MODERN LATIN STUDIES. ESTUDOS DE LATIM MODERNO. Click Δ e acesse subpágs. Click subpágina 09 para acessar downloads de gramáticas.

PROF. DR. DARCY CARVALHO. FEA USP. SÃO PAULO . BRAZIL. 2018. STUDIES IN MEDIEVAL AND MODERN LATIN

 NEO-LATIN. NEULATEIN. NÉO-LATIN. NEO-LATINO. NEO-LATIM. ESTUDOS DE LATIM MODERNO E  UTILITÁRIO

Linguam Latinam, ut scripta fuit ab aurora aetatis modernae, id est, ab anno MCCC usque ad MDCCC, vocabimus Latinum modernum vel Neolatinus, Francice néo-latin, Anglice neo-Latin, inter Germanos, Neulatein, Lusitanice, Neo-Latim. Per definitionem in Humanistica Lovaniensis, 26(1977),265-271, on page 265,voces illae Neulatinus et Latinitas recentior  significant litteras cultas Latine exaratas a primordiis Humanismi Italici, usque ad tempora nostra.

A língua latina, tal como foi escrita do alvorecer da era moderna, ou seja, a partir do ano 1300 até 1800, denominaremos latim moderno, neo-latim ou neolatino, em francês néo-latin, em inglês neo-Latin, entre os alemães, Neulatein. Por latim utilitário entenderemos um método para aprender rapidamente  latim moderno. O latim moderno surgiu como uma tentativa de recuperar o latim clássico pela reintrodução no latim medieval do século XIV, na Itália, a disciplina gramatical, a ortografia e o vocabulário dos grandes autores da época áurea augustana, César, Cícero, os historiadores e os grandes poetas. A dissolução do Império Bizantino, durante o século XV, consolidou o processo com a comunicação do acervo de obras gregas e latinas conservadas em Constantinopla ou continuamente redescobertas nos mosteiros de toda a Europa. O que começara como esforço circunscrito à literatura latina da Renascença teve consequências importantissimas na criação de um latim moderno não-literário, vocabularmente amplo e completamente independente de preocupações beletristas,  capaz de aplicação em todas as áreas do conhecimento humano, na geografia, na astronomia, na economia, e na área das relações internacionais. Aprender a ler e escrever neste latim moderno não é aspiração impossível e deveria ser o desiderato de todos os acadêmicos preocupados com a nossa herança intelectual ocidental.   A alegada pobreza vocabular do latim clássico não existe no latim moderno. A possibilidade de criação de neologismos na língua latina sempre existiu e foi intensamente explorada nestes últimos cinco séculos de uso prático e científico do neo-latim, como fica demonstrado por Hans Hellander em seu artigo On Neologisms in Neo-Latin , escrito para a Encyclopaedia of the Neo-Latin World da editora holandesa Brill, disponibilizado para download, com adições e extra ênfase em detalhes cruciais. Extremamente elucidador, este artigo complementa estudos anteriores pioneiros de IJsewin 1988 II: 382ff ( pp 386 : sobre neologismos) e o dicionário de René Hoven da Universidade de Liège: René Hoven. Lexique de la prose latine de la Renaissance. Dictionary of Renaissance Latin from prose sources. Deuxième édition revue et considérablement augmentée/ Second, revised, and significantly expanded edition. Avec la collaboration de/ Assisted by Laurent Grailet.Traduction anglaise par/English translation by Coen Maas.Revue par/Revised by Karin Renard-Jadoul. Leiden. Brill, que existe on-line.

Introdução ao neolatim.

O neolatim é o tipo ou variedade de latim escrito para todos os fins de 1300 até o presente; doze séculos o separam do latim clássico, que chegou a ser esquecido nos últimos séculos da idade média, fase da vida européia que durou aproximadamente do ano 500 DC a 1300, podendo ser dividida em vários períodos, delimitados por eventos históricos notáveis. É importante, portanto, enfatizar a perfeita distinção que devemos estabelecer entre o latim vivo e clássico do Império Romano e o neolatim ou latim moderno, uma criação acadêmica, uma língua auxiliar internacional, escrita e falada na Europa moderna, utilizada ao lado dos diferentes idiomas vernáculos em desenvolvimento. O neolatim foi abandonado, por razões políticas e comerciais, por todos os países, a partir do século XIX. O que se ensina de latim nas universidades hoje é o idioma romano escrito clássico que existiu até por volta do ano 200 DC. Sem entrar em detalhes regionais da sua evolução podemos descrever o neolatim e sua literatura como segue.

CONTENTS: 01 02 03 04 05

01 REPORT ON THE PRESENT SITUATION OF NEO-LATIN STUDIES: SIGNIFICANCE AND PROSPECTS. HANS HELANDER. SYMBOLAE OSLOENSES 76, 2001

 Dentro dum curto espaço de aproximadamente 25 anos, o estudo da literatura em língua latina moderna corrente no período de 1300 a 1800 (geralmente chamada Neolatino, Neo-Latin, em inglês) desenvolveu-se imensamente. Pesquisas anteriores trataram quase exclusivamente de uns poucos grandes autores já famosos por seus escritos em vernáculo, impacto científico ou humanismo inovador. Uma grande quantidade da literatura neolatina até recentemente desconhecida, está agora acessível através de reedições, de manuais, pesquisas, traduções, surveys ou publicação on-line. Mas essa atividade bem sucedida não tem levado a um fácil reconhecimento do campo, seja entre os classicistas ou dentro do sistema universitário. Ainda há vários problemas básicos não resolvidos concernentes ao neolatino, ou língua latina moderna, relacionados ao método, unidade, status interdisciplinar, relação com estudos clássicos, etc. Um experiente praticante neste campo, o Prof. Hans Helander da Universidade de Uppsala apresenta no seu paper um relatório completo e inspirador sobre a situação atual dos estudos sobre o neolatino e seus prospectos. Sua exposição foi discutida por um painel de acadêmicos proeminentes da Europa e da América do Norte, que aduziram importantes insights. O debate concluido, o Prof. Helander resumiu a discussão. O trabalho traz uma bibliografia abrangente sobre a problemática dos estudos do sobre o latim dos últimos 500 anos. o Neolatino. .

www.cems.ox.ac.uk/documents/helander.pdf

NEO-LATIN STUDIES: SIGNIFICANCE AND PROSPECTS: SO DEBATE. 

Within the short span of approximately 25 years the study of Latin literature from the period ca. 1300-1800 (usually called Neo-Latin) has developed immensely: whereas earlier research almost exclusively dealt with very few authors already famous for their vernacular writing, scientific impact or innovative humanism, a large amount of hitherto unknown Neo-Latin literature has now been made accessible through editions, handbooks, surveys, translations, websites etc.

But this successful activity has not led to an easy recognition of the field, either among classicists or within the university system. There are still a number of basic, unresolved problems regarding method, unity, interdisciplinary status, relation to classical studies, etc.

Symbolae Osloenses has asked Prof. Hans Helander of Uppsala University, an experienced practitioner in the field, to give a report on the present situation of Neo-Latin Studies. His challenge is met by a panel of prominent scholars from Europe and North America. After their comments, Prof. Helander sums up the discussion. The debate is concluded by a comprehensive bibliography. 

LATINUM MODERNUM

Latinum modernum, simpliciter et immediate explicatum, est lingua latina directa, simplex, seclusis inversionibus et elegantiis, lingua generalis quae dilucide ac plane discrepat a Latino classico. Latinum hodiernum modernum, quod volumus evolvere  et universo mundo proponere, valde proximum est linguae Latinae cotidianae, quae etiam vocatur Lingua latina colloquialis, idioma vivum, praeditum crystallina evidentia, saepe perceptum  ut lingua  Cartesiana, quae Romani utebantur domi, per vias, in foris, quando inter se candide et confidenter sermocinabant. Haec varietas latinitatis propter necessitatem practicam expedite communicandi ubique semper exstitit in vasto spatio geographico  Europeo, et in  Romano, ut demonstrant scripta comicorum Latinorum jam a pristina aetate et postea  litterae familiares Ciceronianae attestaverunt. Latinum in forma moderna, simplex, syntaxe solluta,  potest reviveri, reinventari ac, in diebus  nostris,  uti omnibus qui bene sciant grammaticam linguae vernaculae qualiscumque. Licet uti Latinum non solum ut lingua colloquialis sed etiam ut sermo scriptus tam in rebus academicis quam in usu commerciali, scientifico, technico  vel oeconomico.

Modernization and Standartization of the Modern Latin Language

A NORMALIZAÇÃO E A ESTANDARTIZAÇÃO  DA LINGUA LATINA MODERNA. 

A língua latina, que apenas nestes dois séculos se encontrou  numa situação de inferioridade e quase oblivio no contexto poliglótico  culto mundial, deve necessariamente  ser estandartizada e normalizada  para que sobreviva e se estenda  hoje como língua moderna de uso  fácil, geral e acadêmico.  Mesmo que a normalização não seja a única dificuldade a superar para a reintrodução do latim, esse passo é imprescindivel,  sem o qual   o idioma  latino continuará na posição inferior em que se encontra atualmente. Por fortuna , a internet, revolução técnica  nos últimos 30 anos evolvida,  já garante que o latim não desapareça  e esteja  imediatamente disponível para todos em qualquer parte  do mundo.

Dentro de um processo de normalização do latim, para  sua  fácil aquisição e uso imediato nas comunicações, nas academias e universidades,   podemos diferenciar três passos fundamentais:

1= Fixação do sistema de escritura e pronúncia. É necessário conservar a ortografia usual , encontrada na maioria dos grandes dicionários e nas obras já publicados, para  facilitar a leitura e o entendimento imediato dos  textos latinos pelos parlantes de línguas ocidentais modernas, cujos vocabulários conservam de  65 a 95 por cento de palavras puramente latinas. O  alfabeto  deve, portanto, compreender  as 26 letras do abecedário  latino moderno, tal  como exemplificado pelo inglês, que se apresenta como o principal veículo para a reintrodução  do latim no mundo.

2= Estandartização da sintaxe e pronúncia. A estandartização do latim pode ser conseguida facilmente pela adoção duma  sintaxe reta,  sujeito –verbo-predicado,  a mesma sintaxe  usual nas línguas romances atuais , no inglês e no chinês, o que absolutamente não implica na ignorância da sintaxe clássica dos casos, necessária para ler os textos escritos até o século XIX. Para a estandartização da pronúncia , basta simplesmente a readoção da pronúncia continental,  utilizada secularmente na Europa Ocidental e Oriental,  coincidente  com a pronúncia tradicional portuguesa,  que  ignora a distinção entre  vogais longas e breves.

3= Modernização do vocabulário. Nos dois últimos séculos,  alteraram-se  radicalmente as condições sociais, políticas, econômicas,  técnicas e científicas do mundo ,  fato  que , por consequência,  exigiu a ampliação e  a renovação dos léxicos cultos  de todas as línguas do globo, seja  por derivação,  composição  e processos semânticos, seja por meros empréstimos entre as línguas.

Nosso  vocabulário latino  ampliado pode ser facilmente  construido por aqueles  processos tradicionais , bem como  pela adoção da terminologia técnica  complexa contemporânea,  com o auxílio  dos vocabulários panromânicos  ou  panlatinos  modernos,  como os que estão sendo compilados no Québec  e alhures. Ver os numerosos Lexiques panlatins canadenses, accessíveis pelo google, por exemplo,  o Vocabulaire panlatin des articles de bureau e os muitos outros já disponibilizados on-line, publicados pelo Office québécois  de la langue française. O Grand dictionnaire terminologique do Office québécois e os grandes dicionários etimológicos de cada língua, assim como os dicionários multilíngues, recentemente publicados na Europa,  depois da  sua integração econômico-política são instrumentos indispensáveis para a atualização do vocabulário latino em todos os setores da ciência, técnica, cultura e economia.   

http://www.granddictionnaire.com/

http://www.bibliotheque.assnat.qc.ca/DepotNumerique_v2/AffichageNotice.aspx?idn=12295

Por outro lado, os admiráveis  procedimentos adotados na Espanha, nos últimos 20 anos, para a normalização dos seus idiomas minoritários,  galego, asturiano, leonês, extremenho,  catalão, valenciano  e da  língua euskara, visando   a  introdução deles no âmbito acadêmico e administrativo, fornecem  modelos de  políticas e estratégias  igualmente aplicáveis ao latim moderno. 

Ver Darcy Carvalho. Linguae Neolatinae Maiores. Galego e Linguae Neolatinae Minores. Asturiano, Mirandês, etc.

 Estas notáveis experiências  espanholas  também evidenciam as dificuldades e a lentidão dos processos de implantação de línguas. Diferentemente dos casos  espanhois , o latim conta com a vantagem de ser politicamente neutro,  já possuir 2500 anos de tradição escrita, e exibir um imenso corpus de textos  on-line, sendo de fato, ao lado do grego, reimplantado nos últimos dois séculos,  um tesouro cultural de toda a humanidade. Felizmente para os autodidátas o melhor do que existe em latim e sobre essa lingua já está em público domínio e facilmente accessível on-line.

Contents: 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16

01] O Latim como língua auxiliar internacional. Latin as an International Auxiliary Language.

02] Aprender Latim pelas Línguas Românicas e pelo Inglês. Learning Latin through English and the Romance Languages.

03] A Língua Latina estudada com a Internet. The Latin language  studied through  the Internet.

04] Métodos rápidos e fáceis para aprender Latim Clássico. Quick  easy ways for learning Classical Latin.

05] O problema do vocabulário latino moderno. The Modern Latin Vocabulary problem and its sollution.

06] O babelismo internacional e o Latim. The International Babelism and Latin.

07] Observações sobre as diferentes latinidades. Observations on the many existing Latinities.

08] Conservação da gramática latina clássica.  Mantainance of the Classical Latin Grammar.

09] Declinação dos substantivos latinos. The declensions of the Latin substantives.

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10] Declinação dos adjetivos latinos. The declensions of the Latin adjectives.

11] O verbo latino e sua conjugação. The Latin verb and its conjugation.

12] Advérbios, preposições e interjeições latinas. Latin adverbs, prepositions and interjections. 

13] A sintaxe latina: a ordem livre das palavras. The Latin Syntaxe: the free order of the words.

14] Método para traduzir em Latim moderno. A method for translating into  Modern Latin.

15] Textos em  Latim moderno utilitário. Texts in Modern Utilitarian Latin.

BIBLIOGRAFIA. A GENERAL BRAZILIAN  BIBLIOGRAPHY FOR THE STUDY OF THE LATIN LANGUAGE

Esta bibliografia disponibiliza para downloads dicionários e as principais obras didáticas utilizadas no Brasil, para o ensino do Latim, em português e noutros idiomas europeus. Dictionaries and textbooks used in Brazil for teaching Latin.

http://archive.org/search.php?query=creator%3A%22DARCY%20CARVALHO%22&sort=-downloads

DARCY CARVALHO, 03/01/2014.

APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE TRABALHO SOBRE LATIM MODERNO

PROF. DR. DARCY CARVALHO

METODO NOVO DE ESTUDAR LATIM SEM PROFESSOR E SEM LAGRIMAS

How to learn Latin without a teacher and without tears. Darcy Carvalho. 2/10/2012 and 25/04/2013.

SUMARIO. Como aprender latim sem professor e sem lagrimas. Neste trabalho afirmamos que é possivel adquirir proficiencia em latim moderno escrito, num par de meses sem professor.

Este desideratum está ao alcance de qualquer adulto que possa ler num dos idiomas modernos ocidentais.

É uma proposta diferente de metodo para a aquisição do latim considerando-o como uma lingua moderna. Explora plenamente o fato de o latim conservar-se vivo e continuar a ser praticado no mundo todo até hoje, mesmo depois de ter sido deliberada e abruptamente abandonado, como lingua academica e de estado, nos séculos XVII e XVIII, por razões políticas e economicas, em favor da implantação dos idiomas vernaculos.

O latim juntamente com o grego é o ingrediente principal do vocabulario contemporaneo de todas as linguas neolatinas, inclusive do inglês. Este metodo para aprender rapidamente latim baseia-se no fato amplamente divulgado por todos os gramaticos de que as palavras da lingua latina não tem uma posição necessaria na frase e , portanto, podemos escrever ou falar em latim, se quisermos, em ordem estritamente direta, em qualquer dos departamentos da ciencia, filosofia ,economia, negocios ou literatura, com vocabulario perfeitamente atual.

Este trabalho está sendo desenvolvido como contribuição ao esforço que vem sendo feito para conservar e ampliar o uso da lingua latina, item precioso da nossa herança cultural ocidental.

DARCY CARVALHO. FEAUSP. São Paulo, Anno 2012.

CONTEUDO

CAPITULO I A CONSANGUINIDADE DO LATIM COM O PORTUGUÊS

INTRODUÇÃO: Como aprender latim através das linguas romanicas e do inglês

CAPITULO II . IMERSÃO TOTAL NA LÍNGUA LATINA PELA INTERNET

LATIM I: Sites, textos, traduções e obras completas em latim, disponiveis na internet, para download

CAPITULO III . BIBLIOGRAFIA ELETRONICA PARA O ESTUDO DO LATIM.

LATIM II : Gramaticas e dicionarios da lingua latina, na internet, nos principais idiomas da Europa

CAPITULO IV . O LATIM EM DEZ LIÇÕESPRELIMINARES.

LATIM III: Aprender sozinho a lingua latina, escrevendo em latim imediatamente, a partir dos idiomas modernos. Observações marginais sobre o uso do material didatico

CAPITULO V O METODO HAMILTON-HACHETE PARA LER LATIM CLASSICO

LATIM IV: As traduções literais, bem como as interlineares permitem ler imediatamente classicos latinos e gregos sem consulta de lexicos, facilitando imensamente a aquisição de vocabulario e expressões

CAPITULO VI. O VOCABULARIO PORTUGUEZ LATINO DE RAPHAEL BLUTEAU

LATIM V: Recuperação do vocabulario latino corrente na Europa, no seculo XVIII, através do DICIONARIO UNIVERSAL PORTUGUES LATINO de Raphael Bluteau. Relação de obras similares contemporaneas francesas, inglesas, espanholas e italianas

CAPITULO VII . OBSERVAÇÕES SOBRE AS DIFERENTES LATINIDADES.

LATIM VI. Cicero. Aurelius Augustinus. Erasmus. Melanchton. Sede Apostolica. Nota sobre o Latino sine flexione de Peano e Leibniz , Interlingua e Esperanto. O latim moderno dos editores de obras clássicas, uma fonte esquecida .

CAPITULO VIII . O LATIM DOS FILOSOFOS.

LATIM VII: Cicero filosofo. Aristoteles. Platão. Leibniz. Descartes. Fragmenta philosophorum graecorum. O trabalho de Gilles Louise sobre o latim de Spinoza: Vers l´éthique de Spinoza.

CAPITULO IX . O BABELISMO INTERNACIONAL E O LATIM.

LATIM VIII: Pela criação de um latim utilitario moderno. Newman, Bayet, Clédat, Vido Angelino, Gaius Licoppe. T. Pekannen e R. Pitkaranta

CAPITULO X . ANEXOS EM LATIM TEXTOS E MISSIVAS

Textos exemplificativos e missivas em latim utilitario moderno pelo autor

ABSTRACT.

How to learn Latin without a teacher and without tears. This work suggests means and ways for anyone to become proficient in written Latin, in a couple of months, without a teacher. This is both possible and desirable, for adults, especially those already litterate in any modern western vernacular. It just proposes a different approach to the study of Latin as a living language. It fully explores the fact that the Latin language kept being used in a way or another, until this very day, in the whole world, even if deliberately and politically suppressed in Europe, during and after the Seventeenth and Eighteenth Centuries, in favor of the vernacular languages.

The written Latin language has had a stable grammar for at least 2000 years and constitutes together with Greek the main ingredient of the contemporary vocabulary of all modern neolatin languages, including English. This method for quickly learning Latin fully takes into account the fact that words have not a necessary position in a Latin phrase, and therefore we can and may also write Latin as a modern language, in any department of science, philosophy, economics, economic affairs and litterature, in strict direct order, and that with a modern and perfectly up-to-date vocabulary. The work is written as a plea for the conservation of the Latin language as a wothy intellectual exercise and a most precious item in the western cultural and historical heritage. DARCY CARVALHO. FEAUSP. São Paulo, Ano 2012

This work on the Latin language and the means for learning it quickly is not produced by a specialist on Philology, but by a retired Brazilian economist of the University of São Paulo, Department of Economics, now interested in the History and Economic Thought of the Roman Empire, Greece, the Orient, and Mediaeval Europe. He is also interested in Arabic, Ibn Khaldun and Modern Greek studies. Prof. Dr. Darcy Carvalho was born in 1938 and retired in 2008.

LATIM MODERNO CURSO EM ELABORAÇÃO 

 Sumário: Elabora-se  uma apresentação compacta das principais caracteristicas gramaticais da lingua latina, para capacitar adultos a  escrever latim moderno, em pouco tempo. As quatro primeiras lições apresentam a morfologia dos nomes,  pronomes e numerais de acordo com a gramática do latim clássico. A tres seguintes tratarão dos verbos e a as tres últimas da sintaxe dos casos e composição. Os links sugeridos no trabalho remetem diretamente a ARCHIVES. ORG ou a uma lista bibliografica de uploads por Darcy Carvalho Creator.

Alguns grandes dicionários e as principais gramáticas existentes no Brasil foram disponibilizados por upload como obras em público dominio, prontas para download.

https://archive.org/details/GramaticaLatinaDeTheilEMadvig

https://archive.org/details/GrammaticaDaLinguaLatinaDeClintok

https://archive.org/details/GramaticaLatinaParaOGinasio.MiltonValenteS.j

https://archive.org/details/GynasivmLatinvmPrimvm.CursoOficialDeLatim

https://archive.org/details/FelixGaffiotDictionnaireIllustr.LatinFrancais

https://archive.org/details/SinteseDeGramaticaLatina

Latin Grammar for Pharmacy and Medicine

https://archive.org/details/latingrammarpha00olivgoog

Neo-Latin: The Roles of Latin in Early Modern Europe. Summary of a lecture by Hans HELANDER on scientific and scholarly Latin as a main language for the sciences.  p. 885-887. 

  https://journals.openedition.org/annuaire-cdf/1783

HANS HELANDER. Professeur à l’Université d’Uppsala (Suède)

Introduction: During the 17th and the 18th centuries, the status of Latin was gradually transformed, and the roles of the ancient roman language changed in a radical way. One of the best-known expressions of the new attitudes can be found in the preface of the French Encyclopédie ou Dictionnaire raisonné des sciences, des arts et des métiers (to the first edition of 1751), d’Alembert declares that it is ridiculous to write Latin verse and latin panegyrics. That is a kind of literature that decidedly belongs to the past. However, says d’Alembert, Latin well deserves to be the main language of the sciences. The famous French philosopher thus makes a clear difference between literary Latin and the pragmatic and technical language of the various scientific disciplines. In order to use latin as a language of the sciences, however, new words were coined all the time. This was inevitable given the enormous growth of knowledge. Scholars who comment on the actual usage sometimes feel themselves obliged to refer to Cicero’s famous words in De finibus 3,3: Imponenda novis rebus nova nomina, which may be translated, in a slightly modernized way, as “New words must be invented for new concepts”. But, until recently, the study of  scholarly and scientific Latin prose has not attracted many Neo-Latin scholars.  I shall try to give a picture of that metamorphosis in this lecture. 

Scientific and scholarly Latin bears witness to the rapidly growing knowledge in all fields and disciplines, from the 15th century and onwards. New words were taken into use to express new concepts, and those neologisms were regularly formed from Latin – and not the least – from Greek stems. This language was a living language with characteristic features and with its own typical jargon, expressions and phrases.

Up to the 18th century educated people learnt nearly everything they knew by means of literature written in Latin. This holds true for all disciplines, including the sciences. In Early Modern Europe, the Latin texts reflect the rise of the nation states, the geographical discoveries, the Protestant movement, the Counter-Reformation and the scientific revolution. Latin was the vehicle of all the new ideas, beliefs and insights generated by these processes, from Early Renaissance up to the end of the 18th century. This is a long period of dynamic innovations, and the world of 15th century Italian scholars is very different from the conditions of the baroque theatrum mundi of the mid-17th century, and these in turn are utterly dissimilar to the Age of Reason that was to follow. 

In addition to scholarly and scientific works, learned men produced an enormous quantity of epic and panegyric works in Latin, to a large part occasional literature, extolling the virtues of their sovereigns in their struggle for the True Religion, often in close imitation of the tributes that Virgil, Horace and Ovid had paid to Augustus. [1  The statistical material is taken from Françoise Waquet, Le Latin ou l’empire d’un signe, 1998, 10 (...) 3Of all the publications mentioned in Bibliothèque raisonnée des ouvrages des savants de l’Europe 1728-1740, 31% were still in Latin. In many European countries, academic dissertations were normally written in Latin at least up to the beginning of the 19th century.

There are geographical differences to take into account, between various countries and regions of Europe, but the general pattern for Western Europe seems to be remarkably uniform, and the changing roles of Latin can be seen and explained as an expression of a general cultural and mental development that mirrors the European transition from the baroque world of religious orthodoxy and royal absolutism to the enlightenment.

At the beginning of the 18th century, the basic conditions for works in Latin change. In the course of one or two decades, the world seems to have become different. The spirit of the early enlightenment had for some decades gradually transformed Europe, and the scholars that were born and brought up during the latter part of the 17th century were necessarily influenced by these new ideas. In this new world there is suddenly little need of Latin epic works and panegyrics in honor of warrior kings. Religious zeal and obscurantism slowly but gradually abate. The muses string their lyres to new tunes, the humanists start praising their sovereigns in the vernaculars, in French or other languages, and the shift in outlook and focus witnesses to the changes that the enlightenment brought about in the European conception of the world

The changing roles of Latin, and the use of Latin in the sciences, were frequently discussed by leading European scholars. This was a most important issue, of immediate concern for all respublica literaria. One of the best-known expressions of the new attitudes can be found in the preface of the French Encyclopédie ou Dictionnaire raisonné des sciences, des arts et des métiers (to the first edition of 1751), d’Alembert declares that it is ridiculous to write Latin verse and latin panegyrics. That is literature that decidedly belongs to the past. However, says d’Alembert, Latin well deserves to be the main language of the sciences. The famous French philosopher thus makes a clear difference between literary Latin and the pragmatic and technical language of the various scientific disciplines.

To sum up: Occasional Latin literature died at the beginning of the 18th century, whereas scientific and scholarly Latin continued to thrive under the extremely prosperous period of the sciences which dominated the European intellectual scene during the 18th century, and the scientists themselves were throughout the century enthusiastic supporters of the use of Latin. It is worthwhile to say a few words about some typical features of this scientific and scholarly Neo-Latin that lived a real and vital life so much longer than literary Latin:

The Latin language used during these centuries was subject to change, as all other living languages. The general vocabulary was firmly – and of course programmatically – rooted in ancient Latin, but it was nevertheless all the time affected by small semantic changes and the vicissitudes of fashion. And, above all, the progress of the sciences necessarily promoted neologism in order to provide the disciplines with new terminology and new nomenclature.

Words were consequently coined all the time. This was inevitable given the enormous growth of knowledge. Scholars who comment on the actual usage sometimes feel themselves obliged to refer to Cicero’s famous words in De finibus 3,3: Imponenda nova novis rebus nomina, which may be translated, in a slightly modernized way, as “New words must be invented for new concepts”.

A great many new Latin words were thus formed, as technical terms, by means of new derivations based on existing stems. Especially in the biological sciences hundreds of new compound adjectives were formed to describe the properties of various species. The Latin vocabulary was often felt to be insufficient. Instead, the resources of Greek were systematically exploited in a creative process that has generated hundreds of technical terms from the Renaissance up to our own time. The Greek element is so important that it requires a special treatment.

Modern Latinists will often be surprised at the occurrence of words and expressions that do belong to ancient Latin but are rare there, or seem to have changed their sense in an unexpected way. It is remarkable that several of the words that belong to the categories just mentioned actually turn out to be key-words in the dissertational discourse and part of the academic jargon, words that refer to the very nucleus and core of a treatise, that is: the aim and purpose of the work, delimitations, definitions, and the classification and subdivisions of the material, the focus and emphasis of the investigation and the outcome of the investigation. 

We find phrases like proponere sibi scopum (aim at); ad id collimare (strive for; aim at); haec consideranda veniunt (these things should be taken into account); de rebus haec concernentibus (about things that have to do with these matters); intuitu primae originis (with special regard to the first origin of …); qua animum, qua corpus (with regard to the soul, with regard to the body); in quinque libros illam dispescit historiam (he divides his narrative into five books).

Scientific and scholarly Latin bears witness to the rapidly growing knowledge in all fields and disciplines, from the 15th century and onwards. New words were taken into use to express new concepts, and those neologisms were regularly formed from Latin – and not the least – from Greek stems. This language was a living language with characteristic features and with its own typical jargon, expressions and phrases. Référence électronique

Hans HELANDER, « The Roles of Latin in Early Modern Europe », L’annuaire du Collège de France [En ligne], 111 | 2012, mis en ligne le 22 novembre 2013, consulté le 11 mai 2018. URL : 

http://journals.openedition.org/annuaire-cdf/1783


Note: The statistical material is taken from Françoise Waquet, Le Latin ou l’empire d’un signe, 1998, 105.