Novos métodos para estudar Latim. The Hamilton's and the Robertson's Methods for Studying Latin

NOVOS MÉTODOS PARA ESTUDAR LATIM. THE HAMILTON'S AND THE ROBERTSON'S METHODS  FOR STUDYING LATIN. PROF. DR. DARCY CARVALHO. FEA-USP. SÃO PAULO. BRAZIL. 2019. STUDIES IN MEDIEVAL AND MODERN LATIN      BIBLIOGRAFIA NO PÉ DA PÁGINA

For thousands of years Latin has been considered  as an instrument to acquire access to knowledge and as an indispensable key for international communication.  In the course of the centuries, therefore, many authors did propose new ways to approach the study of Latin to make it easier and  completely successful.  The students of Neo-Latin can borrow very good ideas  from these experiments for  the process of devising their own methods of learning Latin. As any of the existing modern language Latin must be learned  in an easy, natural, quick and efficient way. We favor the Hamiltonian system as  the quickest method to acquire vocabulary by immediate contact with real Latin. 

O latim da era moderna, escrito de 1300 a 1900, também conhecido como neolatim, novolatim, latim humanista, latim renascentista, ou língua latina nova, compreende as obras redigidas em latim medieval, mas obedecendo novamente a ortografia e a gramatica do latim clássico, substituindo o vocabulário coloquial bárbaro por vocábulos cultos retirados dos antigos autores ou por cunhagem de neologismos. Desde Dante, Petrarca, Boccaccio, Poggio Bracciollini, Aeneas Silvius, Erasmus, Osorius, Damianus a Goes e centenas de outros, do inicio da era moderna ate os finais do seculo 19, este latim vivo e revivescido foi utilizado por necessidade como língua internacional e eclesiástica. No século 20, milhares de obras em latim da era moderna principiaram a aparecer na internet. Pelo mundo todo existem hoje grupos de neolatinistas que almejam ver restabelecido o uso internacional deste latim vivo entre adultos e universitários. Dada a inexistência de professores, a aprendizagem do idioma deve ser feita autodidaticamente, utilizando-se obras didáticas disponíveis, legadas pelos séculos passados, redigidas para ensinar latim clássicos ao público infantil e adolescente das escolas de todo o mundo. O latim moderno pode ser escrito facilmente com estrita morfologia clássica e sintaxe românica, ou seja, analiticamente. Seria muito mais aceitável e útil do que o Latino sine flexione de Peano, por respeitar o fundo lexical do latim clássico. Sendo um idioma para uso contemporâneo, o novolatim pode forjar um imenso vocabulário adicional literário e técnico a partir do fundo pan-latino das línguas românicas, do inglês e de outras línguas vernáculas modernas. Depois de aprender as cinco declinações e a conjugação dos verbos o neolatinista pode começar a escrever latim, traduzindo de uma língua vernácula, textos da sua área de interesse. Grande parte do vocabulário latino será sugerido pelo próprio texto, a consulta a dicionários hoje pode ser feita facilmente on-line. Outro exercício essencial é ler textos latinos clássicos em ordem analítica. O latim moderno é latim clássico escrito ou falado em ordem analítica, conservando as desinências dos casos. DARCY CARVALHO. Veja  darcy carvalho latim e darcy carvalho creator para downloads do material necessário. O Vol. II Parte Gramatical da obra Presenca do Latim de Wandick Londres da Nobrega, destinada aos mestres, adaptada, pode enquadrar-se perfeitamente neste projeto.

http://topicosdelatinidade.blogspot.com/2014/10/latim-medieval-e-moderno.html 

O Vol. II Parte Gramatical da obra Presenca do Latim de Wandick Londres da Nobrega, destinada aos mestres, adaptada, pode enquadrar-se perfeitamente neste projeto.

MÉTODOS NOVOS PARA APRENDER A LÍNGUA LATINA POR SI MESMO SEM PROFESSOR
NOTA PRELIMINAR: APRENDER UMA LÍNGUA IMPLICA DESENVOLVER TRÊS HABILIDADES, LER, ESCREVER E FALAR.  O DOMÍNIO DAS DUAS PRIMEIRAS  FACILITA A AQUISIÇÃO DA TERCEIRA. NAO SENDO MAIS O LATIM UMA LÍNGUA NACIONAL FALADA POR UMA POPULAÇAO SIGNIFICANTE, APRENDER LATIM SIGNIFICA SER CAPAZ DE LER TEXTOS LATINOS E REDIGIR EM LATIM SOBRE QUALQUER ASSUNTO. ESTES OBJETIVOS NÃO SÃO UTÓPICOS SE ADOTARMOS COM RELAÇAO AO LATIM A MESMA ATITUDE DOS CONSTRUTORES DE LÍNGUAS INTERNACIONAIS AUXILIARES, PRINCIPALMENTE NO QUE SE REFERE AO VOCABULÁRIO E À SINTAXE. CONSERVANDO A MORFOLOGIA CLÁSSICA DO LATIM,  ADOTANDO A SINTAXE DAS LÍNGUAS MODERNAS, E RECUPERANDO O VOCABULARIO LATINO INTERNACIONAL,  PODEMOS CRIAR UMA FORMA DE LATIM IMEDIATAMENTE INTELIGÍVEL , DE REDAÇÃO FÁCIL E POSSIVEL DE SER ARTICULADO COMO LINGUA FALADA. SE CONVENCIONARMOS ADOTAR UMA PRONÚNCIA COMUM, DENTRE AS TRES DISPONÍVEIS, A TRADICIONAL, A ECLESIÁSTICA OU A RECUPERADA, OU RECONSTRUIDA.

NEW METHODS FOR STUDYING NEO-LATIN WITHOUT A TEACHER. NEO-LATIN AS AN INTERNATIONAL AUXILIARY LANGUAGE. HOW TO STUDY NEO-LATIN WITHOUT A TEACHER AND WITHOUT TEARS. O LATIM MODERNO ESTUDADO COMO LÍNGUA AUXILIAR INTERNACIONAL .MÉTODOS NOVOS PARA ESTUDAR NEOLATIM SEM PROFESSOR .   COMO ESTUDAR LATIM MODERNO SEM PROFESSOR E SEM LÁGRIMAS,

SUMÁRIO. Neste trabalho afirmamos que é possivel adquirir proficiência em Latim escrito num par de meses sem professor. Este desideratum está ao alcance de qualquer adulto que possa ler um dos idiomas modernos ocidentais. É uma proposta diferente de método para a aquisição do Latim considerando-o como uma língua moderna, ou como uma língua auxiliar internacional, capaz de aprendizagem rápida e uso cômodo. 

Explora plenamente o fato de o latim conservar-se vivo e continuar a ser praticado no mundo todo até hoje, mesmo depois de ter sido deliberada e abruptamente abandonado, como lingua academica e de estado, nos séculos XVII e XVIII, por razões políticas e economicas, em favor da implantação dos idiomas vernaculos.

O Latim juntamente com o Grego é o ingrediente principal do vocabulário contemporâneo de todas as línguas neolatinas, inclusive do Inglês. Este método para aprender rapidamente o  Latim baseia-se no fato amplamente divulgado por todos os gramáticos de que as palavras da Língua Latina não tem uma posição necessária na frase e , portanto, podemos escrever ou falar em latim, se quisermos, em ordem estritamente direta, em qualquer dos departamentos da ciência, filosofia ,economia, negócios ou literatura, com vocabulário perfeitamente atual.

Este trabalho é escrito como contribuição ao esforço que vem sendo feito para conservar e ampliar o uso da Língua Latina, item precioso da nossa herança cultural ocidental. DARCY CARVALHO. FEAUSP. São Paulo, Anno 2012.

ABSTRACT.

How to learn Latin without a teacher and without tears. This work suggests means and ways for anyone to become proficient in written Latin, in a couple of months, without a teacher. This is both possible and desirable, for adults, especially those already litterate in any modern western vernacular. It just proposes a different approach to the study of Latin as a living language.

It fully explores the fact that the Latin language kept being used in a way or another, until this very day, in the whole world, even if deliberately and politically suppressed in Europe, during and after the Seventeenth and Eighteenth Centuries, in favor of the vernacular languages. The written Latin language has had a stable grammar for at least 2000 years and constitutes together with Greek the main ingredient of the contemporary vocabulary of all modern neolatin languages, including English.

This method for quickly learning Latin fully takes into account the fact that words have not a necessary position in a Latin phrase, and therefore we can and may also write Latin as a modern language, in any department of science, philosophy, economics, economic affairs and litterature, in strict direct order, and that with a modern and perfectly up-to-date vocabulary. The work is written as a plea for the conservation of the Latin language as a wothy intellectual exercise and a most precious item in the western cultural and historical heritage.

This work, a series of studies on the Latin language and the means for learning it quickly, is not produced by a specialist on Philology, but by a retired Brazilian economist of the University of São Paulo, Department of Economics, interested in the History and Economic Thought of the Roman Empire, Greece, the Orient, and Mediaeval Europe. He is also interested in Arabic, Ibn Khaldun and Modern Greek studies. Prof. Dr. Darcy Carvalho was born in 1938 and retired in 2008. . DARCY CARVALHO. FEAUSP. São Paulo, Anno 2012

CONTEÚDO

CAPITULO I . A CONSANGUINIDADE DO LATIM COM O PORTUGUÊS

INTRODUÇÃO: Como aprender latim através das linguas romanicas e do inglês

CAPITULO II . IMERSÃO TOTAL NA LÍNGUA LATINA PELA INTERNET

LATIM I: Sites, textos, traduções e obras completas em latim, disponiveis na internet, para download

CAPITULO III . BIBLIOGRAFIA ELETRONICA PARA O ESTUDO DO LATIM.

LATIM II : Gramaticas e dicionarios da lingua latina, na internet, nos principais idiomas da Europa

CAPITULO IV . O LATIM EM DEZ LIÇÕES.

LATIM III: Aprender sozinho a lingua latina, escrevendo em latim imediatamente, a partir dos idiomas modernos. Observações marginais sobre o uso do material didatico

CAPITULO V O METODO HAMILTON-HACHETE PARA LER LATIM CLASSICO

LATIM IV: As traduções literais, bem como as interlineares permitem ler imediatamente classicos latinos e gregos sem consulta de lexicos, facilitando imensamente a aquisição de vocabulario e expressões

CAPITULO VI. O VOCABULARIO PORTUGUEZ LATINO DE RAPHAEL BLUTEAU

LATIM V: Recuperação do vocabulario latino corrente na Europa, no seculo XVIII, através do DICIONARIO UNIVERSAL PORTUGUES LATINO de Raphael Bluteau. Relação de obras similares contemporaneas francesas, inglesas, espanholas e italianas

CAPITULO VII . OBSERVAÇÕES SOBRE AS DIFERENTES LATINIDADES.

LATIM VI. Cicero. Aurelius Augustinus. Erasmus. Melanchton. Sede Apostolica. Nota sobre o Latino sine flexione de Peano e Leibniz , Interlingua e Esperanto. O latim moderno dos editores de obras clássicas, uma fonte esquecida .

CAPITULO VIII . O LATIM DOS FILOSOFOS.

LATIM VII: Cicero filosofo. Aristoteles. Platão. Leibniz. Descartes. Fragmenta philosophorum graecorum. O trabalho de Gilles Louise sobre o latim de Spinoza: Vers l´éthique de Spinoza.

CAPITULO IX . O BABELISMO INTERNACIONAL E O LATIM.

LATIM VIII: Pela criação de um latim utilitario moderno. Newman, Bayet, Clédat, Vido Angelino, Gaius Licoppe. T. Pekannen e R. Pitkaranta

CAPITULO X . ANEXOS EM LATIM TEXTOS E MISSIVAS

Textos exemplificativos e missivas em latim  moderno 

CARTA APOSTÓLICA EM FORMA DE MOTU PROPRIO LATINA LINGUA DO SUMO PONTÍFICE BENTO XVI COM A QUAL SE INSTITUI A PONTIFÍCIA ACADEMIA DE LATINIDADE

1. A língua latina foi sempre tida em grandíssima consideração pela Igreja Católica e pelos Romanos Pontífices, os quais promoveram assiduamente o seu conhecimento e difusão, tendo feito dela a própria língua, capaz de transmitir universalmente a mensagem do Evangelho, como já respeitavelmente afirmado pela Constituição Apostólica Veterum sapientiae do meu Predecessor, o Beato João XXIII. Na realidade, desde o Pentecostes a Igreja falou e rezou em todas as línguas dos homens. Contudo, as Comunidades cristãs dos primeiros séculos usaram amplamente o grego e o latim, línguas de comunicação universal do mundo no qual viviam, graças às quais a novidade da Palavra de Cristo encontrava a herança da cultura helénico-romana. Depois do desaparecimento do Império romano do Ocidente, a Igreja de Roma não só continuou a servir-se da língua latina, mas dela se fez de certa forma patrocinadora e promotora, quer em âmbito teológico e litúrgico, quer no da formação e da transmissão do saber.

2. Também na nossa época, o conhecimento da língua e da cultura latinas resulta necessário como nunca para o estudo das fontes nas quais se baseiam, entre outras, numerosas disciplinas eclesiásticas tais como, por exemplo, a Teologia, a Liturgia, a Patrística e o Direito Canónico, como ensina o Concílio Ecuménico Vaticano II (cf. Decr. Optatam totius, 13). Além disso, nesta língua são redigidos, na sua forma típica, precisamente para evidenciar a índole universal da Igreja, os livros litúrgicos do Rito romano, os Documentos mais importantes do Magistério e as Actas oficiais mais solenes dos Romanos Pontífices.

3. Na cultura contemporânea observa-se contudo, no contexto de um debilitamento generalizado dos estudos humanistas, o perigo de um conhecimento cada vez mais superficial da língua latina, verificável também no âmbito dos estudos filosóficos e teológicos dos futuros sacerdotes. Por outro lado, precisamente no nosso mundo, no qual grande parte é ocupada pela ciência e pela tecnologia, verifica-se um renovado interesse pela cultura e língua latinas, não só naqueles Continentes que têm as próprias raízes culturais na herança greco-romana. Esta atenção torna-se muito significativa porque não abrange só ambientes académicos e institucionais, mas diz respeito também a jovens e estudiosos provenientes de Nações e tradições bastante diversas.

4. Torna-se portanto urgente apoiar o compromisso por um maior conhecimento e um uso da língua latina mais competente, quer no âmbito eclesial, quer no mais vasto mundo da cultura. Para dar realce e ressonância a este esforço, são oportunas como nunca a adopção de métodos didáticos adequados às novas condições e a promoção de uma rede de relações entre Instituições académicas e entre estudiosos, a fim de valorizar o rico e multiforme património da civilização latina. A fim de contribuir para a consecução de tais finalidades, seguindo as pegadas dos meus venerados Predecessores, com o presente Motu Proprio instituo hoje a Pontifícia Academia de Latinidade, dependente do Pontifício Conselho para a Cultura. Ela é regida por um Presidente, coadjuvado por um Secretário, por mim nomeados, e por um Conselho Académico.

A Fundação Latinitas, constituída pelo Papa Paulo vi, com o Quirógrafo Romani Sermonis, de 30 de Junho de 1976, fica extinguida. A presente Carta Apostólica em forma de Motu Proprio, com a qual aprovo ad experimentum, por um quinquénio, o Estatuto em anexo, ordeno que seja publicada em L’Osservatore Romano. Dado em Roma, junto de São Pedro, no dia 10 de Novembro de 2012, memória de São Leão Magno, oitavo ano de Pontificado. BENEDICTUS PP. XVI

Estatuto da Pontifícia Academia de Latinidade. Artigo 1. É instituída a Pontifícia Academia de Latinidade, com sede no Estado da Cidade do Vaticano, para a promoção e a valorização da língua e da cultura latinas. A Academia está relacionada com o Pontifício Conselho para a Cultura, do qual depende.  Artigo 2. § 1. São finalidades da Academia: a) favorecer o conhecimento e o estudo da língua e da literatura latina, tanto clássica como patrística, medieval e humanista, sobretudo nas Instituições formativas católicas, nas quais tanto os seminaristas como os sacerdotes são formados e instruídos; b) promover nos diversos âmbitos o uso do latim, como língua quer escrita quer falada. § 2. Para a consecução das mencionadas finalidades a Academia propõe-se: a) ocupar-se de publicações, encontros, congressos de estudo e representações artísticas; b) dar vida e apoiar cursos, seminários e outras iniciativas formativas também em colaboração com o Pontifício Instituto Superior de Latinidade; c) educar as jovens gerações no conhecimento do latim, também através dos modernos meios de comunicação; d) organizar actividades elucidativas, exposições e concursos; e) desenvolver outras actividades e iniciativas necessárias para a consecução das finalidades institucionais. Artigo 3. A Pontifícia Academia de Latinidade compõe-se de Presidente, Secretário, Conselho Académico e Membros, chamados também Académicos. Artigo 4. § 1. O Presidente da Academia é nomeado pelo Sumo Pontífice, por um quinquénio. O Presidente pode ser renovado por um segundo quinquénio. § 2. Compete ao Presidente: a) representar legalmente a Academia, também face a qualquer autoridade judiciária e administrativa, quer canónica quer civil; b) convocar e presidir o Conselho Académico e a Assembleia dos Membros; c) participar, na qualidade de Membro, nas reuniões do Conselho de Coordenação das Academias pontifícias e manter as relações com o Pontifício Conselho para a Cultura; d) superintender a actividade da Academia; e) prover em matéria de administração ordinária, com a colaboração do Secretário, e em matéria de extraordinária administração, de acordo com o Conselho Académico e com o Pontifício Conselho para a Cultura. Artigo 5. § 1. O Secretário é nomeado pelo Sumo Pontífice, por um quinquénio. Pode ser renovado por um segundo quinquénio. § 2. O Presidente, em caso de ausência ou de impedimento, delega o Secretário para o substituir. Artigo 6. § 1. O Conselho Académico é composto pelo Presidente, pelo Secretário e por cinco Conselheiros. Os Conselheiros são eleitos pela Assembleia dos Académicos, por um quinquénio, e podem ser renovados. § 2. O Conselho Académico, que é presidido pelo Presidente da Academia, determina as questões de maior importância que dizem respeito à Academia. Ele aprova a ordem do dia em vista da Assembleia dos Membros, que deve ser realizada pelo menos uma vez por ano. O Conselho é convocado pelo Presidente pelo menos uma vez por ano e, além disso, todas as vezes que seja solicitado pelo menos por três Conselheiros. Artigo 7. O Presidente, com o parecer favorável do Conselheiro, pode nomear um Arquivista, com funções de bibliotecário, e um Tesoureiro. Artigo 8. § 1. A Academia consta de Membros Ordinários, em número não superior a cinquenta, entre Académicos, estudiosos e cultores da língua e da literatura latinas. Eles são nomeados pelo Secretário de Estado. Alcançado o octogésimo ano de idade, os Membros Ordinários tornam-se Eméritos. § 2. Os Académicos Ordinários participam na Assembleia da Academia convocada pelo Presidente. Os Académicos Eméritos podem participar da Assembleia, sem direito de voto.§ 3. Além dos Académicos Ordinários, o Presidente da Academia, tendo ouvido o Conselho, pode nomear outros Membros, chamados correspondentes. Artigo 9. O património da extinta Fundação Latinitas e as suas actividades, incluídas a redacção e publicação da Revista Latinitas, são transferidas para a Pontifícia Academia de Latinidade. Artigo 10. Para o que não é expressamente previsto faz-se referência às normas do vigente Código de Direito Canónico e às leis do Estado da Cidade do Vaticano.© Copyright 2012 - Libreria Editrice Vaticana. © Copyright - Libreria Editrice Vaticana

BENEDICTUS PP. XVI LITTERAE APOSTOLICAE MOTU PROPRIO DATAE LATINA LINGUA

De Pontificia Academia Latinitatis condenda

1. Latina Lingua permagni ab Ecclesia Catholica Romanisque Pontificibus usque est aestimata, quandoquidem ipsorum propria habita est lingua, qui eandem cognoscendam et diffundendam assidue curaverunt, cum Evangelii nuntium in universum orbem transmittere valeret, quemadmodum in Constitutione Apostolica Veterum sapientia Decessor Noster beatus Ioannes XXIII iure meritoque edixit. Enimvero inde a Pentecoste omnibus hominum linguis locuta et precata est Ecclesia. Attamen christianae communitates primorum saeculorum linguam Graecam Latinamque affatim usurpaverunt, cum illis locis in quibus morabantur universalia essent communicationis instrumenta, quorum ope Christi Verbi novitas hereditati obviam ivit Romani et Hellenistici cultus. Romano Imperio occidentali exstincto, Romana Ecclesia non modo lingua Latina uti perrexit, verum etiam quodammodo custos eiusdem et fautrix fuit, sive in Theologiae ac Liturgiae, sive in institutionis et scientiae transmittendae provincia.

2. Nostris quoque temporibus Latinae linguae et cultus cognitio perquam est necessaria ad fontes vestigandos ex quibus complures disciplinae ceteroqui hauriunt, exempli gratia Theologia, Liturgia, Patrologia et Ius Canonicum, quemadmodum Concilium Oecumenicum Vaticanum II docet (cfr Decretum de Institutione sacerdotali, Optatam totius, 13). In hac praeterea lingua, ut universalis Ecclesiae natura pateat, typica forma sunt scripti liturgici libri Romani Ritus, praestantiora Magisterii pontificii Documenta necnon sollemniora Romanorum Pontificum officialia Acta.

3. In hodierno tamen cultu, humanarum litterarum extenuatis studiis, periculum adest levioris linguae Latinae cognitionis, quae in curriculis philosophicis theologicisque futurorum presbyterorum quoque animadvertitur. Sed contra, in nostro ipso orbe, in quo scientia ac technologia praecipuum obtinent locum, renovatum culturae et linguae Latinae studium invenitur, non illis in Continentibus dumtaxat quae proprias culturales radices in patrimonio Graeco et Romano habent. Id diligentius est animadvertendum eo quod non modo academiarum provincia et institutionum implicatur, sed ad iuvenes inquisitoresque etiam attinet, qui ex diversissimis Nationibus et traditionibus proveniunt.

4. Quapropter necessitas instare videtur ut linguae Latinae altius cognoscendae eiusque congruenter utendae fulciatur cura, sive in ecclesiali sive in patentiore cultus campo. Ut hic nisus extollatur et evulgetur, consentaneum prorsus est docendi rationes adhibere aptas ad novas condiciones et provehere item necessitudines inter Academicas institutiones et inquisitores, ut copiosum ac multiforme Latini cultus patrimonium efferatur. Ad haec proposita assequenda, Decessorum Nostrorum semitas calcantes, hasce per Litteras Apostolicas Motu Proprio datas hodie Pontificiam Academiam Latinitatis condimus, quae Pontificio Consilio de Cultura erit obnoxia. Eam regit Praeses, quem Secretarius iuvat et ii a Nobis nominantur, dum Consilium Academicum illis auxilium fert. Opus Fundatum Latinitas, quod Pauli PP. VI chirographo Romani Sermonis die XXX mensis Iunii anno MCMLXXVI est constitutum, exstinguitur. Decernimus ut hae Litterae Apostolicae Motu Proprio datae, quibus ad experimentum in quinquennium adnexum Statutum comprobamus, per editionem in actis diurnis “L’Osservatore Romano” evulgentur. Datum Romae, apud Sanctum Petrum, die X mensis Novembris, in memoria Sancti Leonis Magni Papae, anno MMXII, Pontificatus Nostri octavo. BENEDICTUS PP. XVI

Pontificiae Academiae Latinitatis Statutum

Art. I Pontificia Academia Latinitatis conditur, cuius sedes in Statu Civitatis Vaticanae locatur, quae linguam Latinam et cultum promoveat extollatque. Academia cum Pontificio Consilio de Cultura copulatur, cui est obnoxia. Art. II § 1. Haec sunt Academiae proposita: a) ut linguae litterarumque Latinarum, quae ad classicos, Christianos, mediaevales, humanisticos et recentissimos pertinent auctores, cognitionem iuvet studiumque provehat, praesertim apud catholica instituta, in quibus vel Seminarii tirones vel presbyteri instituuntur atque erudiuntur. b) Ut provehat diversis in provinciis Latinae linguae usum, sive scribendo sive loquendo. § 2. Ut haec proposita consequatur, Academia studet: a) scripta, conventus, studiorum congressiones, scaenica opera curare; b) curricula, seminaria aliaque educationis incepta procurare, etiam iunctis viribus cum Pontificio Instituto Altioris Latinitatis; c) hodierna quoque communicationis instrumenta in discipulis instituendis adhibere, ut sermonem Latinum perdiscant. d) expositiones, exhibitiones et certamina apparare; e) alia agere ac suscipere ad hoc Institutionis propositum assequendum. Art. III Pontificia Academia Latinitatis Praesidem, Secretarium, Consilium Academicum ac Sodales, qui Academici quoque nuncupantur, complectitur. Art. IV  § 1. Academiae Praeses a Summo Pontifice in quinquennium nominatur. Praesidis mandatum in alterum quinquennium renovari potest. § 2. Ad Praesidem spectat: a) iure Academiae, etiam coram quavis iudiciali administrativaque auctoritate, sive canonica sive civili, partes agere; b) Consilium Academicum et Sodalium Congressionem convocare eisque praesidere; c) Congressionibus Coordinationis Academiarum Pontificiarum Sodalis loco interesse atque cum Pontificio Consilio de Cultura necessitudinem persequi; d) Academiae rebus agendis praeesse; e) ordinariae administrationi, Secretario opem ferente, atque extraordinariae administrationi, suffragante Consilio Academico necnon Pontificio Consilio de Cultura, consulere. Art. V  § 1. In quinquennium a Summo Pontifice nominatur Secretarius, qui in alterum quinquennium confirmari potest. § 2. Praeses, si forte absit vel impediatur, Secretarium delegat, ut ipsius vice fungatur. Art. VI  § 1. Consilium Academicum constituunt Praeses, Secretarius et quinque Consiliarii. Consiliarii autem a coetu Academicorum in quinquennium eliguntur, qui confirmari possunt. § 2. Consilium Academicum, cui Academiae Praeses praeficitur, de maioris ponderis quaestionibus, ad Academiam attinentibus, decernit. Ipsum Rerum agendarum ordinem comprobat, quae a Coetu Sodalium tractanda erunt, qui saltem semel in anno est convocandus. Consilium a Praeside convocatur semel in anno atque quotiescumque porro id saltem tres Consiliarii requirunt. Art. VII Praeses, suffragante Consilio, Archivarium, qui Bibliothecarii partes quoque agit, atque Thesaurarium nominare potest. Art. VIII  § 1. Academiam constituunt Sodales Ordinarii, qui numerum quinquaginta non excedunt et Academici vocantur, quique studiosi sunt cultoresque linguae ac litterarum Latinarum. Ii a Secretario Status nominantur. Cum autem Sodales Ordinarii octogesimum aetatis annum complent, Emeriti fiunt. § 2. Academici Ordinarii Academiae Coetui, a Praeside convocato, intersunt. Academici Emeriti Coetui interesse possunt, at sine suffragio. § 3. Praeter Academicos Ordinarios, Academiae Praeses, Consilio audito, alios Sodales nominare potest, qui “correspondentes” nuncupantur. Art. IX  Aboliti Operis Fundati Latinitas patrimonium inceptaque, compositione editioneque commentariorum Latinitas addita, in Pontificiam Academiam Latinitatis transferuntur. Art. X Quae hic expresse non deliberantur, Codice Iuris Canonici et Status Civitatis Vaticanae legibus temperantur. © Copyright 2012 - Libreria Editrice Vaticana. © Copyright - Libreria Editrice Vaticana

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A GENERAL BIBLIOGRAPHY FOR THE STUDY OF THE LATIN LANGUAGE. DICTIONARIES AND TEXTBOOKS USED IN THE LAST TWO CENTURIES IN BRAZIL, PORTUGAL AND IN THE REST OF EUROPE FOR TEACHING LATIN. THE BOOKS ARE AVAILABLE FOR DOWNLOAD AT DARCY CARVALHO CREATOR ARCHIVE.ORG: 

http://archive.org/search.php?query=creator%3A%22DARCY%20CARVALHO%22&sort=-downloads

Esta bibliografia disponibiliza para downloads dicionários e as principais obras didáticas utilizadas no Brasil, em Portugal e noutros países europeus, para o ensino do Latim, nos últimos séculos.

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Novos métodos para estudar Latim. Como analisar e entender textos em latim, utilizando-se as oito partes do discurso: nomes (substantivos e adjetivos), pronomes, verbos, advérbios, particípios, conjunções, preposições, e interjeições. New methods for studying Latin. How to analyze and understand Latin texts, using the eight parts of the discourse: names (nouns and adjectives), pronouns, verbs, adverbs, participles, conjunctions, prepositions, and interjections.

O texto abaixo da Ars Minor, em que  Donatus apresenta as oito partes da oração,  está escrito de forma simples, sem inversões, o  que dispensa análise. Cada oração pode ser lida  palavra por palavra do início ao fim com perfeito entendimento. O método que desenvolveremos se refere à leitura de textos latinos contendo longos períodos. Our objective is to present a simple method to analyse periods like this one by Ammianus Marcelinus:

1. Post emensos insuperabilis expeditionis eventus languentibus partium animis, quas periculorum

varietas fregerat et laborum, nondum tubarum cessante clangore vel milite locato per stationes

hibernas, fortunae saevientis procellae tempestates alias rebus infudere communibus per multa illa

et dira facinora Caesaris Galli, qui ex squalore imo miseriarum in aetatis adultae primitiis ad

principale culmen insperato saltu provectus ultra terminos potestatis delatae procurrens asperitate

nimia cuncta foedabat. propinquitate enim regiae stirpis gentilitateque etiam tum Constantini

nominis efferebatur in fastus, si plus valuisset, ausurus hostilia in auctorem suae felicitatis, ut

videbatur.

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Donatus, de partibus orationis ars minor. Text prepared by Jim Marchand.

https://faculty.georgetown.edu/jod/texts/donatus.4.html

De partibus orationis

Partes orationis quot sunt? Octo. Quae? Nomen pronomen verbum adverbium participium coniunctio praepositio interiectio.

DE NOMINE

Nomen quid est? Pars orationis cum casu corpus aut rem proprie communiterve significans. Nomini quot accidunt? Sex. Quae? Qualitas comparatio genus numerus figura casus. Qualitas nominum in quo est? Bipertita est: aut enim unius nomen est et proprium dicitur, aut multorum et appellativum. Comparationis gradus quot sunt? Tres. Qui? Positivus, ut doctus, comparativus, ut doctior, superlativus, ut doctissimus. Quae nomina comparantur? Appellativa dumtaxat qualitatem aut quantitatem significantia. Comparativus gradus cui casui servit? Ablativo sine praepositione: dicimus enim `doctior illo'. Superlativus cui? Genetivo tantum plurali: dicimus enim `doctissimus poetarum'. Genera nominum quot sunt? Quattuor. Quae? Masculinum, ut hic magister, femininum, ut haec Musa, neutrum, ut hoc scamnum, commune, ut hic et haec sacerdos. est praeterea trium generum, quod omne dicitur, ut hic et haec et hoc felix; est epicoenon, id est promiscuum, ut passer aquila. Numeri nominum quot sunt? Duo. Qui? Singularis, ut hic magister, pluralis, ut hi magistri. Figurae nominum quot sunt? Duae. Quae? Simplex, ut decens potens, composita, ut indecens impotens. Quibus modis nomina componuntur? Quattuor: ex duobus integris, ut suburbanus; ex duobus corruptis, ut efficax municeps; ex integro et corrupto, ut insulsus; ex corrupto et integro, ut nugigerulus; aliquando ex compluribus, ut inexpugnabilis imperterritus. Casus nominum quot sunt? Sex. Qui? Nominativus genetivus dativus accusativus vocativus ablativus. Per hos omnium generum nomina pronomina participia declinantur hoc modo: magister nomen appellativum generis masculini numeri singularis figurae simplicis casus nominativi et vocativi, quod declinabitur sic: nominativo hic magister, genetivo huius magistri, dativo huic magistro, accusativo hunc magistrum, ablativo ab hoc magistro; et pluraliter nominativo hi magistri, genetivo horum magistrorum, dativo his magistris, accusativo hos magistros, vocativo o magistri, ablativo ab his magistris. Musa nomen appellativum generis feminini numeri singularis figurae simplicis casus nominativi et vocativi, quod declinabitur sic: nominativo haec Musa, genetivo huius Musae, dativo huic Musae, accusativo hanc Musam, vocativo o Musa, ablativo ab hac Musa; et pluraliter nominativo hae Musae, genetivo harum Musarum, dativo his Musis, accusativo has Musas, vocativo o Musae, ablativo ab his Musis. Scamnum nomen appellativum generis neutri numeri singularis figurae simplicis casus nominativi accusativi et vocativi, quod declinabitur sic: nominativo hoc scamnum, genetivo huius scamni, dativo huic scamno, accusativo hoc scamnum, vocativo o scamnum, ablativo ab hoc scamno; et pluraliter nominativo haec scamna, genetivo horum scamnorum, dativo his scamnis, accusativo haec scamna, vocativo o scamna, ablativo ab his scamnis. Sacerdos nomen appellativum generis communis numeri singularis figurae compositae casus nominativi et vocativi, quod dedinabitur sic: nominativo hic et haec sacerdos, genetivo huius sacerdotis, dativo huic sacerdoti, accusativo hunc et hanc sacerdotem, vocativo o sacerdos, ablativo ab hoc et ab hac sacerdote; et pluraliter nominativo hi et hae sacerdotes, genetivo horum et harum sacerdotum, dativo his sacerdotibus, accusativo hos et has sacerdotes, vocativo o sacerdotes, ablativo ab his sacerdotibus. Felix nomen appellativum generis omnis numeri singularis figurae simplicis casus nominativi et vocativl, quod declinabitur sic: nominativo hic et haec et hoc felix, gentivo huius felicis, dativo huic felici, accusativo hunc et hanc felicem et hoc felix, vocativo o felix, ablativo ab hoc et ab hac et ab hoc felice vel felici; et pluraliter nominativo hi et hae felices et haec felicia, genetivo horum et harum et horum felicium, dativo his felicibus, accusativo hos et has felices et haec felicia, vocativo o felices et o felicia, ablativo ab his felicibus. Quaecumque nomina ablativo casu singulari a vel o fuerint terminata genetivum pluralem in quid mittunt? In -rum, dativum et ablativum in -is. Quaecumque nomina ablativo casu singulari -e vel -i vel -u fuerint terminata genetivum pluralem in quid mittunt? Si e correpta fuerit, in -um; si producta, in -rum; si i fuerit, in -ium; si u, in -uum geminata u littera. Dativum et ablativum in quid mittunt? In -bus omnia.

DE PRONOMINE

Pronomen quid est? Pars orationis, quae pro nomine posita tantundem paene significat personamque interdum recipit. Pronomini quot accidunt? Sex. Quae? Qualitas genus numerus figura persona casus. Qualitas pronominum in quo est? Bipertita est: aut enim finita sunt pronomina aut infinita. Quae sunt finita? Quae recipiunt personas, ut ego tu ille. Quae sunt infinita? Quae non recipiunt personas, ut quis quae quod. Genera pronominum quae sunt? Eadem fere quae et nominum: masculinum, ut quis, femininum, ut quae, neutrum, ut quod, commune, ut qualis talis, trium generum, ut ego tu. Numeri pronominum quot sunt? Duo. Qui? Singularis, ut hic, pluralis, ut hi. Figurae pronominum quot sunt? Duae. Quae? Simplex, ut quis, composita, ut q usquis. Personae pronominum quot sunt? Tres. Quae? Prima, ut ego, seconda, ut tu, tertia, ut ille. Casus item pronominum quot sunt? Sex, quem ad modum et nominum, per quos omnium generum pronomina in flectuntur hoc modo.

Ego pronomen finitum generis omnis numeri singularis figurae simplicis personae primae casus nominativi, quod declinabitur sic: ego mei vel mis mihi me a me, et pluraliter nos nostrum vel nostri nobis nos o a nobis: personae secondae generis omnis numen singularis tu tui vel tis tibi te o a te, et pluraliter vos vestrum vel vestri vobis vos o a vobis: personae tertiae generis masculini numeri singularis ille illius illi illum ab illo, et pluraliter illi illorum illis illos ab illis; generis feminini numeri singularis illa illius illi illam ab illa, et pluraliter illae illarum illis illas ab illis; generis neutri numeri singularis illud illius illi illud ab illo, et pluraliter illa illorum illis illa ab illis. Minus quam finita generis masculini numeri singularis ipse ipsius ipsi ipsum ab ipso, et pluraliter ipsi ipsorum ipsis ipsos ab ipsis; generis feminini numeri singularis ipsa ipsius ipsi ipsam ab ipsa, et pluraliter ipsae ipsarum ipsis ipsas ab ipsis; generis neutri numeri singularis ipsum ipsius ipsi ipsum ab ipso, et pluraliter ipsa ipsorum ipsis ipsa ab ipsis. Item minus quam finita generis masculini numeri singularis iste istius isti istum ab isto, et pluraliter isti istorum istis istos ab istis; generis feminini numeri singularis ista istius isti istam ab ista, et pluraliter istae istanum istis istas ab istis; generis neutri numeri singularis istud istius isti istud ab isto, et pluraliter ista istorum istis ista ab istis. Item articulare praepositivum vel demonstrativum generis masculini numeri singularis hic huius huic hunc o ab hoc, et pluraliter hi horum his hos o ab his; generis feminini numeri singularis haec huius huic hanc o ab hac, et pluraliter hae harum his has o ab his; generis neutri numeri singularis hoc huius huic hoc o ab hoc, et pluraliter haec horum his haec o ab his. item subiunctivum vel relativum generis masculini numeri singularis is eius ei eum ab eo, et pluraliter ei eorum eis eos ab eis; generis feminini numeri singularis ea eius ei eam ab ea, et pluraliter eae earum eis eas ab eis; generis neutri numeri singularis id eius ei id ab eo, et pluraliter ea eorum eis ea ab eis. item infinita generis masculini numeri singularis quis cuius cui quem a quo vel a qui, et pluraliter qui quorum quis vel quibus quos a quis vel a quibus; generis feminini numeri singularis quae cuius cui quam a qua vel a qui, et pluraliter quae quarum quis vel quibus quas a quis vel a quibus; generis neutri numeri singularis quod cuius cui quod a quo vel a qui, et pluraliter quae quorum quis vel quibus quae a quis vel a quibus. Item possessiva finita ad aliquid dicta ex utraque parte singularia generis masculini meus mei meo meum o a meo, et pluraliter ex altera parte mei meorum meis meos o a meis; generis feminini numeri singularis mea meae meae meam o a mea, et pluraliter meae mearum meis meas o a meis; generis neutri numeri singularis meum mei meo meum o a meo, et pluraliter mea meorum meis mea o a meis: personae secundae generis masculini numeri singularis tuus tui tuo tuum a tuo et pluraliter tui tuorum tuis tuos a tuis; generis feminini numeri singularis tua tuae tuae tuam a tua, et pluraliter tuae tuarum tuis tuas a tuis; generis neutri numeri singularis tuum tui tuo tuum a tuo, et pluraliter tua tuorum tuis tua a tuis: personae tertiae generis masculirli numeri singularis suus sui suo suum a suo, et pluraliter sui suorum suis suos a suis; generis feminini numeri singularis sua suae suae suam a sua, et pluraliter suae suarum suis suas a suis; generis neutri numeri singularis suum sui suo suum a suo, et pluraliter sua suorum suis sua a suis. item possessiva finita ad aliquid dicta ex altera parte pluralia generis masculini noster nostri nostro nostrum o a nostro, et pluraliter ex utraque parte nostri nostrorum nostris nostros o a nostris; generis feminini numeri singularis nostra nostrae nostrae nostram o a nostra, et pluraliter nostrae nostrarum nostris nostras o a nostris; generis neutri numeri singularis nostrum nostri nostro nostrum o a nostro, et pluraliter nostra nostrorum nostris nostra o a nostris: personae secundae generis masculini numeri singularis vester vestri vestro vestrum a vestro, et pluraliter vestri vestrorum vestris vestros a vestris generis feminini numeri singularis vestra vestrae vestrae vestrarn a vestra, et pluraliter vestrae vestrarum vestris vestras a vestris; generis neutri numeri singularis vestrum vestri vestro vestrum a vestro, et pluraliter vestra vestrorum vestris vestra a vestris. Da horum composita. Egomet, tute, illic, istic, idem masculino genere productum, neutro correptum, quisquis, quisnam, quispiam aliquis et cetera.

DE VERBO

Verbum quid est? Pars orationis cum tempore et persona sine casu aut agere aliquid aut pati aut neutrum significans. Verbo quot accidunt? Septem. Quae? Qualitas coniugatio genus numerus figura tempus persona. Qualitas verborum in quo est? In modis et in formis. Modi qui sunt? Indicativus, ut lego, imperativus, ut lege, optativus, ut utinam legerem, coniunctivus, ut cum legam, infinitivus, ut legere, impersonalis, ut legitur. Formae verborum quot sunt? Quattuor. Quae? Perfecta, ut lego, meditativa, ut lecturio, frequentativa, ut lectito, inchoativa, ut fervesco calesco. Coniugationes verborum quot sunt? Tres. Quae? Prima secunda tertia. Prima quae est? Quae indicativo modo tempore praesenti numero singulari secunda persona verbo activo et neutrali a productam habet ante novissimam litteram, passivo communi et deponenti ante novissimam syllabam, ut amo amas, amor amaris; et futurum tempus eiusdem modi in bo et in bor syllabam mittit, ut amo amabo, amor amabor. Secunda quae est? Quae indicativo modo tempore praesenti numero singulari secunda persona verbo activo et neutrali e productam habet ante novissimam litteram, passivo communi et deponenti ante novissimam syllabam, ut doceo doces, doceor doceris; et futurum tempus eiusdem modi in bo et in bor syllabam mittit, ut doceo docebo, doceor docebor. Tertia quae est? Quae indicativo modo tempore praesenti numero singulari secunda persona verbo activo et neutrali i correptam vel i productam habet ante novissimam litteram, passivo communi et deponenti pro i littera e correptam vel i productam habet ante novissimam syllabam, ut lego legis, legor legeris, audio audis, audior audiris; et futurum tempus eiusdem modi in am et in ar syllabam mittit, ut lego legam, legor legar, audio audiam, audior audiar. haec in imperativo et in infinitivo statim discerni possunt, utrum i littera correpta sit an producta. Nam correpta i littera in e convertitur; producta si fuerit, non mutatur. Quando tertia coniugatio futurum tempus non in am tantum sed etiam in bo mittit? Interdum, Cum i litteram non correptam habuerit sed productam, ut eo is ibo, queo quis quibo. Genera verborum quot sunt? Quinque. Quae? Activa passiva neutra deponentia communia. Activa auae sunt? Ouae in o desinunt et accepta r littera faciunt ex se passiva, ut lego legor. Passiva quae sunt? Quae in r desinunt et ea dempta redeunt in activa, ut legor lego. Neutra quae sunt? Quae in o desinunt, ut activa, sed accepta r littera Latina non sunt, ut sto curro: stor curror non dicimus. Deponentia quae sunt? Quae in r desinunt, ut passiva, sed ea dempta Latina non sunt, ut luctor loquor. Communia quae sunt? Quae in r desinunt, ut deponentia, sed in duas formas cadunt, patientis et agentis, ut osculor criminor: dicimus enim osculor te et osculor a te, criminor te et criminor a te. Numeri verborum quot sunt? Duo. Qui? Singularis, ut lego, pluralis, ut legimus. Figurae verborum quot sunt? Duae. Quae? Simplex, ut lego, composita, ut neglego. Tempora verborum quot sunt? Tria. Quae? praesens, ut lego, praeteritum, ut legi, futurum, ut legam. Quot sunl: tempora in declinatione verborum? Quinque. Quae? Praesens, ut lego, praetedtum imperfectum, ut legebam, praeteritum perfectum, ut legi, praeteritum plusquamperfectum, ut legeram, futurum, ut legam. Personae verborum quot sunt? Tres. Quae? Prima, ut lego, secunda, ut legis, tertia, ut legit.

Da declinationem verbi activi. Lego verbum activum indicativo modo dictum temporis praesentis numeri singularis figurae simplicis personae primae coniugationis tertiae correptae, quod declinabitur sic: lego legis legitj et pluraliter legimus legitis legunt: eodem modo tempore praeterito imperfecto legebam legebas legebat, et pluraliter legebamus legebatis legebant: eodem modo tempore praeterito perfecto legi legisti legit, et pluraliter legimus legistis legerunt vel legere: eodem modo tempore praeterito plusquamperfecto legeram legeras legerat, et pluraliter legeramus legeratis legerant: eodem modo tempore futuro legam leges leget, et plurali. ter legemus legetis legent. imperativo modo tempore praesent; ad secumdam et tertiam personam lege vel legas legat, et pluraliter legamus legite vel legatis legant: eodem modo tempote futuro legito vel legas legito vel legat, et pluraliter legamus legitote vel Iegatis legant vel legunto vel leguntote. Optativo modo tempore praesenti et praeterito imperfecto utinam legerem legeres legeret et pluraliter utinam legeremus legeretis legerent: eodem modo tempore praeterito perfecto et plusquamperfecto utinam legissem legisses legisset, et pluraliter utinam legissemus legissetis legissent: eodem modo tempore futuro utinam legam legas legat, et pluraliter utinam legamus legatis legant. Coniunctivo modo tempore praesenti cum legam legas legat, et pluraliter cum legamus legatis legant: eodem modo tempore praeterito imperfecto cum legerem legeres legeret, et pluraliter cum legeremus legeretis legerent: eodem modo tempore praeterito perfecto cum legerim legeris legerit, et pluraliter cum legerimus legeritis legerint: eodem modo tempore praeterito plusquamperfecto cum legissem legisses legisset, et pluraliter cum legissemus legissetis legissent: eodem modo tempore futuro cum legero legeris legerit, et pluraliter cum legerimus legeritis legerint. Infinitivo modo numeris et personis tempore praesenti et praeterito imperfecto legere, praeterito perfecto et plusquamperfecto legisse, futuro lectum ire vel lecturum esse. verbo impersonali tempore praesenti legitur, praeterito imperfecto legebatur, praeterito perfecto lectum est vel lectum fuit, praeterito plusquamperfecto lectum erat vel lectum fuerat, futuro legetur. gerendi vel participialia verba sunt haec, legendi legendo legendum lectum lectu. Participia trahuntur a verbo activo duo, praesentis temporis et futuri, praesentis legens, futuri lecturus. Iegor verbum passivurn indicativo modo dictum temporis praesentis numeri singularis figurae simplicis personae primae coniugationis tertiae correptae, quod declinabitur sic: legor legeris vel legere legitur, et pluraliter legimur legimini leguntur: eodem modo tempore praeterito imperfecto legebar legebaris vel legebare legebatur, et pluraliter legebamur legebamini legebantur: eodem modo tempore praeterito perfecto lectus sum es est, et pluraliter lecti sumus estis sunt; et ulteriore modo lectus fui fuisti fuit, et pluraliter lecti fuimus fuistis fuerunt vel fuere: eodem modo tempore praeterito plusquamperfecto lectus eram eras erat, et pluraliter lecti eramus eratis erant; et ulteriore modo lectus fueram fueras fuerat, et pluraliter lecti fueramus fueratis fuerant: eodem modo tempore futuro legar legeris vel legere legetur, et pluraliter legemur legemini legentur imperativo modo tempore praesenti ad secundam et tertiam personam legere vel legaris legatur, et pluraliter legamur legimini vel legamini legantur. eodem modo tempore futuro legitor vel legaris legitor vel legatur, et pluraliter legamur legimini vel legiminor legantur vel leguntor. optativo modo tempore praesenti et praeterito imperfecto utinam legerer legereris vel legerere legeretur, et pluraliter utinam legeremur legeremini legerentur: eodem modo tempore praeterito perfecto et plusquamperfecto utinam lectus essem esses esset, et pluraliter utinam lecti essemus essetis essent, et ulteriore modo utinam lectus fuissem fuisses fuisset, et pluraliter utinam lecti fuissemus fuissetis fuissent: eodem modo tempore futuro utinam legar legaris vel legare legatur, et pluraliter utinam legamur legamini legantur. coniunctivo modo tempore praesenti cum legar legaris vel legare legatur, et pluraliter cum legamur lega. mini legantur: eodem modo tempore praeterito imperfecto cum legerer legereris vel legerere legeretur, et pluraliter cum legeremur legeremini legerentur: eodem modo tempore praeterito perfecto cum lectus sim sis sit, et pluraliter cum lecti simus sitis sint; et ulteriore modo cum lectus fuerim fueris fuerit, et pluraliter cum lecti fuerimus fueritis fuerint: eodem modo tempore praeterito plusquamperfecto cum lectus essem esses esset, et pluraliter cum lecti essemus essetis essent; et ulteriore modo cum lectus fuissem fuisses fuisset, et pluraliter cum lecti fuissemus fuissetis fuissent; eodem modo tempore futuro cum lectus ero eris erit, et pluraliter cum lecti erimus eritis e!nt, et ulteriore modo cum l!ctus fuero fueris fuerit, et pluraliter cum lecti fuerimus fueritis fuerint. infini tivo modo numeris et personis tempore praesenti et praeterito imperfecto legi, praeterito perfecto et plusquamperfecto lectum esse vel fuisse, futuro lectum iri. participia trahuntur a verbo passivo duo, praeteriti temporis et futuri, praeteriti lectus, futuri legendus. activi verbi regulam neutrale verbum sequitur, passivi commune et deponens.

DE ADVERBIO

Adverbium quid est? Pars orationis, quae adiecta verbo significationem eius explanat atque implet. Adverbio quot accidunt? Tria. Quae? Significatio comparatio figura. Significatio adverbiorum in quo est? Quia sunt aut loci adverbia aut temporis aut numeri aut negandi aut affirmandi aut demonstrandi aut optandi aut hortandi aut ordinis aut interrogandi aut similitudinis aut qualitatis aut quantitatis aut dubitandi aut personalia aut vocandi aut respondendi aut separandi aut iurandi aut eligendi aut congregandi aut prohibendi aut eventus aut comparandi. Da adverbia loci. Vt hic vel ibi, intus vel foris, illic vel inde. Da temporis. Ut hodie nuper aliquando; numeri, ut semel bis; negandi, ut non; affirmandi, ut etiam quinni; demonstrandi, ut en ecce; optandi, ut utinam; hortandi, ut eia; ordinis, ut deinde; interrogandi, ut cur quare quamobrem; similitudinis, ut quasi ceu; qualitatis, ut docte pulchre; quantitatis, ut multum parum; dubitandi, ut forsitan fortasse; personalia, ut mecum tecum secum nobiscum vobiscum; vocandi, ut heus; respondendi, ut heu; separandi, ut seorsum; iurandi, ut edepol, ecastor, hercle, medius fidius; eligendi, ut potius immo; congregandi, ut simul una; prohibendi, ut ne; eventus, ut forte fortuitu; comparandi, ut magis vel tam. Comparatio adverbiorum in quo est? In tribus gradibus comparationis, positivo comparativo superlativo. Da adverbium positivi gradus. Vt docte; comparativi, ut doctius; superlativi, ut doctissime. magis doctius et tam doctissime non dicimus, quia magis et tam positivo gradui tantum iungitur, licet veteres dixerint tam magis et quam magis. Figurae adverbiorum quot sunt? Duae. Quae? Simplex et composita, simplex, ut docte prudenter, composita, ut indocte imprudenter. adverbia localia vel in loco sunt vel de loco vel ad locum. sed in loco et de loco eandem significationem habent, ut intus sum, intus exeo, foris sum, foris venio. ad locum aliam signi!icationem habent, ut intro eo, foras eo. de intus autem et de foris sic non dicimus, quo modo in foras vel ad foras.

DE PARTICIPIO

Participium quid est? Pars orationis partem capiens nominis, partem verbi; nominis genera et casus, verbi tempora et significationes, utriusque numerum et figuram. Participio quot accidunt? Sex. Quae? Genus casus tempus significatio numerus figura. Genera participiorum quot sunt? Quattuor. Quae? Masculinum, ut hic lectus, femininum, ut haec lecta, neutrum, ut hoc lectum, commune tribus generibus, ut hic et haec et hoc legens. Casus participiorum quot/sunt? Sex. Qui? Nominativus, ut hic legens1 geneti. vus, ut huius legentis, dativus, ut huic legenti, accusativus, ut hunc legentem, vocativus, ut o legens, ablativus, ut ab hoc legente. Tempora participiorum quot sunt? Tria. Quae? Praesens, ut legens, praeteritum, ut lectus, futurum, ut lecturus et legendus. Significationes participiorum in quo sunt? Quia ab activo verbo duo participia veniunt, praesens et futurum, ut legens lecturus; a passivo duo, praeteritum et futurum, ut lectus legendus; a neutro duo, sicut ab activo, praesens et futurum, ut stans staturus, a deponenti tria, praesens praeteritum et futurum, ut loquens locutus locuturus; a communi quattuor, praesens praeteritum et duo futura, ut criminans criminatus criminaturus criminandus. Numeri participiorum quot sunt? Duo. Qui? Singularis, ut hic legens, pluralis, ut hi legentes. Figuraeparticipiorumquotsunt? Duae. Quae? Simplex, ut legens, composita, ut neglegens. Da declinationem participii. Legens participium veniens a verbo activo temporis praesentis generis omnis numeri singularis figurae simplicis casus nominativi (accusativi) et vocativi, quod declinabitur sic: nominativo hic et haec et hoc legens, genetivo huius legentis, dativo huic legenti, accusativo hunc et hanc legentem et hoc legens, vocativo o legens, ablativo ab hoc et ab hac et ab hoc legente vel legenti; et pluraliter nominativo hi et hae legentes et haec legentia, genetivo horum et harum et horum legentium, dativo his legentibus, accusativo hos et has legentes et haec legentia, vocativo o legentes et o legentia, ablativo ab his legentibus. Iecturus lectura lecturum participia veni. entia a verbo activo temporis futuri generis masculini feminini et neutri numeri singularis figurae simplicis casus nominativi et vocativi, quae declinabuntur sic: nominativo lecturus lectura lecturum, genetivo lecturi lecturae lecturi, dativo lecturo lecturae lecturo, accusativo lecturum lecturam lecturum, vocativo lecture lectura lecturum, ablativo ab hoc lecturo ab hac lectura ab hoc lecturo; et pluraliter nominativo lecturi lecturae lectura, genetivo lecturorum lecturarum lecturorum, dativo lecturis, accusativo lecturos lecturas lectura, vocativo lecturi lecturae lectura, ablativo ab his lecturis. lectus lecta lectum participia venientia a verbo passivo temporis praeteriti generis masculini feminini et neutri numeri singularis figurae simplicis casus nominativi et vocativi, quae declinabuntur sic: nominativo lectus lecta lectum, genetivo lecti lectae lecti, dativo lecto lectae lecto, accusativo lectum lectam lectum, vocativo lecte lecta lectum, ablativo ab hoc lecto ab hac lecta ab hoc lecto; et pluraliter nominativo lecti lectae lecta, genetivo lectorum lectarum lectorum, dativo lectis, accusativo lectos lectas lecta, vocativo lecti lectae lecta, ablativo ab his lectis. Legendus legenda legendum participia venientia a verbo passivo temporis futuri generis masculini feminini et neutri numeri singularis figurae simplicis casus nominativi et vocativi, quae declinabuntur sic: nominativo legendus legenda legendum, genetivo legendi legendae legendi, dativo legendo legendae legendo, accusativo legendum legendam legendum, vocativo legende legenda legendum, ablativo ab hoc legendo ab hac legenda ab hoc legendo; et pluraliter nominativo legendi legendae legenda, genetivo legendorum legendarum legendorum, dativo legendis, accusativo legendos legendas legenda, vocativo legendi legendae legenda, ablativo ab his legendis.

DE CONIUNCTIONE

Coniunctio quid est? Pars orationis adnectens ordinansque sententiam. Coniunctioni quot accidunt? Tri!. Quae? Potestas figura ordo. Potestas coniunctionum quot species habet? Quinque. Quas? Copulativas disiunctivas expletivas causales rationales: Da copulativas. Et que at atque ac ast. Da disiunctivas. Aut ve vel ne nec neque. Da expletivas. Quidem, equidem, saltim, videlicet, quamquam, quamvis, quoque, autem, porro, porro autem, tamen Da causales. Si etsi, etiamsi, si quidem, quando, quando quidem; quin, quin etiam, quatinus, sin, seu, sive, nam, namque, ni, nisi, nisi si, si enim, etenim, ne, sed, interea, licet, quamobrem, praesertim item, itemque, ceterum, alioquin, praeterea. Da rationales. Ita, itaque, enim, enimvero, quia, quapropter, quoniam, quoniam qui. dem, quippe, ergo, ideo, igitur, scilicet, propterea, idcirco. Figurae coniunctionum quot sunt? Duae. Quae? Simplex, ut nam, composita, ut namque. Ordo coniunctionum in quo est? Quia aut praepositivae coniunctiones sunt, ut ac ast, aut subiunctivae, ut que autem, aut communes, ut et igitur ergo.

DE PRAEPOSITIONE

Praepositio quid est? Pars orationis quae praeposita aliis partibus orationis significationem earum aut complet aut mutat aut minuit. Praepositioni quot accidunt? Vnum. Quid? Casus tantum Quot? Duo. Qui? Accusativus et ablativus. Da praepositiones casus accusativi. Ad apud ante adversum cis citra circum circa contra erga extra inter intra infra iuxta ob pone per prope secundum post trans ultra praeter propter supra usque penes. Quo modo? Dicimus enim ad patrem, apud villam, ante aedes, adversum inimicos, cis Renum, citra forum, circum vicinos, circa templum, contra hostem, erga propinquos, extra terminos, inter naves, intra moenia infra tectum, iuxta macellum, ob augurium, pone tribunal, per parietem, prope fenestram, secundum fores, post tergum, trans ripam, ultra fines, praeter officium, propter rem, supra caelum usque Oceanum, penes arbitros. Da praepositiones casus ablativi A ab abs cum coram clam de e ex pro prae palam sine absque tenus. Quo modo? Dicimus enim a domo, ab homine, abs quolibet, cum exer!tu, coram testibus, clam custodibus, de foro, e iure, ex praefectura, pro clientibus, prae timore, palam omnibus, sine labore, absque iniuria, tenus pube, quod nos dicimus pube tenus. Da utriusque casus praepositiones. In sub super subter. In et sub quando accusativo casui iunguntur? Quando vel nos vel quoslibet in locum ire isse ituros esse significamus. Quando ablativo? Quando vel nos vel quoslibet in loco esse fuisse futuros esse significamus. in accusativi casus, "itur in antiquam silvam"; in ablativi casus, "stans celsa in puppi": sub accusativi casus, "postesque subipsos Nituntur gradibus"; sub ablativi casus, "arma sub adversa posuit radiantia quercu". Super quam vim habet? Vbi locum significat, magis accusativo casui servit quam ablativo; ubi mentionem alicuius facimus, ablativo tantum, ut "multa super Priamo rogitans". In quam vim habet? Etiam tum accusativo casui servit, cum significat contra, ut in adulterum, in desertorem. Subter quam vim habet? Eandem quam superiores ad locum et in loco significantes. Quae praepositiones sunt quae dictionibus serviunt et separari non possunt? Di dis re se am con. Quo modo? Dicimus enim diduco distraho recipio secubo amplector congredior. Quae sunt quae coniungi non possunt? Apud et penes. Quae coniunguntur et separantur? Reliquae ornnes.

DE INTERIECTIONE

Interiectio quid est? Pars orationis significans mentis affectum voce incondita. Interiectioni quid accidit? Tantum significatio. Significatio interiectionis in quo est? Quia aut laetitiam significamus, ut evax, aut dolorem, ut heu, aut admirationem, ut papae, aut metum, ut attat, et siqua sunt similia.

Text prepared by Jim Marchand.

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BIBLIOGRAPHY FOR READING AND DOWNLOADING

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9 de set. de 2019 15:28
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