LÍNGUAE NEOLATINAE MAIORES MAJOR NEO-LATIN LANGUAGES

LÍNGUAE NEOLATINAE MAIORES MAJOR NEO-LATIN LANGUAGES LÍNGUAS NEOLATINAS MAIORES PROF. DR. DARCY CARVALHO, SÃO PAULO, BRASIL

LAS LENGUAS ROMÁNICAS EN INTERNET : PROPUESTA PARA EL DISEÑO DE UN ITINERARIO POR JUANA CASTAÑO RUIZ. CORPORA . NUMERO 4,  NOVIEMBRE 2002.

http://www.um.es/aulasenior/saavedrafajardo/apuntes/doc/lenguas-romanicas.pdf

Contents: 01 02 03 04 05 06

BIBLIOGRAFIA GERAL DESTE  SITE. THE GENERAL BIBLIOGRAPHY OF THIS SITE IS AVAILABE AT

http://archive.org/search.php?query=creator%3A%22DARCY%20CARVALHO%22&sort=-downloads
Contents: 01 02 03 04 05 06

01= PORTUGUESE AND  BRAZILIAN PORTUGUESE 01= Portuguese and Brasilian Portuguese

https://archive.org/details/F.ADOLPHOCOELHO.SOBREALINGUAPORTUGUEZA

A philological introduction to the Portuguese language by Francisco Adolpho Coelho.

01.1= GALICIAN. GALEGO                                        01.1 =Galician Galego       04.1 Moldavian Moldavo

O2= SPANISH                                                            02. Spanish

03= ITALIAN                                                              03. Italian

04= RUMANIAN                                                         04. Rumanian

LÍNGUAE NEOLATINAE MAIORES MAJOR NEO-LATIN LANGUAGES LÍNGUAS NEOLATINAS MAIORES PROF. DR. DARCY CARVALHO, SÃO PAULO, BRASIL

01.1= GALICIAN. GALEGO 

Ver on-line  o DICIONARIO DA REAL ACADEMIA GALEGA

http://academia.gal/dicionario#inicio.do

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Galician is a language of the Western Ibero-Romance branch. It is spoken by some 3 million people, mainly in Galicia, an autonomous community located in northwestern Spain, where it is official along with Spanish. The language is also spoken in some border zones of the neighbouring Spanish regions of Asturias and Castile and León, as well as by Galician migrant communities in the rest of Spain, in Latin America, the United States, Switzerland and elsewhere in Europe. Galician is part of the same family of languages as the Portuguese language, and both share a relatively recent common origin. The shared Galician-Portuguese lyric (13th–14th centuries) was among the most remarkable literature produced in Europe in the Middle Ages. The standards of Portuguese and Galician dialects started to diverge in the 13th and 14th centuries. The lexicon of the language is predominantly of Latin extraction, although it also contains an important number of words of Germanic and Celtic origin, among other substrates and adstrates, having also received, mainly through Spanish and Portuguese, a sizeable number of nouns from the Arabs who in the Middle Ages governed southern Iberia. The language is officially regulated in Galicia by the Royal Galician Academy. However, independent organisations such as the Galician Association of Language and the Galician Academy of the Portuguese Language include Galician as part of the Galician-Portuguese language. From Wikipedia

Contents: 01, 02, 03, 04,05 06, 07, 08, 09, 10, 11, 12

Quem lê português pode ler galego escrito imediatamente  sem dificuldade, e vice versa. A história da Península ,  o isolamento político  e o distanciamento geográfico explicam as diferenças que se foram implantando no antigo idioma comum galaico-português até o transformarem em três versões bem diferenciadas na pronuncia e no léxico, o galego, encanteirado no território espanhol, o português, que se implantou na África e nas Ilhas,  e a língua portuguesa do Brasil. Decorridos já quase dois séculos da independência brasileira, amorteceram-se por aqui , por razões práticas, os arroubos nacionalistas dos que desejavam criar no Brasil um idioma nacional, ou um vernáculo,  que até no nome diferisse da língua portuguesa. O mesmo fenômeno deveria ocorrer na Galícia, hoje, para permitir o engrandecimento do nosso grande idioma comum e lusitano, que já foi língua internacional e cultural por vários séculos .
Ler o interessantíssimo texto  "A normalização da língua portuguesa no Brasil" por Júlio Cesar Barreto Rocha
01
INTRODUÇÃO À LÍNGUA  E LITERATURA GALEGAS  PELA LEITURA IMEDIATA DE  UM TEXTO NESSE IDIOMA

Introdución . A Internet permite o acceso a unha enorme cantidade de material en galego, sobre a Galiza , a súa historia ea súa lingua. Nesta bibliografía registraremos sitios e extractos de obras en galego interesantes para o noso propósito de estudar a Galicia en todas as súas dimensións , ler correntemente en galego, e aprender á vez a historia da Península Ibérica. Como primeira aproximación , podemos dicir que o galego é a forma de portugués hoxe falada no noroeste de España, precisamente ao norte e fóra de Portugal. Conversamente un galego podería afirmar que o portugués é unha forma de galego falada en Portugal, no Brasil e en África. A Galicia como parte da España compartiu integramente da conturbada historia española , despois da súa separación política do resto  do territorio portugués. Séculos de separación ea intensa presenza política e cultural castelá introduciron diferenzas entre o galego eo portugués , pero non ata o punto de que os tornaren idiomas recíprocamente inintelixibles . É máis doado para un brasileiro ler galego, sen telo estudado, que ler español, italiano ou francés. No que se refire a pronunciación aseméllase á do portugués lusitano que, finalmente, como temos experiencia, pode ser inintelixíbel a un brasileiro, cando pronunciado rapidamente.  

Observam-se imediatamente as seguintes diferenças ortográficas entre os dois idiomas: 1 Em galego existe apenas o acento agudo. 2  A terminação  "ción" corresponde a "ção " em português. 3  Não ocorre em galego o dígrafo consonantal  "nh " , substituído por  " ñ ", em prestado ao castelhano.  4   O "z " substitui  o "ç ", que não se usa em galego. 5   o "x" galego substitui o " j e o g"  portugueses. 6 Em galego o "s"  único substitui os "ss" do português. 7  Os "ll" do castelhano substituem  o lh lusitano. 8  O pronomes pessoais utilizados procliticamente não  são separados por hífen.

Outras diferenças irão sendo anotadas na leitura de textos mais longos. Passar a ortografia de um texto  galego para a do português, sem alterar a construção, mantendo quanto possível o vocabulário, é um exercício excelente para comparar essas duas faces de uma mesma língua, a língua galaico- portuguesa.

O texto introdutório em galego  foi obtido com o Google Translate, a partir do texto português abaixo. Não podemos garantir que a tradução do Google Translate esteja cem por cento correta.

INTRODUÇÃO. A internet permite acesso a uma enorme quantidade de material em galego , sobre  a Galiza ,  sua história e sua língua . Nesta bibliografia registraremos sites e extratos de obras em galego  interessantes para o nosso propósito de  estudar a Galiza em todas as suas dimensões,  ler correntemente em galego, e aprender ao mesmo tempo a história da Peninsula Ibérica. Como primeira aproximação, podemos dizer que o galego é a forma de  português  hoje falada  no noroeste da Espanha,  exatamente ao norte e fora  de Portugal. Conversamente um galego poderia afirmar que o português é uma  forma de galego falada em Portugal, no Brasil e na África. A Galiza como parte da Espanha compartilhou  integralmente da conturbada historia espanhola, depois da sua separação politica da restante  parte do território  português.  Séculos de separação e a intensa presença politica e cultural  castelhana introduziram diferenças entre o galego e o português, mas não a ponto de os  tornarem idiomas reciprocamente   ininteligiveis. É mais facil para um brasileiro ler galego, sem tê-lo estudado,  do que ler espanhol,  italiano ou francês. No que se refere á pronuncia  assemelha-se á do portugues lusitano que, eventualmente, como temos experiência,  pode ser ininteligivel a um brasileiro, quando pronunciado  rapidamente.  [07/04/2014]

ESTUDOS GALEGOS. LÍNGUA,  LITERATURA, HISTORIA E FATOS DA VIDA GALEGA.

 PROF. DR. DARCY CARVALHO, SÃO PAULO, BRASIL   [07/04/2014]

Contents: 01, 02, 03, 04,05 06, 07, 08, 09, 10, 11, 12

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CURSO DE GALEGO. COMECE A ESTUDAR GALEGO IMEDIATAMENTE NA OBRA  < GALEGO 1> ENCONTRADO NOS ARQUIVOS ADICIONADOS ABAIXO, ONDE SE ENCONTRAM TAMBÉM OUTRAS OBRAS EM GALEGO SOBRE LITERATURA E OUTROS ASSUNTOS.

BIBLIOGRAFIA GERAL DESTE  SITE. THE GENERAL BIBLIOGRAPHY OF THIS SITE IS AVAILABE AT

http://archive.org/search.php?query=creator%3A%22DARCY%20CARVALHO%22&sort=-downloads

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Galician is a language of the Western Ibero-Romance branch. It is spoken by some 3 million people, mainly in Galicia, an autonomous community located in northwestern Spain, where it is official along with Spanish. The language is also spoken in some border zones of the neighbouring Spanish regions of Asturias and Castile and León, as well as by Galician migrant communities in the rest of Spain, in Latin America, the United States, Switzerland and elsewhere in Europe. Galician is part of the same family of languages as the Portuguese language, and both share a relatively recent common origin. The shared Galician-Portuguese lyric (13th–14th centuries) was among the most remarkable literature produced in Europe in the Middle Ages. The standards of Portuguese and Galician dialects started to diverge in the 13th and 14th centuries. The lexicon of the language is predominantly of Latin extraction, although it also contains an important number of words of Germanic and Celtic origin, among other substrates and adstrates, having also received, mainly through Spanish and Portuguese, a sizeable number of nouns from the Arabs who in the Middle Ages governed southern Iberia. The language is officially regulated in Galicia by the Royal Galician Academy. However, independent organisations such as the Galician Association of Language and the Galician Academy of the Portuguese Language include Galician as part of the Galician-Portuguese language. From Wikipedia

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GALEGO E PORTUGUÊS SÃO A MESMA LÍNGUA

Quem lê português pode ler galego escrito imediatamente  sem dificuldade, e vice versa. A história da Península ,  o isolamento político  e o distanciamento geográfico explicam as diferenças que se foram implantando no antigo idioma comum galaico-português até o transformarem em três versões bem diferenciadas na pronuncia e no léxico, o galego, encanteirado no território espanhol, o português, que se implantou na África e nas Ilhas,  e a língua portuguesa do Brasil. Decorridos já quase dois séculos da independência brasileira, amorteceram-se por aqui , por razões práticas, os arroubos nacionalistas dos que desejavam criar no Brasil um idioma nacional, ou um vernáculo,  que até no nome diferisse da língua portuguesa. O mesmo fenômeno deveria ocorrer na Galícia, hoje, para permitir o engrandecimento do nosso grande idioma comum e lusitano, que já foi língua internacional e cultural por vários séculos .

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BILINGUALISMO NO BRASIL.

 Ler o  interessantíssimo texto por Júlio Cesar Barreto Rocha, "A normalização da língua portuguesa no Brasil",  sobre bilingualismo no Brasil.

       http://webs.uvigo.es/ssl/actas1997/06/Barreto.pdf

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INTRODUÇÃO À LÍNGUA  E LITERATURA GALEGAS. APRENDA GALEGO  PELA LEITURA IMEDIATA DE TEXTOS NESSE IDIOMA

Introdución . A Internet permite o acceso a unha enorme cantidade de material en galego, sobre a Galiza , a súa historia ea súa lingua. Nesta bibliografía registraremos sitios e extractos de obras en galego interesantes para o noso propósito de estudar a Galicia en todas as súas dimensións , ler correntemente en galego, e aprender á vez a historia da Península Ibérica. Como primeira aproximación , podemos dicir que o galego é a forma de portugués hoxe falada no noroeste de España, precisamente ao norte e fóra de Portugal. Conversamente un galego podería afirmar que o portugués é unha forma de galego falada en Portugal, no Brasil e en África. A Galicia como parte da España compartiu integramente da conturbada historia española , despois da súa separación política do resto  do territorio portugués. Séculos de separación ea intensa presenza política e cultural castelá introduciron diferenzas entre o galego eo portugués , pero non ata o punto de que os tornaren idiomas recíprocamente inintelixibles . É máis doado para un brasileiro ler galego, sen telo estudado, que ler español, italiano ou francés. No que se refire a pronunciación aseméllase á do portugués lusitano que, finalmente, como temos experiencia, pode ser inintelixíbel a un brasileiro, cando pronunciado rapidamente. 

Observam-se imediatamente as seguintes diferenças ortográficas entre os dois idiomas: 1 Em galego existe apenas o acento agudo. 2  A terminação  "ción" corresponde a "ção " em português. 3  Não ocorre em galego o dígrafo consonantal  "nh " , substituído por  " ñ ", em prestado ao castelhano.  4   O "z " substitui  o "ç ", que não se usa em galego. 5   o "x" galego substitui o " j e o g"  portugueses. 6 Em galego o "s"  único substitui os "ss" do português. 7  Os "ll" do castelhano substituem  o lh lusitano. 8  O pronomes pessoais utilizados procliticamente não  são separados por hífen.

Outras diferenças irão sendo anotadas na leitura de textos mais longos. Passar a ortografia de um texto  galego para a do português, sem alterar a construção, mantendo quanto possível o vocabulário, é um exercício excelente para comparar essas duas faces de uma mesma língua, a língua galaico- portuguesa.

O texto introdutório em galego  foi obtido com o Google Translate, a partir do texto português abaixo. Não podemos garantir que a tradução do Google Translate esteja cem por cento correta.

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INTRODUÇÃO.   A internet permite acesso a uma enorme quantidade de material em galego , sobre  a Galiza ,  sua história e sua língua . Nesta bibliografia registraremos sites e extratos de obras em galego  interessantes para o nosso propósito de  estudar a Galiza em todas as suas dimensões,  ler correntemente em galego, e aprender ao mesmo tempo a história da Peninsula Ibérica. Como primeira aproximação, podemos dizer que o galego é a forma de  português  hoje falada  no noroeste da Espanha,  exatamente ao norte e fora  de Portugal. Conversamente um galego poderia afirmar que o português é uma  forma de galego falada em Portugal, no Brasil e na África. A Galiza como parte da Espanha compartilhou  integralmente da conturbada historia espanhola, depois da sua separação politica da restante  parte do território  português.  Séculos de separação e a intensa presença politica e cultural  castelhana introduziram diferenças entre o galego e o português, mas não a ponto de os  tornarem idiomas reciprocamente   ininteligiveis. É mais facil para um brasileiro ler galego, sem tê-lo estudado,  do que ler espanhol,  italiano ou francês. No que se refere á pronuncia  assemelha-se á do portugues lusitano que, eventualmente, como temos experiência,  pode ser ininteligivel a um brasileiro, quando pronunciado  rapidamente. DARCY CARVALHO. SÃO PAULO,SP, BRASIL 07/04/2014

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O idioma galego  tem passado por momentos de estabilidade e outros de decadencia. O primeiro terço do século XX tem sido de esplendor, sobre todo pelo labor dos homens vinculados às Irmandades da Fala, à Geração Nós (Castelao, Otero Pedrayo, Vicente Risco...) e ao Seminario de Estudos Galegos. Tras esta etapa de recuperação, volve de novo outra etapa escura devido à guerra civil espanhola e à ditadura, que supuseram o abandono da lingua a nivel escrito na Galiza apesar de ser a lingua mais falada pela povoação; contudo, a chama da literatura seguiu acesa na Galiza exterior (o exilio americano, principalmente).

A partir dos 50 começa uma leve recuperação, com a fundação da Editorial Galaxia e outros projectos. Com a instauração da democracia, no ano 1978, aprova-se a Constitução espanhola, reconhece-se-lhe ao galego o caràcter de lingua cooficial junto com o castelhano, mantendo-se uma situação de desequilibrio até o día de hoje. Esta relativa protecção da lingua galega, incrementada com o Estatuto de Autonomía e a Lei de Normalização Lingüística, ajuda a que surja uma nova etapa de recuperação da literatura nos mais variados géneros, incluída a literatura infantil e juvenil. [ Traduzido da Wikepedia]

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LINGUA GALEGA : UNHA LINGUA MINORIZADA. NA GALIPEDIA. A  WIKIPEDIA EN GALEGO.

Lingua minorizada é un termo da Sociolingüística que fai referencia a calquera lingua que, compartindo espazo xeográfico con outra ou outras, ten usos restrinxidos. Unha das razóns que poden levar a unha situación de minorización é un proceso de substitución lingüística, pero na maior parte dos casos as linguas minorizadas nunca chegaron historicamente a desenvolver eses rexistros e usos. Tradicionalmente denominóuselles a estas linguas minoritarias, pero ese é un valor erróneo, posto que a minorización non depende do número de falantes, senón do status que goce da lingua.

A minorización lingüística pode ter causas predominantemente políticas, que se expresan nas normas de uso lingüístico explícitas (por exemplo os decretos de Nova Planta nos Países Cataláns que crearon as circunstancias que permitiron a prohibición do uso do catalán nos ámbitos oficiais), ou sociais, expresadas na conciencia ou representación social, que pode impedir a normativización ou a codificación e o cultivo da lingua (por exemplo, a clase alta prefire e impulsa o francés en Luxemburgo e acaba impedindo o desenvolvemento do idioma luxemburgués).

Do mesmo xeito, a situación de minorización pode ser reversíbel como consecuencia da vontade firme dun pobo e das políticas dos seus gobernos (é o caso do finés, húngaro, islandés, noruegués, polaco e checo, no século XX). Hai aínda casos de resurrección de linguas, como a recuperación da lingua hebrea como vehículo de comunicación, dado que quedara reducida aos usos litúrxicos xa en tempos de Xesucristo.

O concepto de lingua minoritaria refírese á demografía relativa dun idioma, ás dimensións dunha comunidade lingüística. Aplícase, pois, á lingua dunha comunidade lingüística pequena, en termos xerais ou rexionalmente. Pode haber, pois, linguas minoritarias en situación de oficialidade plena (a danesa) e linguas minoritarias minorizadas (o galego ou o catalán). Se se tomar como referencia para estas dúas últimas o ámbito da Comunidade Autónoma, en vez do estatal, non son linguas minoritarias minorizadas senón maioritarias minorizadas, pois son usadas pola maioría das respectivas poboacións. Tamén, dentro dun ámbito estatal, unha lingua pode estar en situación de minorización, e seguramente en minoría ante o grupo dominante, e, pola contra, á outra banda da fronteira estar en situación de oficialidade plena (é o caso do grupo alemán de Alsacia e Lorena, dentro do Estado francés).

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LEITURAS EM GALEGO :  HISTORIA DA LITERATURA GALEGA.  XESÚS M. FREIRE LÓPEZ.

A historia da literatura galega,  que apresentamos abaixo em pdf anexo,  está publicada on-line , no site : 


 http://www.maldura.unipd.it/romanistica/galizia/freire-manual.pdf 


Outra História da Literatura Galega, mais extensa,  também em galego, por Francisco Fernandez del Riego,  pode ser obtida  em


https://archive.org/details/HistoriaDaLiteraturaGalegaPorFranciscoFernandezDelRiego1951


Traduzir o galego em português sem alterar a construção, mantendo quanto possível o vocabulário, é um exercício excelente para comparar essas duas faces de uma mesma língua, a antiga língua galaico -portuguesa. Traduzir português em galego, usando os tradutores disponíveis na Internet também é um método fácil de estudar galego escrito.

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A POLITIZACIÓN DAS CUESTIÓNS LINGÜÍSTICAS EN ESPAÑA .  

A politização das questões linguísticas na Espanha   

A politização das questões linguisticas na Espanha fazem com que os planos de divulgação dos idiomas minoritários assumam  imediatamente o aspecto de contestação á  unidade da pátria espanhola. Atualmente ninguém no mundo pode sem prejuizos econômicos  ignorar a língua inglesa. Aprender inglês, uma língua estrangeira,  não é considerado em parte alguma como uma ameaça a unidade nacional de qualquer país. Por que então aprender mais de uma língua nacional  pode constituir perigo? Em vez de arrastar a questão para o campo político o que deveriamos fazer é traduzir  para o galego as grandes obras dos idiomas estrangeiros  em todas as áreas acadêmicas e cientificas  e publicar intensamente na internet de forma  a demonstrar a existencia da lingua galega e a sua viabilidade como idioma europeu  atual culto de uso geral. Este texto escrito em português,  em galego, pelo Google translate, fica o seguinte:

“ A politización das cuestións lingüísticas en España fan que os plans de divulgación dos idiomas minoritarios asuman inmediatamente a aparencia de contestación á unidade da patria española. Actualmente ninguén no mundo pode sen prexuízos económicos ignorar a lingua inglesa. Aprender inglés, unha lingua estranxeira, non se considera en parte algunha como unha ameaza a unidade nacional de calquera país. Por que entón aprender máis dunha lingua nacional pode constituír un perigo. No canto de arrastrar a cuestión ao campo político o que deberiamos facer é traducir para o galego as grandes obras dos idiomas estranxeiros en todos os ámbitos académicos e científicos e publicar intensamente en Internet de forma a demostrar a existencia da lingua galega ea súa viabilidade como idioma europeo actual culto de uso xeral. Prof. Dr. Darcy Carvalho, São Paulo, Brasil”. Como exemplo do fenômeno da politização na área linguística leiamos o texto abaixo, em galego,  do Coletivo Terra.

Colectivo Terra . O Colectivo Terra de Pontedeume nace co obxectivo de plantar a nosa pequena semente na defensa e difusión dos dereitos do noso pobo, da nosa cultura, da nosa lingua e da nosa historia, desexando que esta semente xermole e floreza, xunto con outras moitas sementes, nun futuro mellor para o noso país.

Desde o Colectivo Terra chamamos a participar este 27 de Janeiro na manifestaçom nacional convocada pola Plataforma Queremos Galego em defesa da língua e em resposta aos contínuos ataques que esta está a sofrer. Aderimos também ao Bloco Laranja, bloco que fará parte da manifestaçom agrupando ao reintegracionismo de base.   A manifestaçom partirá às 12:00 desde a Alameda de Compstela.

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Citação do  texto  Queremos Galego

A seguir reproducimos os comunicados de Queremos Galego e do Bloco Laranja. BLOCO LARANJA. Podemos motivar, podemos somar, mas é preciso virar o rumo . O espanhol, que já era a língua praticamente única das cidades galegas mais povoadas, também se tornou a língua ambiental de um grande número das nossas vilas médias e até pequenas nos últimos anos. Nestas circunstáncias, também ficárom mui reduzidas as pessoas que tenhem algum tipo de contacto com a nossa língua. Sabia-se que ia acontecer e aconteceu, de maneira que algo tem que estar a falhar. Como tantas outras cousas na nossa sociedade, o movimento normalizador necessita de novos ares, de um novo rumo que nom jogue todas as cartas à açom institucional e ao vitimismo de sermos língua minorizada. A situaçom da língua é delicada, mas nós pensamos que é possível voltar a conectar com a sociedade, voltar a motivar, voltar a somar.

As sociedades atuais e os comportamentos lingüísticos delas som tam complexos que dificilmente se podem induzir ou alterar apenas através da açom institucional. Tampouco o ensino, nem que fosse maioritariamente em galego, asseguraria grandes avanços por si só. Temos muitos exemplos de que esse rumo nom dá os frutos que esperávamos. Muito menos ainda, claro, quando a estratégia consiste simplesmente em ficar à espera dessa situaçom. Guiarmos noutra direçom nom nos instalaria repentinamente na situaçom oposta. Ora bem, parece claro que continuarmos a bater nas mesmas teclas, a de estar à espera de um ambiente ideológico propício e a de limitar os recursos que pomos ao dispor do processo normalizador, nom gera a motivaçom social polo galego que desejaríamos.

Os coletivos reintegracionistas que hoje nos reunimos no bloco laranja entendemos que, sem renunciarmos a utilizar o ensino e as instituiçons públicas em prol da nossa língua quando estivermos em condiçons de o fazer, também devemos somar outro tipo de vontades e recursos à margem daquelas. Parece-nos o modo mais interessante de devolver ao movimento normalizador o entusiasmo de que atualmente carece e que julgamos imprescindível para conectar com a sociedade. Um novo rumo em que cada pessoa poda pôr o seu grao de areia para que o galego volte a ser, para além da língua que as pessoas identificam com o uso ritual institucional, umha língua de ambientaçom social. Por isso queremos animar-te a trabalhar conosco:

 1. Na promoçom de espaços físicos de socializaçom em galego e polo galego em todas as comarcas do País.

 2. Na promoçom de redes cooperativas de ensino em galego e polo galego em que o galego nom seja apenas a língua da docência, senom o projeto que aglutine toda a comunidade educativa: direçom, docentes, maes e pais, crianças...

3. No aproveitamento de recursos lusófonos em todos os ámbitos em que seja possível, fazendo do intercámbio com os outros países de fala galega a aposta cultural fundamental do movimento normalizador até que se criem condiçons mais favoráveis para a cooperaçom lingüística com os estados de língua portuguesa. 

Som medidas simples que já se verificárom eficazes noutros países, porque nom basta fazermos campanhas de promoçom do galego: devemos fazer do galego umha opçom interessante para as pessoas e para isso temos que ter em conta as pessoas.

11 [ continuação]

QUEREMOS GALEGO . Queremos galego na escola! Derrogación XA do decretazo!  O Tribunal Superior de Xustiza de Galiza determinou en varias sentenzas que os principais piares sobre os que se asenta o mal chamado “decreto do plurilingüismo” son ilegais. Ademais, indicoulle tamén ao Goberno galego que debe realizar unha política de promoción do idioma propio do país de acordo co estipulado pola Lei de normalización lingüística. O Tribunal dálle así a razón aos miles de persoas que saíron á rúa nas históricas manifestacións convocadas en defensa da nosa lingua. Ao mesmo tempo, o discurso do PP sobre as linguas no ensino, que xa estaba deslexitimado pola súa falta de apoio nas comunidades educativas, por ser un discurso crispante, por ser antipedagóxico ou por vulnerar tratados internacionais sobre dereitos lingüísticos, está agora, ademais, claramente considerado pola xustiza como fóra da legalidade.

Este decretazo contra o galego debe ser derrogado de forma inmediata e o Goberno galego debe promulgar unha nova norma que se basee no acordado por unanimidade parlamentar no Plan Xeral de Normalización da Lingua Galega que:

 - Garanta a educación en galego na educación infantil para todas as nenas e todos os nenos galegofalantes e poña especial atendemento didáctico na incorporación a este idioma por parte do alumnado residente en contextos familiares e ambientais castelanófonos, fixando, como mínimo, o 50% do horario semanal en galego nesta etapa educativa para os contextos e contornos en que a lingua predominante sexa o castelán, coa intención de que esta porcentaxe se vaia incrementando progresivamente.      - Garanta que o alumnado reciba un mínimo do 50% da súa docencia en galego en primaria, ESO, bacharelato e ciclos formativos, que o galego non estea prohibido en ningunha materia e que todas e todos os estudantes finalicen cada etapa educativa con suficientes destrezas comunicativas en galego.       - Desenvolva un plan de formación para que todo o persoal dos centros educaticos de Galiza teña unha competencia oral e escrita suficiente para comunicarse e para desenvolver a súa actividade profesional en galego. Finis citationis. [07/04/2014] Darcy Carvalho

12

UNHA ENTRADA PLURILINGUE  NO MUNDO DAS LINGUAS. LER NO ARQUIVO ADICIONADO ABAIXO

13 Source of Galician texts: The Arquivo da Real Academia Galega

O Arquivo da Real Academia Galega está constituído pola documentación xerada e recibida pola institución no exercicio das súas funcións e actividades e conservada para a xestión, a información, a cultura e a investigación. A súa orixe data da fundación da RAG, en 1906, e constitúe unha fonte fundamental para o coñecemento da historia da institución -organización, finalidades, traballo, conexión coa sociedade, etc.- e dos seus membros.
Conserva, asemade, os arquivos que gardan a documentación persoal, familiar e profesional dos intelectuais que, co pasar do tempo, fixeron doazón dos mesmos á RAG. Entre eles destaca o de Emilia Pardo Bazán, que contén tanto os seus manuscritos literarios como unha sección patrimonial de grande interese. Tamén conserva a RAG os de Andrés Martínez Salazar, Murguía, Pondal e doutras figuras destacadas da historia cultural galega do último século.
Os arquivos de empresas, asociacións e institucións, aínda que en menor cantidade que os anteriores, tamén están presentes nos fondos da RAG.
As coleccións, recibidas, compradas ou producidas pola propia institución, compoñen a última sección dos fondos do Arquivo. 
O acceso, tanto aos arquivos persoais, empresariais, de asociacións e institucións, como ás coleccións, é libre para investigadores e cidadáns en xeral, agás no caso de materiais que, polas súas características -rareza, conservación, etc.-, precisen a autorización da Comisión Executiva.
O Arquivo está rexido por un regulamento específico, pendente de aprobación polo Pleno, no que se establecen as normas de recepción, custodia, conservación e acceso relacionadas cos documentos.
A figura do arquiveiro-bibliotecario é a responsable da adquisición e conservación dos fondos tanto arquivísticos como bibliotecarios, así como de informar ao Pleno, conforme o artigo 28 dos Estatutos.





 

 

 

 


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Darcy Carvalho,
16 de mar de 2014 16:30
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Darcy Carvalho,
24 de fev de 2014 03:31
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Darcy Carvalho,
5 de abr de 2014 21:27
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Darcy Carvalho,
24 de fev de 2014 02:36
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Darcy Carvalho,
23 de mar de 2014 13:34
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Darcy Carvalho,
23 de fev de 2014 10:44
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Darcy Carvalho,
23 de fev de 2014 14:59
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GALEGO 1.pdf
(9793k)
Darcy Carvalho,
22 de fev de 2014 12:32
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Darcy Carvalho,
26 de fev de 2014 16:41
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Darcy Carvalho,
25 de mai de 2015 13:53
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Darcy Carvalho,
5 de abr de 2014 21:46
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Darcy Carvalho,
22 de fev de 2014 12:37
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