportação de aluminio semi- industrializado  para o Japão.

As commodities são bens de qualidade uniforme produzidas em grandes quantidades, e  de suas produções resultam produtos  equivalentes (o petróleo da Aramco é igual ao da Exxon, p.ex.). Num mercado de commodities, é a padronização subjacente, definida pelo contrato,  que a define como uma mercadoria e não a qualidade inerente à produção de um produtor específico.

Existem diversos  tipos de commodities:  

Commodities agrícolas: soja, suco de laranja congelado, trigo, arroz, algodão, borracha, café, etc.;  Commodities minerais: minério de ferro, alumínio, cobre, diamantes, petróleo, ouro, níquel, prata, etc.; Commodities financeiras: moedas negociadas em vários mercados, títulos públicos de governos federais, etc.; Commodities ambientais: créditos de carbono; Commodities químicas: ácido sulfúrico, sulfato de sódio.

O Brasil é um grande produtor e exportador de commodities, enquanto que a Europa , o Japão e a China são grandes importadores . As principais commodities produzidas e exportadas por nosso país são: petróleo, café, açúcar, suco de laranja, minério de ferro, soja e alumínio. Por um lado o país se beneficia do comércio destas mercadorias, por outro  torna-se  dependente dos preços estabelecidos internacionalmente, sobre os quais não pode ter controle algum.

Certas commodities , como o trigo,  exemplificam o mercado ideal  discutido em teoria econômica, com produto homogêneo e com "infinitos" produtores e consumidores. Outras commodities exemplificam  casos de oligopolio, monopólio e oligopsônio.   Quando a demanda internacional se eleva  , os preços  das commodities sobem e as empresas produtoras exportam mais e lucram muito. Porém, num quadro de recessão mundial,  as demandas pelas  commodities caem  prejudicando os lucros das empresas exportadoras e o valor de suas ações negociadas em bolsa de valores. A imprevisibilidade dos preços das commodities as tornam produtos ideais para os mercados especulativos, denominados mercados de futuro,  nas bolsas de valores.     Sources:                  

 http://www.suapesquisa.com/o_que_e/commodities.htm

 http://pt.wikipedia.org/wiki/Commodity 


06  O SISTEMA ESPECIAL DE LIQUIDAÇÃO E CUSTÓDIA [O SELIC] DO BANCO CENTRAL DO BRASIL
 

O sistema computadorizado do Banco Central do Brasil [BACEN], denominado Sistema Especial de Liquidação e Custódia [O SELIC], ao qual as instituições financeiras credenciadas têm acesso, funciona como uma câmara compensação de um banco, mas somente no mercado de títulos públicos. O SELIC calcula uma média das taxas de juros que o governo paga aos bancos que lhe emprestaram dinheiro. Essa taxa de juros média [a SELIC] também denominada TAXA DE JUROS do SISTEMA ESPECIAL DE LIQUIDAÇÃO E CUSTÓDIA DO BANCO DO BRASIL serve de referência para todas as outras taxas de juros do país. POR ISSO, A SELIC É CHAMADA TAMBÉM DE TAXA DE JUROS BÁSICA DA ECONOMIA.        http://wiki.advfn.com/pt/SELIC

07    THE RELATIONSHIP BETWEEN INFLATION AND INTEREST RATES

http://www.investopedia.com/ask/answers/12/inflation-interest-rate-relationship.asp

Inflation and interest rates are linked, and frequently referenced in macroeconomics. Inflation refers to the rate at which prices for goods and services rises. In the United States, interest rates – the amount of interest paid by a borrower to a lender – are set by the Federal Reserve (sometimes called "the Fed"). In general, as interest rates are lowered, more people are able to borrow more money. The result is that consumers have more money to spend, causing the economy to grow and inflation to increase. The opposite holds true for rising interest rates. As interest rates are increased, consumers tend to have less money to spend. With less spending, the economy slows and inflation decreases. By moving interest rate targets up or down, the Fed attempts to achieve maximum employment, stable prices and stable economic growth. The Fed will tighten interest rates (or increase rates) to stave off inflation. Conversely, the Fed will ease (or decrease rates) to spur economic growth.

08

THE PRODUCT GROWTH RATE.

Let k be the incremental capital /output ratio or just the amount of capital necessary to produce one more unit of product (Y). In a country where Y were $ 1000 bn, a k=3 would mean that K , the total operative stock of capital of the country, would be three times as large, that is , K= $3000 bn, as K:Y= 3000:1000=k=3. In closed economies, or autarchies, savings available for capital increase is just S , and S=Y-C , where C is the total consumption expenditures of the economy. Suppose that the population saves a constant fraction of the income Y every period , that is, S:Y= s constant, so that in every period S= sY. If only this part S of the income is invested, the total amount of possible increase of capital K, investment (I), would be, necessarily, I=S = sY. But as investment I, by definition, is an increase in productive capital, we can write I:k= ΔΥ . An additional amount of capital (I=ΔΚ) provides for an increase , ΔY , in the total product Y. Thus we can write also sY:k= ΔY, where from: ΔY:Y=s:k . We call growth rate (g) of the economy´s product this fraction s:k. From g=s:k , we can predict how much of income Y should be saved every period to achieve a growth rate (g), when the technical conditions in the economy are such that the incremental capital/output ratio is k. The necessary savings to achieve a targed growth rate of the product is s=kg.

09

NOTAS DE ECONOMIA APLICADA. REGRA DOS 70.

The  'RULE OF 70'  is an application  of the exponential continuous growth equation. It permits to calculate  the time it would take for a population to double,  if it were growing exponentially at a constant rate.

A way to estimate the number of years it takes for a certain variable growing exponentially at a constant rate to double is a simple arithmetic procedure known as Rule of 70. This rule states that in order to estimate the number of years necessary for a variable to double, we just take take the number 70 [by the way, 70 is lg2, multiplied by 100] and divide it by the unitary growth growth rate of the variable, multiplied by 100. The rule of 70 is a simple application of the equation of exponential continuous growth ;    Yt= Y0 egt

This rule is commonly used with an annual compound interest rate to quickly determine how long it would take to double your money.  Another useful application of the rule of 70 is in the area of estimating how long it would take a country's real GDP to double. Similar to compound interest rates, one can use the GDP growth rate in the divisor of the rule. For example, if the growth rate of the China is 10%, the rule of 70 predicts it would take 7 years (70/10) for China's real GDP to double.

 The following table shows some common doubling times:

Growth Rate

( % per year)

Doubling Time

in Years

0.1

700

0.5

140

1

70

2

35

3

23

4

18

5

14

6

12

7

10

8

8,75

9

7,78

10

7


Source. Investopedia. 

 http://www.investopedia.com/terms/r/rule-of-70.asp

Regra dos 70. Para determinar em quanto tempo o valor inicial de uma  variavel dobra, dividimos o número 70 pela taxa percentual do crescimento. Uma variáveL crescendo exponencialmente á taxa de 10% ao ano dobra em 70/10 anos, 7anos.

 

VER  ABAIXO EM SUB-PÁGINAS:  NEA LEITURAS: BELUZZO;  NEA DOWNLOADS;  DOWNLOADS OBRAS DIVERSAS : BEYOND GROWTH

 

010    A Teoria Quantitativa da Moeda . Source: Professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro

A importância central da moeda como um meio de troca é formalizada pela equação de troca, M.V = PY, em que M é o estoque de moeda, V é a velocidade da moeda (o número de vezes em que uma unidade monetária é usada durante o ano para a compra de bens finais e serviços) e PY (ou PNB nominal) é o valor nominal do produto final de bens e serviços em um dado ano.

Exemplo:

Suponhamos que o estoque de moeda seja $312 e que o produto final consista nos seguintes componentes: consumo, $1.080; investimento, $240; dispêndio do Governo $366; e exportações (líquidas) $7. O produto nominal (PY) seria igual a $ 1.693, como segue:

PY = PNB = C + I + G + X  = $ 1.080 + $ 240 + $ 366 + $ 7 = $ 1.693

A velocidade da moeda seria 5,43, já que:  V = PY/M = $ 1.693 / $ 312 = 5,426

E a equação de troca apareceria como:  M.V = P.Y     à     $ 312 (5,426) = $ 1.693

Dessa forma, uma oferta de moeda de $312 circulou, em média, 5,426 vezes na distribuição de um produto de $1.693 de bens finais e serviços.


O valor nominal do produto (PY ou PNB nominal) pode ser expresso como P.Q, onde P é uma média ponderada dos preços do produto final e Q é a quantidade de produto final. 

Os teóricos quantitativos usam a equação de troca para explicar os movimentos de preço no decorrer do tempo. Na apresentação rígida da teoria quantitativa, supõe-se que V e Q sejam constantes, por conseguinte, aumentos na oferta de moeda ocasionam aumentos proporcionais no nível de preços.

Exemplo

Suponhamos que a oferta de moeda seja $ 400 e o produto consista em 800 unidades, a um preço médio de $ 1,50 por unidade. 

P.Q seria igual a $ 1.200    à   ($ 1,50 x 800);

V seria igual a 3                  à   [V = (P.Q)/M];

A equação de troca apareceria como:    M.V = P.Q      à       $400 x 3 = $ 1,50 x 800  

$ 1.200 = $ 1.200

Se V é constante,  se a economia está em pleno emprego e se Q não varia, então, no caso de dobrar-se a oferta de moeda de $ 400 para $ 800, o preço médio dobraria de $ 1,50 para $ 3.

A versão flexível da teoria quantitativa reconhece a possibilidade de variações em V e Q no decorrer do tempo. Em uma economia em crescimento, Q aumenta com o tempo. A velocidade, que depende de alterações nos padrões de pagamento, também tem a possibilidade de se modificar no longo prazo. Assumindo que as mudanças na velocidade são previsíveis, os teóricos quantitativistas sustentam que o crescimento no PNB nominal está intimamente associado a aumentos no estoque de moeda. Já que o PNB nominal é igual a P.Q, os referidos teóricos sugerem que um nível de preços relativamente estável pode ser conseguido se os aumentos na oferta de moeda estiverem intimamente vinculados ao crescimento da capacidade da economia em expandir a produção. Assim, a versão flexível da teoria quantitativa sugere que a moeda é um importante determinante das variações no dispêndio e no nível de preços, no decorrer do tempo.

Exemplo

Suponhamos que a oferta de moeda corrente seja $ 400, que V seja igual a 4 e que o PNB nominal (PY) seja $ 1.600. Um teórico quantitativista prediria que o PNB nominal deveria aumentar para $ 2.016 dentro de um prazo de cinco anos, se a oferta de moeda crescesse 20% durante o período e se fosse esperado que V aumentasse para 4,2, ao final do período.

Ver Google Teoria Quantitativa da Moeda , Exercícios. Bibliografia. Dominick Salvatore. Introdução à Economia.